
Polícia Federal convoca Galípolo, Campos Neto e André Esteves no Caso Master
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A Polícia Federal convocou Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, o ex-presidente Roberto Campos Neto, o diretor Ailton de Aquino Santos e o banqueiro André Esteves para depor como testemunhas no inquérito do Caso Master. A investigação apura se servidores do Banco Central favoreceram Daniel Vorcaro com orientações e informações sobre a fiscalização. As audiências serão por videoconferência, mas ainda não têm data divulgada. A defesa de Campos Neto afirma não ter recebido a intimação.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A Polícia Federal convocou Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, o ex-presidente Roberto Campos Neto, o diretor Ailton de Aquino Santos e o banqueiro André Esteves para depor como testemunhas no inquérito do Caso Master.
Direita
Sob uma leitura de direita, os depoimentos devem fortalecer a responsabilização institucional sem transformar testemunhas em culpados. A Polícia Federal busca esclarecer se agentes do Banco Central interferiram na supervisão em favor do Banco Master, uma possível quebra grave de confiança regulatória.
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
O artigo distingue testemunhas de investigados, informa que as audiências serão remotas, reproduz a defesa de Roberto Campos Neto e a negativa dos ex-servidores, com abordagem factual.
Perspectivas omitidas
A nota relata de forma direta que quatro pessoas serão ouvidas como testemunhas e delimita a suspeita de favorecimento a Daniel Vorcaro, sem adjetivação ou tese partidária.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto descreve o ofício, identifica os convocados como testemunhas, registra a contestação da defesa de Roberto Campos Neto e atribui as suspeitas à investigação, sem enquadramento ideológico claro.
Quatro dirigentes atuais ou antigos do sistema financeiro foram chamados a depor sobre suspeitas de favorecimento ao Banco Master dentro do Banco Central. As oitivas serão remotas, ainda sem data divulgada, e todos aparecem como testemunhas.
A Polícia Federal convocou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ex-presidente da instituição Roberto Campos Neto, o diretor de Fiscalização Ailton de Aquino Santos e o presidente do BTG Pactual, André Esteves, para prestar depoimento no inquérito do Caso Master. Todos foram chamados como testemunhas. Essa condição significa que deverão relatar o que sabem e dizer a verdade, mas não os coloca, por esse ato, na posição de investigados.
O ofício que determinou as oitivas foi assinado em 3 de agosto. As audiências serão realizadas por videoconferência, porém os documentos acessados pelas reportagens não informam as datas. O objetivo é esclarecer suspeitas de que servidores do Banco Central tenham favorecido Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, durante processos de fiscalização e supervisão. A Polícia Federal apura se houve orientação estratégica ao banco, revisão de documentos e vazamento de informações sobre medidas que a autoridade monetária poderia adotar.
Dois ex-integrantes da fiscalização, Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza, estão entre os investigados. Eles foram afastados de suas funções por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. As matérias relatam que os dois negam favorecimento. Também informam que Ailton de Aquino Santos já havia prestado depoimento em maio e descrito um ambiente de desconfiança e vazamentos durante as discussões sobre o futuro do Banco Master. A nova rodada de oitivas deverá permitir a comparação dessas versões.
A defesa de Roberto Campos Neto declarou que ainda não havia recebido intimação e disse desconhecer o despacho. Os advogados questionaram o vazamento da informação antes do acesso ao documento, cuja autenticidade e conteúdo afirmaram não poder confirmar naquele momento. O Banco Central não havia respondido aos contatos registrados em parte da cobertura. O BTG Pactual informou que não se manifestaria.
A cobertura de centro relatou as convocações, a condição de testemunha e o objeto do inquérito em linguagem predominantemente documental. Não houve enquadramento ideológico classificado como esquerda ou direita entre os artigos com corpo suficiente. Um texto vindo de veículo de esquerda tinha somente uma frase, sem base para análise. Já veículos de direita não enfatizaram uma tese conservadora própria: o artigo desse campo foi classificado como centro pelo conteúdo factual. Assim, veículos de esquerda não apresentaram interpretação substantiva no corpus mantido, enquanto a leitura de direita desta página é uma síntese possível a partir dos fatos centrais.
Ainda não se sabe quando cada depoimento será realizado, se todos os convocados já foram formalmente intimados e quais documentos serão apresentados durante as oitivas. As fontes também não esclarecem qual contribuição específica a Polícia Federal espera de cada testemunha. O inquérito deverá determinar se houve favorecimento ao Banco Master, qual foi a extensão de uma eventual atuação indevida e quem pode ser responsabilizado.
As fontes convergem que Gabriel Galípolo, Roberto Campos Neto, Ailton de Aquino Santos e André Esteves foram chamados como testemunhas no inquérito sobre possível favorecimento ao Banco Master dentro do Banco Central.


A Polícia Federal (PF) determinou a intimação do atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do ex-presidente da instituição

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Perspectivas omitidas



