Flávio Bolsonaro e Lula disputam segundo turno presidencial em 25 de outubro
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Como decidimos →Lula, do Partido dos Trabalhadores, chega ao segundo turno de 25 de outubro em desvantagem estreita, menos de dois pontos atrás de Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal. A disputa segue aberta, e milhões de eleitores voltam às urnas para decidir entre projetos opostos de país, também em seis estados e no Distrito Federal.
Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, termina o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, à frente do presidente Lula, e chega ao segundo turno de 25 de outubro em posição de vantagem. O PL também disputa governos estaduais, como no Rio de Janeiro e no Amazonas.
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As duas matérias trazem os mesmos fatos: segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula em 25 de outubro, com Flávio à frente por 47,03% a 45,16% dos votos válidos, e nova votação para governador em seis estados e no Distrito Federal.
Flávio Bolsonaro, do PL, e Lula, do PT, disputam o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro de 2026. Flávio terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos e Lula com 45,16%. Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins também escolhem governador na mesma data.
Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), e Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), vão disputar o segundo turno da eleição para presidente da República. Os eleitores voltam às urnas no domingo, 25 de outubro de 2026.
Flávio terminou a apuração do primeiro turno em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56.103.033 votos. Lula ficou em segundo, com 45,16%, ou 53.870.724 votos. A diferença entre os dois é de menos de dois pontos percentuais. Pela regra eleitoral, a eleição presidencial vai para o segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro.
A disputa pelos governos estaduais também não terminou em seis estados e no Distrito Federal, que votam na mesma data. No Acre, a disputa é entre Mailza Assis, do Progressistas, e Alan Rick, do Republicanos. No Amazonas, entre Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL. No Distrito Federal, entre Celina Leão, do Progressistas, e Leandro Grass, do PT. No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, teve 49,65% dos votos válidos e enfrenta Ricardo Ferraço, do MDB, que ficou com 34,06%. No Rio de Janeiro, Douglas Ruas, do PL, enfrenta Eduardo Paes, do PSD. No Rio Grande do Norte, a disputa é entre Allyson, do União Brasil, e Cadu de Lula, do PT. No Tocantins, entre Professora Dorinha, do União Brasil, e Vicentinho Júnior, do PSDB.
A cobertura de centro relatou esses números em formato de serviço ao eleitor, com a data, o placar e a lista de estados. As duas matérias reunidas aqui reproduzem o mesmo texto de agência pública, sem acréscimo opinativo. Por isso, não houve até o momento enquadramento próprio de veículos de esquerda nem de veículos de direita sobre o resultado. Uma das versões apresentou a notícia com a pergunta sobre quais estados empataram, embora o texto não registre empate em nenhum deles: trata apenas de estados onde nenhum candidato passou de metade dos votos.
A leitura dos números permite ângulos distintos. Quem olha pela ótica da campanha de Lula vê uma disputa aberta, decidida por margem estreita. Quem olha pela ótica de Flávio Bolsonaro vê uma liderança de mais de dois milhões de votos sobre o presidente em exercício. Nenhuma das duas interpretações foi formulada pelos textos, que se limitam aos dados oficiais da apuração.
Ainda não se sabe como os votos dos candidatos derrotados no primeiro turno vão se distribuir, nem quais apoios cada campanha vai reunir até 25 de outubro. Os textos também não trazem os percentuais do primeiro turno nos estados com nova votação para governador, com exceção do Espírito Santo.
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