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A Go Up Entertainment, produtora do filme 'Dark Horse' inspirado em Jair Bolsonaro, e estruturas a ela ligadas teriam recebido contratos da Prefeitura de Sao Paulo, incluindo cerca de R$ 12 milhoes envolvendo a SPTuris, apos um ex-socio assumir cargo no orgao municipal. O Instituto Conhecer Brasil, ONG presidida por Karina da Gama, dona da produtora, contratou um advogado ligado ao grupo de Frias para executar um programa com a Prefeitura. Nao ha, nos textos, manifestacao da Prefeitura, da SPTuris ou da produtora.
Fuja da Bolha ler
A Prefeitura de Sao Paulo virou alvo de questionamentos apos a revelacao de que a Go Up Entertainment, produtora do filme 'Dark Horse', inspirado na trajetoria do ex-presidente Jair Bolsonaro, e estruturas a ela ligadas teriam recebido contratos milionarios da gestao municipal. Segundo a cobertura, cerca de R$ 12 milhoes estariam associados a SPTuris, a empresa de turismo da capital paulista, e os contratos teriam vindo logo depois que um ex-socio da rede assumiu cargo no orgao.
O nucleo factual e convergente entre os veiculos. O Instituto Conhecer Brasil, organizacao nao governamental presidida por Karina da Gama, e identificado como peca central do arranjo. Karina e dona da Go Up Entertainment, responsavel pela producao de 'Dark Horse'. A ONG, segundo a apuracao, contratou um advogado ligado ao grupo de Frias para executar um programa em parceria com a Prefeitura. O entrelacamento entre a produtora de um filme de viés bolsonarista, uma ONG, um cargo publico na SPTuris e contratos com a administracao municipal e o ponto que une as diferentes coberturas.
E no enquadramento que os lados se distanciam. Veiculos de esquerda destacaram a coincidencia temporal entre a posse do ex-socio na SPTuris e a chegada dos contratos, lendo o episodio como favorecimento: dinheiro do contribuinte paulistano beneficiando um grupo politicamente alinhado a direita, com cargos publicos servindo de porta de entrada para verbas. Para essa cobertura, o caso ilustra a captura de recursos publicos por interesses privados e ideologicos, agravada pela falta de transparencia.
A cobertura de direita, por sua vez, adotou um tom mais descritivo. Veiculos de direita enfatizaram a estrutura juridico-institucional do arranjo, detalhando quem preside a ONG, qual a relacao com a produtora e como o advogado foi contratado para executar o programa, sem partir da premissa de irregularidade. Nessa leitura, o que existe e uma teia de contratos cuja legalidade ainda precisa ser apurada, e nao uma acusacao fechada. A cobertura de centro, factual, limita-se a registrar os elementos comprovaveis: a produtora, os valores associados a SPTuris, a posse do ex-socio e o vinculo da ONG.
O que ainda nao se sabe e relevante. Nenhuma das materias traz manifestacao oficial da Prefeitura de Sao Paulo, da SPTuris ou da Go Up Entertainment. Tambem nao ha detalhamento publico do objeto dos contratos, do processo licitatorio que os originou nem da eventual existencia de apuracao por orgaos de controle. Sem essas respostas, permanece em aberto se houve irregularidade ou apenas contratacoes regulares cuja coincidencia temporal chamou atencao.
Cerca de R$ 12 milhoes em recursos municipais de Sao Paulo estariam envolvidos. O caso toca o uso de dinheiro publico, possivel conflito de interesses entre cargo na SPTuris e contratos, e o financiamento indireto de producao cultural alinhada a Bolsonaro.
Esquerda, centro e direita reconhecem que a Go Up Entertainment, produtora do filme 'Dark Horse' sobre Bolsonaro, e estruturas ligadas a ela aparecem conectadas a contratos da Prefeitura de Sao Paulo, com cerca de R$ 12 milhoes associados a SPTuris apos um ex-socio assumir cargo no orgao.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veiculo de esquerda enquadra a relacao entre o cargo publico e os contratos como favorecimento, vinculando a produtora do filme pro-Bolsonaro a verba municipal. O corpo e curto e afirmativo ('ganhou contratos milionarios apos ex-socio assumir cargo'), sem contraditorio, sinalizando viés critico ao grupo de direita beneficiado.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Veiculo de direita reporta o arranjo com detalhamento institucional (ONG presidida por Karina da Gama, dona da Go Up, produtora do filme sobre Bolsonaro; contratacao de advogado ligado a Frias para executar programa com a Prefeitura). O tom e mais descritivo que acusatorio, mas o recorte enfatiza a teia de relacoes contratuais, perfil de cobertura RIGHT pelo distanciamento do enquadramento de favorecimento.

Rede ligada à produtora de "Dark Horse" ganhou contratos milionários na SPTuris após ex-sócio assumir cargo.

O Instituto Conhecer Brasil é uma organização não governamental (ONG) presidida por Karina da Gama, dona da Go Up Entertainment, responsável pela produção de Dark Horse, filme inspirado na vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
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Perspectivas omitidas



