Flávio Bolsonaro vai aos EUA sem entregar passaportes exigidos por Moraes
2 veículos de esquerda · 6 veículos de centro · 2 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
10 fontes políticas
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Como decidimos →O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal do Rio de Janeiro, deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos nesta terça-feira, 27 de outubro, dois dias depois de perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. Ele não entregou os passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas fixado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em inquérito sobre lavagem de dinheiro, e os documentos foram cancelados. A rota da viagem segue sem confirmação oficial.
Veículos de esquerda trataram a viagem como fuga e descumprimento direto de uma ordem do Supremo Tribunal Federal. A cobertura destacou que o senador repete o caminho do pai, Jair Bolsonaro, que deixou o país após perder em 2022 e depois foi condenado por tentativa de golpe, e que o irmão, Eduardo Bolsonaro, já havia defendido publicamente a saída em caso de derrota.
Veículos de direita deram mais espaço à defesa e ao impacto jurídico e político da saída. A cobertura registrou que o advogado Frederick Wassef negou qualquer participação, defendeu o cumprimento de decisões judiciais e disse que Valdemar Costa Neto também foi pego de surpresa.
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Dois dias depois de perder o segundo turno para Lula, o senador Flávio Bolsonaro deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos sem cumprir a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de entregar os passaportes. A Polícia Federal cancelou os documentos, e a rota da viagem segue sem confirmação oficial.
O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal do Rio de Janeiro, deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos nesta terça-feira, 27 de outubro. A viagem aconteceu dois dias depois de ele perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, e um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandar que ele entregasse os passaportes e proibir sua saída do país.
A ordem foi dada num inquérito que investiga Flávio e o advogado Willer Tomaz por suspeita de lavagem de dinheiro. O senador foi intimado pela Polícia Federal na segunda-feira, 26, ao deixar a casa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, e tinha 24 horas para cumprir a decisão. Em vídeo, disse que entregaria os documentos e chamou a medida de tentativa de intimidação. O prazo terminou sem a entrega, e a Polícia Federal cancelou os passaportes comum e diplomático.
A cobertura de centro relatou uma manhã de versões desencontradas. Um jornal argentino afirmou que o senador cruzou a fronteira por Puerto Iguazú para embarcar num avião particular, mas as autoridades argentinas disseram não ter registro de entrada. Uma agência internacional de notícias confirmou a ida aos Estados Unidos com um aliado próximo e uma fonte do governo americano, e uma autoridade da Polícia Federal afirmou que ele não passou por posto regular de controle migratório. O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, chegou a negar a viagem e depois se disse surpreso. Na noite anterior, um comboio de quatro carros deixou a casa de Flávio no Lago Sul, sem que se soubesse quem estava nos veículos. No mesmo dia, o ministro Flávio Dino pediu à Polícia Federal um inquérito sobre possível financiamento estrangeiro da campanha.
Veículos de esquerda trataram o episódio como fuga e destacaram o paralelo com Jair Bolsonaro, que deixou o país após a derrota de 2022 e depois foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Essa cobertura lembrou que a decisão de Moraes veio depois de o ex-deputado Eduardo Bolsonaro defender que o irmão saísse do país se perdesse, e ligou o inquérito a negócios com plataformas de apostas.
Veículos de direita deram mais espaço à defesa. O advogado Frederick Wassef negou qualquer participação na saída, disse que decisões judiciais devem ser cumpridas e afirmou que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também foi pego de surpresa. Outra parte dessa cobertura mapeou as frentes judiciais do senador no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral, que podem levar à inelegibilidade, e o fim do mandato em janeiro de 2027, quando ele perde as prerrogativas parlamentares.
Ainda não se sabe por qual rota o senador saiu do país, quem o acompanhou e como ele entrou nos Estados Unidos. Também falta saber como o Supremo vai reagir ao descumprimento da ordem e se haverá pedido formal de explicações ao governo americano.
O investidor e ex-secretário de Turismo do México Simón Levy que o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi para os Estados Unidos.

O senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, derrotado nas eleições de domingo, fugiu para os Estados Unidos após o Supremo Tribunal Federal determinar a entrega de seus passaportes. A informação é da Agência Reuters. Flávio deveria entregar os documentos até a manhã desta terça-feira (27), mas isso não ocorreu. O senador também estava proibido de deixar o país. A decisão sobre a apreensão dos passaportes foi do ministro Alexandre de Moraes, do STF, relator do inquérito que investiga Flávio Bolsonaro e seu amigo, o advogado Willer Tomaz.
Reportagem afirma que Flávio Bolsonaro deixou o Brasil rumo aos EUA após ordem de Moraes. Senador não entregou passaportes à PF no prazo.


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