Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Caso Banco Master+142André Mendonça+139Alexandre de Moraes+138STF+116Flávio Dino+84Edson Fachin+68Daniel Vorcaro+61Caso Dark Horse+33Gilmar Mendes+20Polícia Federal+17Alexandre Silveira+17Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos+17
ver todos

STF anula absolvição de acusado por estupro de Mariana Ferrer

2 veículos de esquerda · 1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•4 fontes•18/06/2026•atualizado em 12/08/2026•Caso Mariana Ferrer
STF anula absolvição de acusado por estupro de Mariana Ferrer
Imagem: Poder360

Resumo da cobertura

O plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, anular a absolvição do empresário André de Camargo Aranha, acusado de estupro da influenciadora Mariana Ferrer. Os ministros entenderam que a audiência de instrução, na qual Ferrer foi humilhada pela defesa sem intervenção do juiz e do promotor, produziu prova ilícita. Com repercussão geral reconhecida, a Corte fixou tese que servirá de baliza para todos os julgamentos de crimes sexuais no país. O caso volta ao primeiro grau em Santa Catarina, com novo juiz e promotor.

Alguém precisa ver os dois lados disso?

WhatsApp

Como cada lado cobriu

4 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda2 (50%)

Veículos com viés à esquerda

  • CartaCapitalPor unanimidade, STF anula absolvição no caso Mariana FerrerO julgamento teve a repercussão geral reconhecida, então servirá de baliza para todos os julgamentos envolvendo crimes sexuais no País
    Análise editorial

    CartaCapital enquadra a decisão pelo prisma da injustiça de gênero e da revitimização, vocabulário de direitos coletivos e proteção da vítima ('tortura psicológica', 'humilhações'). Reproduz extensamente as falas constrangedoras do advogado, ampliando a carga emocional. Framing de esquerda nítido, ainda que ancorado em fatos do julgamento.

    Qualidade argumentativa
    74/100
    Manipulação emocional
    45/100
    Clickbait
    15/100
    Fontes citadas
    5

    Perspectivas omitidas

    • Apresenta de forma assertiva que o sêmen comprovaria a relação e a perda de virgindade, sem o contraponto técnico que levou o MP a pedir absolvição
  • Agência BrasilSTF soma 3 votos a 0 para anular absolvição no caso Mariana FerrerAté o momento, o placar do julgamento está 3 votos a 0 pela anulação. O julgamento prossegue para a tomada dos votos dos demais ministros. Faltam sete votos.
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.

    Análise editorial

    Agência Brasil entrega cobertura padrão de agência: factual, neutra, com placar parcial, votos nominais, sustentação da defesa e reconstituição cronológica do caso desde 2018. Sem vocabulário valorativo do redator, fontes contraditórias com paridade. CENTER típico.

    Qualidade argumentativa
    75/100
    Manipulação emocional
    18/100
    Clickbait
    5/100
    Fontes citadas
    5
Centro1 (25%)

Veículos com viés ao centro

  • Poder360STF anula absolvição de acusado por estupro de Mariana FerrerPlenário determinou a nulidade de audiências em que há desqualificadas de possíveis vítimas de crimes sexuais. Leia no Poder360.
    Análise editorial

    Reportagem do Poder360 relata a decisão de forma factual, citando votos de Moraes, Fux, Dino e Cármen Lúcia com paridade de fontes. Reproduz a tese fixada e o histórico do caso sem vocabulário valorativo do redator. Buscou ativamente a defesa para contraditório, marca de cobertura de centro.

    Qualidade argumentativa
    78/100
    Manipulação emocional
    15/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    6

    Perspectivas omitidas

    • Não traz a posição da defesa do empresário, apenas registra que procurou o advogado e aguarda manifestação
Direita1 (25%)

Veículos com viés à direita

  • Jovem PanSTF soma 3 votos para anular absolvição no caso Mariana FerrerJulgamento prossegue para a tomada dos votos dos demais ministros.
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.

    Análise editorial

    Apesar de publicado pela Jovem Pan (viés RIGHT do publisher), o texto é um repasse da Agência Brasil: factual, com placar 3 a 0, votos de Moraes, Toffoli e Nunes Marques e a sustentação da advogada de defesa Dora Cavalcanti. Traz o contraditório com paridade, o que caracteriza o artigo como CENTER apesar do veículo.

    Qualidade argumentativa
    72/100
    Manipulação emocional
    20/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    5

O plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026, anular a absolvição do empresário André de Camargo Aranha, acusado de estupro da influenciadora Mariana Ferrer. Os ministros entenderam que a audiência de instrução do processo, na qual Ferrer foi humilhada e ofendida pela defesa sem que o juiz ou o promotor interviessem, produziu prova ilícita e contaminou todo o julgamento que levou à absolvição.

O relator, ministro Alexandre de Moraes, sustentou que provas obtidas em desrespeito aos direitos fundamentais são nulas. Ele exibiu vídeos da audiência em que o advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho questionava fotos da vítima nas redes sociais, dizia que suas lágrimas eram de crocodilo e afirmava que ela posava em posições ginecológicas, enquanto a modelo chorava e implorava por respeito. Moraes classificou a conduta como atitude profissional lamentável e criminosa, e ressaltou que o magistrado se omitiu durante boa parte do interrogatório. A decisão teve repercussão geral reconhecida e fixou uma tese que servirá de baliza para todos os julgamentos de crimes sexuais no país: são nulas as provas obtidas em desrespeito à dignidade, honra, intimidade e integridade psicológica da vítima.

Todos os lados da cobertura convergem nos fatos centrais. A votação foi unânime, com votos de Moraes, Dias Toffoli, Nunes Marques, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia. O caso volta ao primeiro grau em Santa Catarina, sem o juiz e o promotor que atuaram originalmente. A cobertura de centro, como a da Agência Brasil e do Poder360, relatou o placar parcial de 3 a 0, os votos nominais e a sustentação oral da advogada de defesa Dora Cavalcanti, que pediu a manutenção da absolvição alegando que o próprio Ministério Público havia mudado de posição e defendido a inocência do réu por falta de provas. Esses veículos também reconstituíram o histórico: a acusação remonta a uma festa em Florianópolis, em 2018, e o caso ganhou repercussão nacional em 2020, dando origem em 2021 à Lei Mariana Ferrer, que coíbe a humilhação de vítimas e testemunhas em crimes sexuais.

A divergência aparece no enquadramento. Veículos de esquerda, como a CartaCapital, destacaram a dimensão de injustiça de gênero e de machismo estrutural do sistema de Justiça, reproduzindo extensamente as ofensas do advogado e a frase de Cármen Lúcia de que onde o preconceito fala, a Justiça cala. A leitura é de uma vitória histórica contra a revitimização das mulheres. Veículos de direita, como a Jovem Pan, enfatizaram o rito processual e a observância do devido processo legal, destacando que o ponto central é a má conduta funcional do advogado e a omissão do juiz, e dando espaço à tese da defesa de que o acervo probatório havia sido construído ao longo de instrução cuidadosa. Toffoli observou que a nulidade decorreu da própria atuação da defesa e sugeriu suspender a prescrição do caso.

O que ainda não se sabe é quando ocorrerá o novo julgamento em Santa Catarina e qual será o seu desfecho, já que a anulação reabre a instrução sem prejulgar a culpa do réu. Também permanece em aberto se haverá responsabilização disciplinar, civil ou criminal do advogado, que nunca foi advertido, e os efeitos práticos da nova tese sobre os processos de crimes sexuais em andamento no país.

Briefing

O que importa para você

  • A tese tem repercussão geral e passa a valer como baliza para todos os julgamentos de crimes sexuais no país.
  • Provas obtidas com desrespeito à dignidade da vítima passam a ser consideradas ilícitas e nulas.
  • O caso será rejulgado em Santa Catarina, agora sem o juiz e o promotor originais.

Onde os lados divergem

  • Esquerda enquadra a decisão como reparação de uma injustiça de gênero e do machismo institucional do Judiciário.
  • Direita foca no devido processo legal e na má conduta funcional do advogado e do juiz, sem prejulgar a culpa do réu, e dá espaço à defesa que invoca o pedido de absolvição feito pelo próprio Ministério Público.

Onde os lados concordam

Todos os lados reconhecem que o STF anulou a absolvição por unanimidade e que a audiência conduzida com humilhações à vítima, sem intervenção do juiz e do promotor, foi o fundamento da nulidade. O caso volta ao primeiro grau em Santa Catarina.

O que ainda está incerto

  • Não há data definida para o novo julgamento em Santa Catarina nem previsão de desfecho.
  • Permanece em aberto se o advogado de defesa, nunca advertido, será responsabilizado disciplinar ou criminalmente.
JudiciárioSTFDireitos da MulherCriminalidadeAlexandre de MoraesCaso Mariana Ferrer

NeXTverso·Publicidade

Esquerda e direita são um eixo de três

O NeXTverso mede posição política em três eixos e mostra a conta por trás de cada pergunta.

Ver a metodologia

NeXTverso·Publicidade

Dezesseis formas de decidir. Uma é a sua.

As funções cognitivas de cada tipo, e o teste gratuito que aponta o seu.

Ver os 16 tipos

Fontes

Espectro: Esquerda
Por unanimidade, STF anula absolvição no caso Mariana Ferrer
Por unanimidade, STF anula absolvição no caso Mariana Ferrer

O julgamento teve a repercussão geral reconhecida, então servirá de baliza para todos os julgamentos envolvendo crimes sexuais no País

CartaCapitalCartaCapital
Espectro: Centro
STF anula absolvição de acusado por estupro de Mariana Ferrer
STF anula absolvição de acusado por estupro de Mariana Ferrer

Plenário determinou a nulidade de audiências em que há desqualificadas de possíveis vítimas de crimes sexuais. Leia no Poder360.

Poder360Poder360
Espectro: Direita
STF soma 3 votos para anular absolvição no caso Mariana Ferrer
STF soma 3 votos para anular absolvição no caso Mariana Ferrer

Julgamento prossegue para a tomada dos votos dos demais ministros.

Jovem PanJovem Pan
Espectro: Esquerda
STF soma 3 votos a 0 para anular absolvição no caso Mariana Ferrer
STF soma 3 votos a 0 para anular absolvição no caso Mariana Ferrer

Até o momento, o placar do julgamento está 3 votos a 0 pela anulação. O julgamento prossegue para a tomada dos votos dos demais ministros. Faltam sete votos.

Agência BrasilAgência Brasil

Esquerda

2 fontes

O STF reparou uma injustiça de gênero ao anular a absolvição no caso Mariana Ferrer e ao reconhecer que a revitimização em audiências é tortura psicológica e produz prova ilícita. Para a esquerda, a decisão expõe o machismo estrutural do sistema de Justiça, que permitiu que uma vítima fosse achincalhada por um advogado enquanto juiz e promotor se calavam. A tese de repercussão geral protege milhares de mulheres que buscam a Justiça e consolida o entendimento de que a dignidade da vítima não pode ser violada no processo penal.

Centro

1 fonte

O plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, anular a absolvição do empresário André de Camargo Aranha, acusado de estupro da influenciadora Mariana Ferrer. Os ministros entenderam que a audiência de instrução, na qual Ferrer foi humilhada pela defesa sem intervenção do juiz e do promotor, produziu prova ilícita.

Direita

1 fonte

O STF anulou por unanimidade a absolvição no caso Mariana Ferrer, com placar que começou em 3 a 0 e foi acompanhado por ministros de perfis variados, como Nunes Marques e Dias Toffoli. Para a direita, o foco recai sobre a observância do devido processo legal e a punição da má conduta funcional do advogado e do juiz, não sobre um juízo prévio de culpa do réu.

Leia em seguida

STF adia decisão sobre Alexandre de Moraes e caso vira tema da disputa presidencial
Centro e direita · 3 fontesSTF adia decisão sobre Alexandre de Moraes e caso vira tema da disputa presidencial

Linha do Tempo

  1. 18 de jun. de 2026, 20:53
    STF anula por unanimidade a absolvição de André de Camargo Aranha no caso Mariana Ferrer e fixa tese de repercussão geral sobre crimes sexuais.
    poder360.com.brcartacapital.com.bragenciabrasil.ebc.com.br

Continuar lendo

  • Renan Santos ataca o STF e diz que, eleito, não cumpriria decisão que julgar ilegal

    Renan Santos ataca o STF e diz que, eleito, não cumpriria decisão que julgar ilegal

    67% Centro·33% Direita·3 fontes
    Centro 67%Direita 33%3 fontes
  • Ordem dos Advogados do Brasil repudia fala de Flávio Dino sobre venda de sentenças

    Ordem dos Advogados do Brasil repudia fala de Flávio Dino sobre venda de sentenças

    67% Centro·33% Direita·3 fontes
    Centro 67%Direita 33%3 fontes
  • Filho de Kassio Nunes Marques é citado em mensagem de Vorcaro sobre R$ 500 mil

    Filho de Kassio Nunes Marques é citado em mensagem de Vorcaro sobre R$ 500 mil

    33% Esquerda·67% Centro·3 fontes
    Esquerda 33%Centro 67%3 fontes