Flávio Bolsonaro abre campanha em Copacabana enquanto Lula retorna ao ABC paulista
2 veículos de esquerda · 11 veículos de centro · 4 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
17 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
- Revista FórumKassab: Centrão está com Lula, Flávio Bolsonaro “vai desabar” na campanha e não ganha eleiçãoO presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou nesta quinta-feira (13) que os partidos do Centrão já estão alinhados com o presidente Lula na disputa(abre em nova aba)
Nesta matéria: falácia identificada.
- Brasil de FatoEm meio a crise do bolsonarismo no RJ, Flávio testa força em primeiro comício de campanha em CopacabanaNa manhã deste domingo (16), o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) realiza o primeiro comício oficial de sua candidatura na orla da praia de Copacabana. Após anunciar uma formação de chapa…(abre em nova aba)
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
- Folha de S.PauloFlávio Bolsonaro volta às origens do clã e lança campanha em CopacabanaCampanha tenta resgatar origem do clã Bolsonaro no Rio, após lançamento de candidatura em São Paulo ao lado de Tarcísio(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- G1Lula começa a gravar vídeos para a campanha com candidatos aliados nesta semanaSessões devem começar a partir de quinta-feira, no QG da campanha à reeleição do petista, em Brasília. Campanha eleitoral se inicia oficialmente no próximo domingo (16).(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- Canal MeioCampanha eleitoral começa: o que pode mudar a disputa entre Lula e Flávio?A campanha eleitoral de 2026 está oficialmente nas ruas, mas a grande pergunta permanece: o que pode mudar uma disputa que começa novamente polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro? Neste episódio de Não é Bem Assim, Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam os atos de largada, a indecisão do eleitorado, o destino das candidaturas alternativas e o papel dos debates, da propaganda eleitoral e das redes sociais na corrida presidencial.(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
- Revista OesteTarcísio afirma que Flávio ‘vai ter destaque’ em sua campanhaGovernador defende alinhamento entre União, Estado e municípios(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- Gazeta do PovoCampanha eleitoral inicia em 16 de agostoCampanha eleitoral começa em 16 de agosto, com atos de Flávio em Copacabana e Lula em São Bernardo do Campo. Leia na Gazeta do Povo.(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
- InfoMoneyCampanha corrige biografia de Flávio Bolsonaro após UFRJ negar registro de pósSenado e Alerj informavam especialização em Ciências Políticas na universidade(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
Briefing
O que importa para você
- A propaganda gratuita no rádio e na televisão vai de 28 de agosto a 1º de outubro; a propaganda eleitoral é permitida até 3 de outubro.
- Primeiro turno em 4 de outubro e eventual segundo turno em 25 de outubro.
- Pesquisa PoderData/Aya de 9 a 12 de agosto, com 2.400 entrevistas e margem de erro de 2 pontos: Lula 41% e Flávio Bolsonaro 35% no primeiro turno; 46% a 45% no segundo.
- Alto-falantes e amplificadores só podem funcionar das 8h às 22h na véspera da votação, a pelo menos 200 metros de hospitais, escolas, igrejas e sedes dos Poderes.
Onde os lados divergem
- Esquerda diz que a candidatura de Flávio Bolsonaro está isolada, sem coligação e cercada de investigações contra aliados no Rio de Janeiro; direita diz que o palanque paulista com Tarcísio de Freitas e o avanço nas pesquisas mostram campanha em ascensão.
- Esquerda trata o financiamento ligado ao dono do Banco Master como problema central de transparência; direita afirma que o caso já foi esclarecido e não tem efeito eleitoral.
- Esquerda dá peso à previsão de dirigentes do Centrão de que o candidato do PL vai desabar; direita destaca a pauta de segurança pública e a crítica à carga tributária federal.
Onde os lados concordam
Todos os lados registram que a campanha começou em 16 de agosto e que os dois principais candidatos escolheram territórios de origem política: Copacabana para Flávio Bolsonaro, o estádio da Vila Euclides para Lula. Há acordo também sobre a prioridade dada ao Sudeste, que reúne 63,3 milhões de eleitores, e sobre o calendário legal da propaganda.
O que ainda está incerto
- Nenhuma reportagem confirma o público efetivo dos atos de largada dos dois candidatos.
- O plano de governo da candidatura do Partido Liberal ainda não foi apresentado.
- Não está definido qual será o papel de Michelle Bolsonaro no palanque do enteado, nem o efeito eleitoral das investigações que atingem os dois campos.
A campanha presidencial de 2026 começou em 16 de agosto com dois atos de forte carga simbólica: comício com trio elétrico na orla de Copacabana e ato no estádio da Vila Euclides, no ABC paulista. Enquanto uma parte da cobertura mede a força de mobilização de cada campo, outra concentra o foco nas alianças, nos escândalos e nas pesquisas que mostram a disputa dentro da margem de erro.
A campanha presidencial de 2026 entrou oficialmente nas ruas no domingo, 16 de agosto, e os dois candidatos mais bem posicionados nas pesquisas escolheram palcos carregados de simbolismo político. O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, marcou o primeiro ato na orla da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em formato de comício com trio elétrico, ao lado do candidato a vice, o deputado federal Alfredo Gaspar, e dos candidatos do partido ao Senado, Carlos Portinho e Carlos Jordy. No mesmo dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, que disputa a reeleição, abriu a caminhada no Estádio Municipal 1º de Maio, conhecido como Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, onde liderou as greves metalúrgicas do ABC paulista no fim dos anos 1970.
Toda a cobertura converge sobre o desenho da largada. Copacabana foi palco recorrente das manifestações convocadas por Jair Bolsonaro, entre elas os atos de 7 de setembro de 2022 e de março de 2025. A Vila Euclides é o terreno das assembleias operárias que projetaram Lula na vida pública. Há acordo também sobre a geografia da disputa: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro somam 63,3 milhões de eleitores, ou 39,9% dos 158 milhões de brasileiros aptos a votar, e concentram a agenda inicial dos dois candidatos. Na primeira semana, Flávio Bolsonaro segue de Copacabana para Juiz de Fora, cidade onde o pai foi esfaqueado em 2018, e para Belo Horizonte, ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira. Lula começou a gravar vídeos com candidatos aliados no comitê em Brasília. Os demais presidenciáveis dividiram o mesmo domingo: Ronaldo Caiado fez carreata em cinco municípios de Goiás, Romeu Zema escolheu Montes Claros e Renan Santos, o Largo São Francisco, em São Paulo. O calendário legal é igual para todos: propaganda no rádio e na televisão de 28 de agosto a 1º de outubro, propaganda eleitoral liberada até 3 de outubro, primeiro turno em 4 de outubro e eventual segundo turno em 25 de outubro.
A partir daí a cobertura se separa. Veículos de esquerda trataram o comício como teste de sobrevivência do bolsonarismo. Destacaram que a chapa do Partido Liberal ficou puro-sangue, sem aliança com outras legendas, que o palanque fluminense foi corroído por operações policiais contra aliados e pela cassação do ex-governador Cláudio Castro no Tribunal Superior Eleitoral, e cobraram explicações sobre os R$ 61 milhões pagos pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao filme Dark Horse. Nessa cobertura ganhou espaço a declaração do presidente do PSD, Gilberto Kassab, de que os partidos do Centrão estão com Lula e de que o senador vai desabar quando a campanha adversária entrar em campo.
Veículos de direita enfatizaram o outro lado do tabuleiro. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que Flávio Bolsonaro terá destaque em sua própria campanha à reeleição, defendeu alinhamento entre União, Estados e municípios e minimizou o caso do Banco Master, dizendo não ver efeito eleitoral. Essa cobertura deu relevo à concentração da agenda no Sudeste, à aproximação com o eleitorado e o setor produtivo paulista e à disputa tributária com o governo federal, com o governador negando ter pedido cobrança de imposto sobre compras importadas.
A cobertura de centro ficou na logística e nos números. Relatou o formato do comício, os nomes que sobem no trio elétrico, o reencontro de 11 de agosto entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro depois de meses de rompimento público, a correção da biografia do senador após a Universidade Federal do Rio de Janeiro negar registro de pós-graduação em seu nome, e as pesquisas. O levantamento PoderData/Aya divulgado em 13 de agosto mostrou Lula com 41% e Flávio Bolsonaro com 35% no primeiro turno, e empate técnico no segundo, 46% a 45%, com margem de erro de 2 pontos.
Vários pontos seguem em aberto. Nenhuma das reportagens confirma o público efetivo dos atos de largada, e as estimativas de manifestações anteriores em Copacabana variam conforme a fonte, de dezenas de milhares segundo o monitoramento acadêmico a 400 mil segundo a Polícia Militar. O plano de governo da candidatura do Partido Liberal continua pendente de apresentação. Também não está resolvido qual será o papel de Michelle Bolsonaro no palanque do enteado, nem o efeito eleitoral das investigações que atingem os dois campos.
Fontes

Campanha tenta resgatar origem do clã Bolsonaro no Rio, após lançamento de candidatura em São Paulo ao lado de Tarcísio

Sessões devem começar a partir de quinta-feira, no QG da campanha à reeleição do petista, em Brasília. Campanha eleitoral se inicia oficialmente no próximo domingo (16).
A campanha eleitoral de 2026 está oficialmente nas ruas, mas a grande pergunta permanece: o que pode mudar uma disputa que começa novamente polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro? Neste episódio de Não é Bem Assim, Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães analisam os atos de largada, a indecisão do eleitorado, o destino das candidaturas alternativas e o papel dos debates, da propaganda eleitoral e das redes sociais na corrida presidencial.

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou nesta quinta-feira (13) que os partidos do Centrão já estão alinhados com o presidente Lula na disputa

A campanha presidencial começa oficialmente neste domingo com atos estratégicos de Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos e outros candidatos em redutos políticos pelo Brasil.

O percentual de Flávio oscilou 2 pontos para cima em 15 dias; situação ainda é de empate técnico dentro da margem de erro. Leia no Poder360.

Levantamento feito de 9 a 12 de agosto mostra que o presidente mantém a vantagem registrada na rodada anterior; margem de erro é de 2 pontos percentuais. Leia no Poder360.

Peça criada por Duda Lima transforma bordão de 2002 em crítica ao petista

Presidenciável fará primeiro evento na orla que virou cenário recorrente de manifestações do pai; organização ficará a cargo da cúpula do PL no Rio

Na manhã deste domingo (16), o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) realiza o primeiro comício oficial de sua candidatura na orla da praia de Copacabana. Após anunciar uma formação de chapa…

Governador defende alinhamento entre União, Estado e municípios

Campanha eleitoral começa em 16 de agosto, com atos de Flávio em Copacabana e Lula em São Bernardo do Campo. Leia na Gazeta do Povo.

Ideia dos articuladores do PL é que o evento siga o estilo dos da campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro, no local que se tornou palco importante de atos bolsonaristas

Ideia dos articuladores do PL é que o evento siga o estilo dos da campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro, no local que se tornou palco importante de atos bolsonaristas
Senado e Alerj informavam especialização em Ciências Políticas na universidade

Estados reúnem 40% do eleitorado brasileiro

Saiba mais sobre o lançamento da campanha de Flávio Bolsonaro e suas agendas em Minas Gerais na próxima semana. Leia mais e fique por dentro.