Renan Santos vota na Zona Sul de São Paulo e ataca Flávio Bolsonaro
5 veículos de centro · 3 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
8 fontes políticas
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Como decidimos →O candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, votou na manhã de domingo, 4 de outubro, numa escola estadual da Vila Friburgo, na Zona Sul de São Paulo. Ao votar, chamou a disputa de 2026 de a eleição "mais bizarra" desde a redemocratização, criticou a falta de debates e atacou o senador Flávio Bolsonaro (PL). As pesquisas da véspera o mostravam entre 3% e 4,6% dos votos válidos. À tarde, cancelou a coletiva prevista para o Morumbi sem explicar o motivo.
Ao votar em São Paulo, Renan Santos, candidato do Missão, disparou contra Flávio Bolsonaro, a quem chamou de "desqualificado, covarde e burro", e atribuiu à judicialização o que descreveu como a eleição mais bizarra desde 1989.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, votou na manhã de 4 de outubro numa escola da Zona Sul de São Paulo. Ao sair, chamou a disputa de a eleição mais bizarra desde a redemocratização, criticou a falta de debates e atacou Flávio Bolsonaro. Esquerda, centro e direita deram ênfases diferentes ao episódio.
O candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, votou na manhã de domingo, 4 de outubro, primeiro turno das eleições de 2026. Ele chegou por volta das 10h30 à Escola Estadual Professor José Geraldo de Lima, na Vila Friburgo, Zona Sul de São Paulo. Vestia preto, usava óculos escuros e o adesivo do partido.
Na saída, o empresário de 42 anos fez duras críticas à campanha. Disse que aquela era "a eleição mais bizarra de todas, a mais estranha desde a redemocratização" e que não houve debate de propostas. Segundo ele, as forças políticas majoritárias, envolvidas em escândalos de corrupção, construíram uma eleição vazia. Também mirou o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, a quem chamou de desqualificado, e afirmou que nenhum eleitor de Flávio sabe explicar o próprio voto. Disse ainda ter trabalhado contra o voto útil.
Os relatos convergem nos detalhes. Renan estava acompanhado de candidatos do Missão, entre eles Kim Kataguiri, Guto Zacarias e Renato Battista, e da vereadora Amanda Vettorazzo. As pesquisas divulgadas na véspera o colocavam com 3% dos votos válidos no Datafolha, na Quaest e no PoderData, e com 4,6% na AtlasIntel. Ele acompanhou a apuração na sede do partido, em evento fechado à imprensa. A entrevista coletiva prevista para o Morumbi, depois da contagem, foi cancelada. A assessoria não explicou o motivo e disse apenas que ele se manifestaria pelas redes sociais.
A cobertura de centro concentrou-se no registro do voto, nas falas e no quadro das pesquisas, que mostravam Lula e Flávio numericamente à frente, com o terceiro pelotão distante. Parte dela lembrou que Renan é um dos fundadores do Movimento Brasil Livre, o MBL, surgido nos protestos que levaram ao impeachment de Dilma Rousseff, e que disputa sua primeira eleição.
Veículos de esquerda destacaram o perfil e as propostas do candidato. Enfatizaram o lema "prendeu, matou", inspirado na política de segurança de Nayib Bukele em El Salvador, que prevê negar processo criminal padrão a integrantes do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho. Essa cobertura registrou que o modelo salvadorenho é alvo de denúncias de entidades de direitos humanos por prisões sem mandado e julgamentos coletivos. Lembrou também que o MBL apoiou Jair Bolsonaro em 2018 antes de romper com o governo.
Veículos de direita enfatizaram os ataques a Flávio Bolsonaro, chamado de "desqualificado, covarde e burro", e a crítica do candidato à judicialização da disputa. Essa cobertura associou a fala ao ambiente de decisões do Tribunal Superior Eleitoral sobre a participação de candidatos e ao cancelamento do debate do primeiro turno, depois da polêmica sobre um púlpito vazio reservado a Lula.
O que ainda não se sabe é o motivo do cancelamento da coletiva e como Renan Santos se posicionará diante do resultado do primeiro turno. Flávio Bolsonaro não respondeu publicamente aos ataques nas matérias analisadas.
Empresário acompanha a contagem de votos do 1º turno na sede do partido Missão

Candidato à Presidência soma 3% das das intenções de votos válidos no 1º turno, segundo pesquisa PoderData. Leia no Poder360.

Candidato votou por volta das 10 horas na zona Sul da Capital paulista

O candidato do Missão criticou a ausência de debates; ‘foi uma eleição vazia porque as forças políticas que são majoritárias estão envolvidas em escândalos de corrupção gigantescos e não querem a discussão’

Junto de apoiadores e colegas de partido, candidato do Missão teceu críticas à campanha eleitoral e aos adversários

Candidato à Presidência falou em "eleição mais bizarra da história" e disse ter combatido ideia de voto útil. Leia na Gazeta do Povo.

Renan Santos (Missão) vota em Vila Friburgo, São Paulo UOL Notícias
Candidato vota na manhã deste domingo (4) na escola estadual Professor José Geraldo de Lima.

Nesta matéria: perspectiva omitida.