Quaest registra no TSE pesquisas eleitorais em Minas, São Paulo e Rio Grande do Sul
2 veículos de centro · 2 veículos de direita

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O instituto Quaest registrou no Tribunal Superior Eleitoral três novas pesquisas eleitorais que vão medir as disputas por governo e Senado em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, além da intenção de voto para a Presidência da República e da avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Os levantamentos estão registrados sob os códigos MG-04060/2026, SP-06946/2026 e RS-06875/2026, com 1.506, 1.800 e 900 entrevistas presenciais, respectivamente. O campo ocorre entre 20 e 24 de agosto de 2026 e a divulgação está prevista para 24 e 25 de agosto. Nenhum resultado foi apurado até agora, porque as entrevistas ainda não foram concluídas.
As novas pesquisas do instituto Quaest colocam à prova, em três estados decisivos, o desempenho de nomes ligados ao campo da direita nas eleições de 2026. Em Minas Gerais, o levantamento passa a incluir Cleitinho Azevedo, que registrou sua candidatura no último dia do prazo e que na rodada anterior aparecia com vantagem de mais de dez pontos em todos os cenários de segundo turno testados.
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4 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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Toda a cobertura descreve o mesmo desenho: três pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral sob os códigos MG-04060/2026, SP-06946/2026 e RS-06875/2026, com campo entre 20 e 24 de agosto, nível de confiança de 95% e medição simultânea de governo, Senado e Presidência.
O instituto Quaest registrou no Tribunal Superior Eleitoral três levantamentos que medem, na mesma semana, as disputas por governo e Senado em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, além da intenção de voto para presidente. Esta análise reúne o que cada questionário pergunta, quanto custou, quantos eleitores serão ouvidos e quando os resultados devem sair.
O instituto de pesquisas Quaest registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) três novos levantamentos que vão medir, entre 20 e 24 de agosto de 2026, as disputas pelo governo e pelo Senado em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Os três questionários também testam a intenção de voto para a Presidência da República e pedem ao eleitor uma avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e da gestão estadual correspondente. Nenhum deles traz resultado, porque as entrevistas ainda não foram concluídas.
Em Minas Gerais, a pesquisa registrada sob o código MG-04060/2026 prevê 1.506 entrevistas presenciais e domiciliares. No primeiro turno são apresentados onze nomes, entre eles Alexandre Kalil, do PDT, Cleitinho Azevedo, do Republicanos, Mateus Simões, do PSD, e Patrus Ananias, do PT. O questionário simula seis confrontos de segundo turno e mede conhecimento, potencial de voto e rejeição de cada pré-candidato, além de apresentar dezessete nomes para as duas vagas mineiras no Senado. O levantamento custou 212 mil reais ao grupo de comunicação que o encomendou, tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Em São Paulo, o questionário SP-06946/2026 prevê 1.800 entrevistas e inclui um cenário de segundo turno entre Fernando Haddad, do PT, e Tarcísio de Freitas, do Republicanos, além de outros cinco nomes no primeiro turno. Para as duas vagas paulistas no Senado são testados quinze pré-candidatos, entre eles Guilherme Derrite, do PP, Marina Silva, da Rede, Simone Tebet, do PSB, e Salles, do Novo. A pesquisa pergunta ainda qual o principal problema do estado e qual seria o efeito de eventuais apoios de Lula e de Flávio Bolsonaro. A margem de erro prevista é de dois pontos percentuais.
No Rio Grande do Sul, o levantamento RS-06875/2026 ouvirá 900 eleitores, custou 141 mil reais e testa sete pré-candidatos ao Palácio Piratini, entre eles Juliana Brizola, do PDT, Luciano Zucco, do PL, e Gabriel Souza, do MDB, com três cenários de segundo turno. O questionário gaúcho inclui doze nomes para o Senado e uma pergunta sobre o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além da avaliação da gestão de Eduardo Leite, do PSDB.
As reportagens convergem no essencial: os códigos de registro no TSE, o número de entrevistas, as datas de campo, o nível de confiança de 95% e o fato de que os três levantamentos medem também a corrida presidencial, com e sem Pablo Marçal na lista.
A diferença está no recorte. Veículos de direita organizaram a cobertura em torno dos personagens, com destaque para a confirmação da candidatura de Cleitinho Azevedo em Minas Gerais e para o duelo entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad em São Paulo, e detalharam pergunta a pergunta o conteúdo dos questionários. A cobertura de centro deu peso ao dinheiro e ao histórico: informou quanto custou cada levantamento, quem o encomendou e republicou os números da rodada anterior, em que Cleitinho Azevedo aparecia entre 44% e 46% nos cenários de segundo turno em Minas Gerais e Juliana Brizola liderava o primeiro turno gaúcho com 24%, contra 22% de Luciano Zucco. Não há, no conjunto de reportagens reunido, cobertura de veículos de esquerda sobre esses registros; uma leitura à esquerda tenderia a sublinhar que os levantamentos são encomendados e pagos por grupos privados de comunicação e que a escolha das perguntas ajuda a definir a agenda do debate eleitoral.
O que ainda não se sabe é o resultado de qualquer um dos três levantamentos. Há também divergência sobre a data de divulgação: parte da cobertura fala em segunda-feira, 24 de agosto, e parte aponta 25 de agosto para Minas Gerais e São Paulo. Nenhum texto explica por que a direção do Republicanos primeiro rejeitou e depois aceitou a candidatura de Cleitinho Azevedo, e nenhum informa se todos os pré-candidatos testados terão suas candidaturas homologadas pela Justiça Eleitoral.
Levantamento será realizado entre 21 e 24 de agosto e também testará cenários para a Presidência e as duas vagas de senador por MG

O levantamento vai medir a intenção de voto para governador e senador em São Paulo, além de avaliar os governos Tarcísio e Lula

Quaest fará pesquisa sobre disputa pelo governo e senado no Rio Grande do Sul; levantamento também avaliará gestões de Leite e Lula

Levantamento contará com Cleitinho Azevedo e testa seis possíveis disputas de segundo turno
