Filipe Barros e Deltan Dallagnol vencem as duas vagas do Paraná no Senado
1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Filipe Barros, do PL, e Deltan Dallagnol, do Novo, foram eleitos senadores pelo Paraná nas eleições de domingo, 4 de outubro. Com cerca de 90% das seções apuradas, Barros tinha 27,39% dos votos válidos e Deltan, 25,35%. Alexandre Curi, do Republicanos, ficou em terceiro, com 16,62%, e a ministra Gleisi Hoffmann, do PT, teve 13,26%.
O eleitor paranaense entregou as duas vagas do Senado a Filipe Barros, do PL, e a Deltan Dallagnol, do Novo, deixando para trás a ministra Gleisi Hoffmann, do PT. A vitória marca o retorno de Deltan, ex-procurador da Lava Jato, a um cargo eletivo depois da cassação de 2023, e leva ao Senado um deputado que ganhou projeção nacional na Câmara.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
As coberturas concordam que Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) ficaram com as duas vagas do Paraná no Senado, à frente de Alexandre Curi (Republicanos) e da ministra Gleisi Hoffmann (PT).
Filipe Barros, do PL, e Deltan Dallagnol, do Novo, ficaram com as duas vagas do Paraná no Senado na eleição de 4 de outubro. Alexandre Curi, do Republicanos, ficou em terceiro, e a ministra Gleisi Hoffmann, do PT, em quarto, com a apuração parcial acima de 90% das seções.
Filipe Barros, do Partido Liberal, e Deltan Dallagnol, do Partido Novo, foram eleitos senadores pelo Paraná nas eleições de domingo, 4 de outubro. O estado renovou duas de suas três cadeiras no Senado Federal, e os dois candidatos ocuparam as primeiras posições da apuração.
Com pouco mais de 90% das seções apuradas, Barros tinha 27,39% dos votos válidos e Deltan, 25,35%. Alexandre Curi, do Republicanos, ficou em terceiro lugar, com 16,62%. A candidata do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo federal, terminou com 13,26% e ficou fora das duas vagas.
Os eleitos terão mandatos de oito anos e assumem a partir de fevereiro de 2027. Barros é deputado federal pelo Paraná e chega ao Senado no primeiro mandato na Casa, deixando a Câmara dos Deputados. Para Deltan, ex-procurador da República conhecido pela atuação na Operação Lava Jato, a vitória marca o retorno a um cargo eletivo. Ele havia sido eleito deputado federal em 2022 e teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral em 2023.
A cobertura de centro relatou o resultado em formato de nota de apuração, concentrada nos percentuais de cada candidato e sem contexto sobre a trajetória dos eleitos. Entre os veículos de direita, a cobertura também adotou tom informativo, mas deu mais espaço à biografia dos vencedores, destacando a projeção nacional de Barros e o retorno de Deltan à política eleitoral. Veículos de esquerda não haviam publicado cobertura própria do resultado até o fechamento desta matéria, o que deixa sem registro, por ora, a leitura desse campo sobre a derrota de uma ministra do governo no estado.
O que as reportagens não informaram foi o resultado final da totalização, já que os números divulgados se referiam a parciais acima de 90% das urnas. Também não houve, nas matérias, reação dos candidatos derrotados nem explicação sobre o motivo da cassação de Deltan em 2023.

Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) foram eleitos senadores pelo Paraná nas eleições deste domingo (4). Com 91,32% das
