Brasil e Estados Unidos negociam tarifas após recomendação de taxa de 25%
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Ministros do governo brasileiro e o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, se reuniram por videoconferência em 12 de junho de 2026 para intensificar as negociações sobre as novas tarifas propostas pelo governo norte-americano. A equipe brasileira foi liderada por Márcio Elias Rosa, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. As tratativas ganharam urgência depois que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, recomendou à Casa Branca uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, a partir de investigação conduzida sob a seção 301.
A recomendação do USTR expõe o custo acumulado de um modelo comercial fechado: tarifas preferenciais, entraves a métodos digitais de pagamento e um veto brasileiro ao acordo global de comércio eletrônico na Organização Mundial do Comércio que trava a integração do país.
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Ministros brasileiros e o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, se reuniram por videoconferência para tratar das novas tarifas propostas pelo governo norte-americano. A conversa ganhou urgência depois que o USTR recomendou à Casa Branca uma taxa de 25% sobre produtos brasileiros, e o Executivo brasileiro passou a estudar a flexibilização de tarifas setoriais para chegar a um acordo.
Ministros do governo brasileiro e o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, se reuniram por videoconferência na sexta-feira, 12 de junho de 2026, para intensificar as negociações sobre as novas tarifas propostas pelo governo norte-americano. A equipe brasileira foi liderada por Márcio Elias Rosa, titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com a possibilidade de participação de chefes de outras pastas do governo federal, segundo fontes ligadas às tratativas.
O encontro ganhou urgência depois que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, conhecido pela sigla USTR, recomendou à Casa Branca a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A recomendação partiu de uma investigação conduzida sob a chamada seção 301 da legislação comercial norte-americana, que apontou possíveis práticas comerciais desleais por parte do Brasil. Entre os pontos apurados estão tarifas preferenciais, métodos digitais de pagamento e práticas ambientais, com destaque para o desmatamento.
Para responder à ameaça, o grupo de trabalho bilateral criado anteriormente para discutir medidas do governo de Donald Trump será reativado, com a tarefa de avaliar os impactos das possíveis sanções. O governo brasileiro prepara uma resposta formal aos Estados Unidos e, embora não tenha atendido às exigências norte-americanas durante a investigação, admite negociar ajustes em tarifas de setores específicos como alternativa diplomática. Uma das opções em estudo é rever a posição brasileira sobre o acordo global de comércio eletrônico na Organização Mundial do Comércio: a retirada do veto do Brasil beneficiaria interesses diretos do governo norte-americano e sinalizaria disposição para um entendimento mais amplo.
Até o momento, apenas um veículo cobriu diretamente essa negociação, e o relato é de fonte única. O texto se apoia em apuração de bastidores atribuída a pessoas ligadas às tratativas, não traz posicionamento oficial da Casa Branca nem manifestação pública do governo brasileiro e não ouve setores exportadores. Por isso não há, nesta matéria, contraste real de enquadramento entre coberturas de lados diferentes, e atribuir leituras a veículos que não escreveram sobre o caso seria inventar um debate que ainda não existe no noticiário.
O que ainda não se sabe é justamente o essencial. Não há definição sobre se a Casa Branca vai acolher a recomendação de 25%, nem prazo anunciado para essa decisão. Também não foram detalhados quais setores brasileiros entrariam na eventual flexibilização tarifária, qual será o conteúdo da resposta formal do governo brasileiro e se o veto ao acordo de comércio eletrônico na Organização Mundial do Comércio será de fato retirado. O resultado da videoconferência não foi divulgado, e nenhum dos dois governos anunciou nova rodada de conversas.
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