
Datafolha: saiba as intenções de voto para o Senado em SP, MG, RJ, PE e DF
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O Datafolha divulgou pesquisas para as duas vagas do Senado Federal em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. Marina Silva e Simone Tebet marcam 13% em São Paulo; Marília Campos tem 12% em Minas; Benedita da Silva soma 18% no Rio; Marília Arraes registra 18% em Pernambuco; e Michelle Bolsonaro alcança 21% no Distrito Federal.
Esquerda
As pesquisas do Datafolha mostram mulheres na dianteira numérica das disputas ao Senado Federal nas cinco unidades analisadas, embora representem partidos e campos políticos diferentes. O cenário também revela parcelas relevantes de indecisos, votos brancos e nulos, sinal de que a representação ainda está aberta a poucas semanas da eleição.
Centro
O Datafolha divulgou pesquisas para as duas vagas do Senado Federal em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. Marina Silva e Simone Tebet marcam 13% em São Paulo; Marília Campos tem 12% em Minas; Benedita da Silva soma 18% no Rio; Marília Arraes registra 18% em Pernambuco; e Michelle Bolsonaro alcança 21% no Distrito Federal.
Direita
O levantamento do Datafolha oferece um retrato momentâneo de disputas ainda abertas e competitivas pelo Senado Federal. Margens de erro de dois ou três pontos, amostras registradas e dois votos por eleitor exigem cautela: liderança numérica não equivale a resultado garantido, e os dois mais votados serão eleitos sem segundo turno.
8 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O núcleo jornalístico apenas organiza resultados, metodologia e registros das pesquisas em cinco unidades da Federação. O texto promocional ao fim da página tem linguagem ideológica, mas é boilerplate e não altera o caráter factual CENTER da matéria.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
O texto apresenta percentuais, margem de erro, amostra, período de campo e registro no Tribunal Superior Eleitoral, além de explicar a renovação de duas cadeiras. Não favorece candidatura ou campo partidário e é claramente CENTER.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O artigo lista resultados para governo e Senado, informa metodologia e explica que pesquisas são retratos sujeitos a amostra e formulação. A cautela sobre discrepâncias históricas não favorece candidatos de direita e funciona como educação metodológica, mantendo perfil CENTER.
Pesquisas do Datafolha mostram quem lidera numericamente as corridas pelas duas vagas do Senado Federal em cinco unidades da Federação. Reunimos percentuais, margens de erro, amostras e as diferenças entre as leituras de centro, esquerda e direita.
O Datafolha divulgou em 11 de setembro um conjunto de pesquisas sobre a disputa pelas duas vagas do Senado Federal em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. Em 2026, cada unidade da Federação elegerá dois senadores, sem segundo turno. Ao todo, 54 das 81 cadeiras da Casa estão em renovação. Os levantamentos foram registrados na Justiça Eleitoral e retratam a opinião dos entrevistados durante o período de campo, não uma previsão do resultado das urnas.
Em São Paulo, Marina Silva e Simone Tebet aparecem com 13% cada, à frente de André do Prado, com 11%, e Guilherme Derrite, com 10%. Em Minas Gerais, Marília Campos marca 12%, Carlos Viana e Aécio Neves têm 10%, Domingos Sávio registra 8% e Marcelo Aro, 6%. No Rio de Janeiro, Benedita da Silva soma 18%, enquanto Carlos Jordy e Carlos Portinho têm 10% cada.
Em Pernambuco, Marília Arraes registra 18%, Humberto Costa, 16%, Mendonça Filho, 12%, e Eduardo da Fonte, 10%. O levantamento estadual ouviu 1.204 pessoas de 8 a 10 de setembro, tem margem de erro de três pontos e confiança de 95%. No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro alcança 21%, Leila do Vôlei, 18%, Bia Kicis, 15%, e Erika Kokay, 14%. Foram ouvidos 910 eleitores entre 8 e 11 de setembro, também com margem de três pontos e confiança de 95%. São Paulo teve amostra de 1.610 pessoas e margem de dois pontos; Minas Gerais e Rio de Janeiro ouviram 1.204 eleitores cada, com margem de três pontos.
A cobertura de centro relatou os percentuais, as margens, as amostras e os registros eleitorais sem favorecer candidaturas. Também explicou que cada eleitor escolhe dois nomes e que os dois mais votados em cada unidade vencem diretamente. Em algumas matérias, os resultados foram separados entre pesquisa espontânea, primeiro voto, segundo voto e total consolidado, o que ajuda a entender por que listas com duas vagas não funcionam como uma corrida de escolha única.
Embora haja veículo de esquerda entre as fontes, o artigo correspondente foi factual e entrou como centro. Assim, veículos de esquerda não trouxeram enquadramento editorial próprio. Uma leitura possível desse lado, construída apenas com os dados disponíveis, destaca a presença de mulheres na liderança numérica das cinco disputas, a diversidade partidária e o peso de indecisos, brancos e nulos para a representação futura no Senado Federal.
O mesmo ocorre com a cobertura de direita: o artigo vindo desse campo apresentou metodologia e resultados sem defender candidaturas e também foi classificado como centro. Veículos de direita não ofereceram uma interpretação ideológica própria. Uma leitura possível à direita, derivada dos mesmos fatos, enfatiza a liberdade de escolha do eleitor, a competição aberta e a importância de margens de erro, registros públicos e cautela diante de pesquisas que são apenas retratos do momento.
Ainda não se sabe como os indecisos distribuirão seus dois votos, quanto as preferências mudarão até a eleição nem quais combinações de nomes prevalecerão nas urnas. As diferenças entre resultados totais, primeiro voto e segundo voto também impedem transformar uma posição isolada em previsão segura das duas cadeiras. O quadro atual mostra lideranças numéricas, não vencedores definidos.
As coberturas convergem sobre os percentuais divulgados pelo Datafolha, as margens de erro, as amostras e a existência de duas vagas para o Senado Federal em cada unidade pesquisada.

Presidente do PSDB é testado após confirmar candidatura

O levantamento atualiza a disputa pela Casa Alta a 23 dias da eleição

Pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro.

Foram ouvidas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro; margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Foram ouvidos 910 eleitores no Distrito Federal entre os dias 8 e 11 de setembro; margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Ex-primeira-dama e madrasta de Flávio Bolsonaro subiu dois pontos percentuais em relação à pesquisa de agosto

Nova pesquisa do Datafolha mostra como está a disputa pelo governo e Senado em Pernambuco nas eleições de 2026.

Na pesquisa espontânea, em que o Datafolha não mostra aos eleitores a lista dos candidatos, 75% estão indecisos.
A reportagem separa pesquisa espontânea, consolidado estimulado, primeiro voto e segundo voto, informa margem, confiança, amostra e registro e lista candidaturas de vários partidos sem tratamento valorativo. O perfil é CENTER.
O artigo lista percentuais de todos os candidatos e informa amostra, período de campo, margem, confiança e protocolo eleitoral. Não há vocabulário ideológico nem seleção partidária, configurando CENTER.
Perspectivas omitidas



