
Mário Frias contesta Operação Make Up sobre emendas de R$ 2 milhões
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Mário Frias negou irregularidades em R$ 2 milhões de emendas parlamentares e chamou a Operação Make Up de cortina de fumaça eleitoral. A Polícia Federal investiga possível desvio de recursos ligados à produção do filme Dark Horse. O deputado afirma que os projetos eram esportivos e de letramento digital e promete colaborar.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Mário Frias negou irregularidades em R$ 2 milhões de emendas parlamentares e chamou a Operação Make Up de cortina de fumaça eleitoral. A Polícia Federal investiga possível desvio de recursos ligados à produção do filme Dark Horse. O deputado afirma que os projetos eram esportivos e de letramento digital e promete colaborar.
Direita
Mário Frias sustenta que foi submetido a uma operação desproporcional, em ano eleitoral, antes de conhecer as acusações. Sob esse prisma, a investigação deve comprovar a passagem do dinheiro pelo deputado e respeitar suas garantias individuais, sem impedir a responsabilização caso os documentos demonstrem uso irregular das emendas.
2 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
O texto apresenta a negativa de Mário Frias e, em seguida, detalha os mandados, os valores, as entidades investigadas e o histórico da apuração. Separa as afirmações do deputado das suspeitas policiais e mantém tom factual.
Veículos com viés à direita
O artigo prioriza a defesa de Mário Frias, a crítica a uma suposta operação política e o impacto sobre sua família. A ênfase em abuso estatal e no direito de defesa corresponde ao enquadramento de direita, enquanto os indícios reunidos pela investigação recebem pouco detalhamento.
Perspectivas omitidas
Mário Frias contesta a Operação Make Up e afirma que R$ 2 milhões em emendas financiaram projetos esportivos e de letramento digital. A Polícia Federal investiga transferências ligadas ao filme Dark Horse, cumpriu 49 mandados e apreendeu documentos que agora deverão esclarecer o destino dos recursos.
O deputado federal Mário Frias negou irregularidades na destinação de R$ 2 milhões em emendas parlamentares e chamou de cortina de fumaça a Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal em 10 de setembro. A investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos destinados a entidades relacionadas à produção de Dark Horse, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Frias atua como roteirista e produtor executivo da obra e afirma que colaborará com a apuração.
A operação, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União. Além de Mário Frias, a empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela produtora Go Up Entertainment e por entidades beneficiadas, esteve entre os alvos. A Polícia Federal aponta indícios de organização criminosa voltada ao uso irregular de verbas públicas e falta de prestação de contas. Segundo o levantamento, transferências relacionadas ao filme somariam cerca de R$ 61 milhões, e aproximadamente R$ 750 mil enviados à produtora poderiam ter origem nesses recursos.
Frias afirma que destinou duas emendas de R$ 1 milhão ao Instituto Conhecer Brasil para um projeto esportivo e outro de letramento digital voltados a crianças e jovens. Segundo ele, o dinheiro sai do Tesouro Nacional para o órgão executor, que aprova o plano de trabalho e fiscaliza as contas, sem passar pelas mãos do parlamentar. O deputado também diz que tentava acessar o inquérito havia meses, tomou conhecimento das acusações no dia da busca e entregará toda a documentação solicitada. Celulares, documentos e um computador foram apreendidos em sua residência.
A cobertura de centro relatou a negativa do deputado junto com os números da operação, o histórico da investigação e os indícios apresentados pela Polícia Federal. Veículos de direita enfatizaram o argumento de Mário Frias de que houve excesso estatal e possível motivação eleitoral, além da falta de acesso prévio aos autos. Veículos de esquerda não tiveram cobertura própria neste cluster. Uma leitura à esquerda, baseada somente nos fatos apresentados pela cobertura de centro, destaca a proteção do patrimônio público, a rastreabilidade das emendas e a necessidade de comprovar que os projetos sociais receberam os recursos prometidos.
Ainda não se sabe se os R$ 2 milhões destinados por Frias foram aplicados integralmente nos projetos descritos, qual é a origem final dos R$ 750 mil associados à produtora e como as diferentes transferências se conectam à produção de Dark Horse. Também não há conclusão sobre responsabilidade criminal. A análise dos documentos apreendidos e das prestações de contas deverá mostrar se houve desvio ou se os registros confirmam a versão apresentada pelo deputado.
As duas coberturas registram que Mário Frias foi alvo da Operação Make Up, negou desvio em R$ 2 milhões de emendas e afirmou que colaborará com a Polícia Federal.

Mario Frias classificou a operação da Polícia Federal como uma "cortina de fumaça" promovida em contexto eleitoral.

Deputado afirma que processo de envio das emendas não passa por sua mão e que caso será arquivado. Leia no Poder360.
Falácias identificadas



