
Ricardo Stuckert deixa governo para trabalhar na campanha de Lula
Toque num lado para ler o resumo dele.
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Toque num lado para ler o resumo dele.
3 fontes políticas
Como decidimos →O fotógrafo Ricardo Stuckert, auxiliar de confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) há 23 anos, deixou o cargo de secretário de Produção e Divulgação de Conteúdo Audiovisual da Secom para atuar na campanha de reeleição do petista. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União em 6 de julho de 2026, com efeito retroativo a 4 de julho, data em que começou o período de defeso eleitoral previsto na Lei das Eleições. Outros dois servidores também foram exonerados no mesmo ato.
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Relato sóbrio da exoneração de Stuckert, ancorado na portaria publicada no Diário Oficial, sem juízo de valor. Cita nomes (Nicole Briones, Raul Rabelo, Sidônio Palmeira) e contextualiza o núcleo de comunicação lulista sem enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Enquadra a saída de Stuckert dentro do cumprimento da legislação eleitoral (defeso eleitoral), com ênfase em prazos, retroatividade e no histórico funcional dos demais exonerados, priorizando accountability institucional e cumprimento de regras, traço típico de cobertura de direita, ainda que sem adjetivação carregada.
O fotógrafo Ricardo Stuckert, um dos auxiliares mais próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixou nesta segunda-feira, 6 de julho de 2026, o cargo de secretário de Produção e Divulgação de Conteúdo Audiovisual da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União e tem efeito retroativo a 4 de julho, data em que começou o chamado defeso eleitoral, período de restrições impostas pela Lei das Eleições à atuação da administração pública nos três meses que antecedem o primeiro turno. Segundo a cobertura de centro, a expectativa é que Stuckert passe a integrar a coordenação digital da campanha de reeleição de Lula, ao lado de Nicole Briones, dentro do núcleo de comunicação petista que já se reúne desde meados de maio em Brasília. A mesma portaria também exonerou Vinicius Carnier Colombin, da Diretoria de Distribuição Audiovisual da Secom, e Anna Maria Menezes Vieira da Costa, do Gabinete Pessoal da Presidência.
A cobertura de direita deu maior destaque ao enquadramento jurídico da mudança, sublinhando que a saída de Stuckert e dos demais servidores ocorre justamente no início do defeso eleitoral, o que reforça a leitura de que a movimentação segue o calendário legal para separar atividades de governo e de campanha. Veículos de direita também ampliaram o panorama da disputa presidencial de 2026: mencionaram que a convenção do Partido Liberal (PL), que deve contar com a presença do senador Flávio Bolsonaro, está marcada para 25 de julho, com expectativa de participação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e que o Partido dos Trabalhadores (PT) estuda lançar a campanha de Lula em São Paulo, possivelmente ao lado do pré-candidato ao governo paulista, Fernando Haddad. Ainda segundo essa cobertura, Stuckert acompanha Lula desde 2003 e é filho do também fotógrafo Roberto Stuckert, que registrou o ex-presidente João Figueiredo e morreu em 2021.
Até o momento, nenhum veículo de esquerda no cluster analisado deu destaque próprio ao episódio, o que limita a comparação de enquadramentos entre os três campos. Pelos fatos relatados, é provável que uma cobertura desse campo tratasse a mudança como parte normal da preparação da reeleição, sem associá-la a uso indevido da máquina pública, e valorizasse a relação de longa data entre Stuckert e Lula.
O que ainda não ficou claro é quem assumirá as funções deixadas por Stuckert na Secom, se ele continuará administrando a equipe de fotojornalismo da Presidência dentro dos horários permitidos por lei, e os detalhes finais da convenção do PT, incluindo data e formato do evento em São Paulo. A campanha eleitoral só pode começar oficialmente em 16 de agosto de 2026.
Todas as coberturas convergem que Ricardo Stuckert deixou a Secom em 6 de julho de 2026, com efeito retroativo a 4 de julho, para atuar na campanha de reeleição de Lula, e que a mudança ocorre no início do defeso eleitoral previsto na Lei das Eleições.

Portaria com a saída do fotógrafo da gestão petista foi publicada nesta 2ª feira (6.jul) no “Diário Oficial da União”. Leia no Poder360.

Um dos auxiliares mais próximos do presidente, ele deixa cargo na Secom às vésperas das restrições eleitorais e deve assumir um posto na campanha petista

Fotógrafo trabalha com o presidente desde seu primeiro governo, em 2003
Perspectivas omitidas
Cobre a exoneração e amplia com bastidores da campanha petista (convenção em São Paulo, disputa com o PL de Flávio Bolsonaro), reproduzindo declaração de dirigente do PT sem contraponto crítico, com estrutura de matéria de bastidores que mapeia o adversário político, comum em veículos de direita.
Perspectivas omitidas



