
Real Time Big Data aponta líderes ao Senado em Tocantins, Minas Gerais e Paraná
2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Criar conta e fazer o testeGrátis. Cerca de 5 minutos. Seu resultado fica salvo.
O instituto Real Time Big Data divulgou entre 26 e 28 de agosto de 2026 três pesquisas de intenção de voto para o Senado Federal, em Tocantins, Minas Gerais e Paraná, estados que elegem duas cadeiras cada em outubro. No Tocantins, o senador Eduardo Gomes (PL) aparece com 26% e o deputado federal Alexandre Guimarães (MDB) com 18%. Em Minas Gerais, Marília Campos (PT) lidera com 24%, com empate técnico entre Carlos Viana (PSD) e Domingos Sávio (PL), ambos com 13%, Marcelo Aro (PP), com 12%, e Áurea Carolina (PSOL), com 9%. No Paraná, cinco nomes estão separados por seis pontos: Deltan Dallagnol (Novo), com 20%, Alexandre Curi (Republicanos), com 18%, Filipe Barros (PL), com 17%, Gleisi Hoffmann (PT), com 15%, e Cristina Graeml (PSD), com 14%. As três sondagens têm margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O instituto Real Time Big Data divulgou entre 26 e 28 de agosto de 2026 três pesquisas de intenção de voto para o Senado Federal, em Tocantins, Minas Gerais e Paraná, estados que elegem duas cadeiras cada em outubro.
Direita
As três pesquisas do Real Time Big Data apontam força de candidaturas de campo conservador na corrida por cadeiras no Senado Federal. No Tocantins, o senador Eduardo Gomes (PL) lidera com 26%, e nomes de partidos de centro-direita ocupam praticamente todas as primeiras posições.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
A narrativa é factual e trata o empate técnico com rigor, explicitando que os quatro nomes da segunda vaga estão dentro da margem de erro. A comparação com a rodada de 30 de julho é apresentada sem juízo de valor. O adjetivo 'acirrada' no título é sustentado pelos números do corpo, e não há vocabulário ideológico marcado para nenhum dos lados.
Perspectivas omitidas
Texto puramente descritivo: lista percentuais por candidato em ordem decrescente, sem adjetivação e sem enquadrar a disputa em chave ideológica. A seção de metodologia informa amostra de 1.600 eleitores, período de campo, margem de erro de dois pontos e protocolo de registro no TSE, marcadores de cobertura factual de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O núcleo noticioso é factual e transparente quanto à metodologia, mas o texto agrega uma seção editorial fixa que enquadra pesquisas como ferramenta de influência sobre partidos, lideranças e 'humores do mercado financeiro' e evoca os erros de 2022. Esse enquadramento cético em relação ao instrumento demoscópico, somado à ordenação que abre pelos nomes de campo conservador, caracteriza cobertura de direita.
Perspectivas omitidas
Três pesquisas do Real Time Big Data divulgadas no fim de agosto de 2026 medem a disputa por duas cadeiras no Senado Federal em Tocantins, Minas Gerais e Paraná. Em todos os estados há um nome à frente e uma segunda vaga decidida dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Veja os percentuais de cada candidato, a metodologia de cada levantamento e como a cobertura de centro e de direita leu os números.
O instituto Real Time Big Data divulgou, entre 26 e 28 de agosto de 2026, três pesquisas de intenção de voto para o Senado Federal em Tocantins, Minas Gerais e Paraná. Os três estados elegem duas cadeiras cada em outubro, e em todos eles o retrato é semelhante: um nome à frente com alguma folga e uma segunda vaga disputada dentro da margem de erro.
No Tocantins, o senador Eduardo Gomes (PL) lidera com 26% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Alexandre Guimarães (MDB), com 18%. Aparecem depois o deputado Gaguim (União), com 10%, o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo (Podemos), com 9%, o ex-deputado Ronaldo Dimas (Podemos), com 8%, e o deputado Eli Borges (Republicanos), com 7%. Paulo Mourão (PT) tem 6% e Professor Osvaldo (PSOL), 3%. Foram ouvidos 1.600 eleitores entre 21 e 25 de agosto, em entrevistas presenciais, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral.
Em Minas Gerais, Marília Campos (PT) lidera com 24%, e a segunda cadeira tem empate técnico entre Carlos Viana (PSD) e Domingos Sávio (PL), com 13% cada, Marcelo Aro (PP), com 12%, e Áurea Carolina (PSOL), com 9%. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre 22 e 26 de agosto. Na comparação com o levantamento de 30 de julho, Marília Campos subiu de 21% para 24%, Domingos Sávio saltou de 9% para 13% e Marcelo Aro recuou de 14% para 12%. Aécio Neves (PSDB), que aparecia no cenário anterior, não foi testado desta vez. No Paraná, cinco nomes ficam separados por seis pontos percentuais: Deltan Dallagnol (Novo), com 20%, Alexandre Curi (Republicanos), com 18%, Filipe Barros (PL), com 17%, Gleisi Hoffmann (PT), com 15%, e Cristina Graeml (PSD), com 14%. Foram 1.600 entrevistas entre 24 e 27 de agosto, e o levantamento também está registrado no tribunal eleitoral.
A cobertura de centro tratou os três levantamentos como fotografia de momento e concentrou-se na aritmética das duas vagas. Sublinhou que o eleitor pode indicar até dois nomes, que os percentuais divulgados consolidam primeiro e segundo votos reduzidos a 100%, e que diferenças menores que a margem de erro de dois pontos configuram empate técnico, não vantagem. Nessa leitura, o dado mais firme não é quem lidera, e sim o número de candidaturas ainda dentro do páreo pela cadeira restante em cada estado.
Veículos de direita enfatizaram a competitividade das candidaturas de campo conservador, com destaque para a liderança do ex-procurador Deltan Dallagnol no Paraná e para o desempenho do senador Eduardo Gomes no Tocantins, e acrescentaram uma ressalva metodológica: pesquisa é leitura de momento, e sondagens publicadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado das urnas. Esse enquadramento pede atenção do leitor à amostra, ao período de campo e à forma da pergunta antes de tratar o percentual como prognóstico.
Veículos de esquerda não publicaram cobertura própria desses levantamentos até o momento. A leitura provável desse campo, ancorada nos mesmos números, é que a liderança isolada de Marília Campos em Minas Gerais e a posição de Gleisi Hoffmann no bloco competitivo do Paraná mantêm a esquerda viva na disputa por cadeiras que decidem sabatinas, tratados e projetos de política social, ainda que no Tocantins o campo progressista apareça distante das duas vagas.
O que ainda não se sabe é o efeito do horário eleitoral gratuito sobre esses percentuais, fase em que candidaturas com menos exposição prévia costumam se mover. Também não está esclarecido quem contratou a rodada de Minas Gerais nem o número de registro daquele levantamento, ao contrário do que ocorre com as pesquisas de Tocantins e Paraná. Não há, no material divulgado, explicação para a ausência de Aécio Neves no cenário mineiro desta rodada, nem recortes por região, faixa de renda ou escolaridade que permitam entender onde cada candidatura concentra apoio.
Toda a cobertura reproduz os mesmos números do Real Time Big Data e trata as três disputas como definidas por um líder folgado e uma segunda vaga em aberto. Há convergência também sobre a metodologia: margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e cenário estimulado com consolidação de primeiro e segundo votos.

Real Time Big Data mostrou como está a disputa para o Senado Federal pelo Paraná. Confira os detalhes do resultado na Gazeta do Povo.

Marília Campos lidera com 24%, enquanto Carlos Viana, Domingos Sávio e Marcelo Aro aparecem em empate técnico pela 2ª vaga ao Senado

Foram ouvidos 1.600 eleitores do estado entre 21 e 25 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos
Falácias identificadas
Leia em seguida




