
Tarcísio lidera no 1º e no 2º turno na disputa pelo governo de SP
16 veículos de centro · 5 veículos de direita
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Entre 26 de julho e 1º de agosto de 2026, uma sequência de pesquisas registradas na Justiça Eleitoral desenhou o quadro das disputas estaduais e da corrida presidencial. Em São Paulo, dois institutos apontaram o governador Tarcísio de Freitas à frente do ex-ministro Fernando Haddad no primeiro e no segundo turno, com percentuais que divergem entre si em até sete pontos. Levantamentos em Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Ceará e Mato Grosso do Sul mostraram lideranças consolidadas, e uma pesquisa nacional apontou o presidente Lula na frente no primeiro turno, apesar de avaliação de governo majoritariamente negativa. No mesmo período, partidos começaram a oficializar candidaturas em convenção.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Entre 26 de julho e 1º de agosto de 2026, uma sequência de pesquisas registradas na Justiça Eleitoral desenhou o quadro das disputas estaduais e da corrida presidencial. Em São Paulo, dois institutos apontaram o governador Tarcísio de Freitas à frente do ex-ministro Fernando Haddad no primeiro e no segundo turno, com percentuais que divergem entre si em até sete pontos.
Direita
Para a leitura à direita, o conjunto de pesquisas confirma um ciclo favorável a gestores de centro-direita nos estados e expõe o desgaste do governo federal. Em São Paulo, o governador lidera nos dois institutos e, nos dois casos, soma mais votos do que todos os adversários juntos, com aprovação de gestão entre 55% e 63,8%.
21 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Registro factual do ato partidário com atenção à ausência de um dirigente aliado e à explicação dada por ele, o que evita leitura unilateral. O bloco biográfico é descritivo e o bloco de pesquisas cita os dois institutos com números divergentes lado a lado.
Perspectivas omitidas
Apresenta simultaneamente a liderança do presidente e a avaliação majoritariamente negativa da gestão, além do cálculo de que a soma dos adversários supera o petista no 1º turno. Esse equilíbrio entre dado favorável e desfavorável ao mesmo ator sustenta a leitura de centro.
Perspectivas omitidas
Lista todos os nomes testados, inclusive quem não pontuou, e detalha os dois confrontos de segundo turno com indecisos e brancos e nulos. Metodologia completa, incluindo contratante. Nenhuma valoração dos candidatos.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O relato é factual na estrutura, mas as duas únicas vozes citadas são de candidatos do mesmo campo, com falas de 'gestão eficiente', 'fortaleza contra a corrupção' e 'enfrentar a impunidade' reproduzidas sem qualquer contraponto. Ênfase em eficiência administrativa e combate à corrupção sem crítica caracteriza enquadramento de direita.
Perspectivas omitidas
Uma sequência de pesquisas eleitorais divulgadas entre o fim de julho e o começo de agosto de 2026 desenhou o primeiro retrato consolidado das disputas estaduais deste ano, e o dado que organizou a cobertura veio de São Paulo. O governador Tarcísio de Freitas, que busca a reeleição pelo Republicanos, aparece à frente do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad tanto no primeiro quanto no segundo turno, em levantamentos de dois institutos diferentes, ambos registrados no Tribunal Superior Eleitoral.
Os números, porém, não coincidem. O instituto contratado por um banco de investimentos ouviu 1.650 eleitores paulistas entre 23 e 27 de julho e mediu 41% para o governador contra 26% para o adversário no cenário estimulado de primeiro turno, com 48% a 32% no confronto direto. O outro instituto, que afirma ter usado recursos próprios, entrevistou 1.680 eleitores entre 25 e 28 de julho e apontou 48,5% a 35,1% no primeiro turno e 51,8% a 38,3% no segundo. As margens de erro são de dois e de 2,4 pontos percentuais, o que não explica a distância entre as duas medições. Nos dois casos, contudo, a soma dos votos do governador supera a de todos os concorrentes juntos, cenário que indicaria decisão em turno único.
Há convergência sobre outros indicadores. A gestão estadual é aprovada por 55% em uma medição e por 63,8% na outra. A rejeição ao ex-ministro é maior que a do governador em ambas: 42,9% contra 27,1% em um levantamento, 58% contra 37% no outro. E um dado atravessa todos eles: no voto espontâneo, sem lista de nomes, 74% dos paulistas se declararam indecisos.
O mesmo pacote de pesquisas cobriu outros estados. No Rio de Janeiro, o ex-prefeito Eduardo Paes lidera todos os cenários testados, com 38% a 42% no primeiro turno e até 52% no segundo. Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo vence todos os adversários simulados. No Paraná, o senador Sergio Moro lidera com 39% a 40%, enquanto a gestão estadual em curso registra 81% de aprovação. Em Goiás, o governador Daniel Vilela marca 37% e chega a 52% no segundo turno. No Ceará, o ex-governador Ciro Gomes tem 43% contra 33% do governador petista. Em Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel aparece com 46,2%. No plano nacional, um levantamento com 2.700 entrevistados mostrou o presidente Lula com 43% no primeiro turno e vitória em todos os confrontos diretos, com o duelo mais apertado contra Ronaldo Caiado, 45% a 40%.
A cobertura de centro concentrou-se na metodologia e no equilíbrio dos indicadores: publicou percentuais nome a nome, registrou amostra, período de campo, custo e protocolo no TSE, e trouxe no mesmo texto o dado favorável e o desfavorável a cada ator, como a liderança do presidente ao lado dos 51% de desaprovação de seu governo. Veículos de direita enfatizaram a folga do governador paulista, a aprovação das gestões estaduais e o fato de que a soma dos candidatos de oposição já supera o petista no primeiro turno nacional; foram também os que avançaram no conteúdo programático, detalhando os eixos do plano de governo paulista, com desestatização, escolas cívico-militares e inteligência policial no combate ao crime organizado. Veículos de esquerda praticamente não cobriram esse bloco de pesquisas, e essa ausência é o ponto cego da story: as ressalvas que costumam vir desse campo, sobre o financiamento privado dos levantamentos e sobre o peso do reconhecimento de nome a meses da campanha oficial, não tiveram eco na cobertura disponível.
O calendário partidário começou a converter números em candidaturas. No dia 1º de agosto, o Republicanos oficializou a reeleição do governador paulista em convenção na capital, com a presença do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e ausência do presidente nacional de um partido aliado, que justificou a decisão como forma de evitar constrangimentos. No mesmo dia, o PL confirmou Sergio Moro na disputa pelo governo do Paraná.
O que ainda não se sabe é por que institutos que mediram o mesmo eleitorado na mesma semana chegaram a resultados tão distintos, nem como os 74% de indecisos no voto espontâneo se comportarão quando a propaganda eleitoral começar. Também segue em aberto a composição final de várias chapas, com convenções ainda marcadas para os primeiros dias de agosto, e o prazo de registro das candidaturas na Justiça Eleitoral só se encerra em 15 de agosto.
Toda a cobertura, de centro e de direita, converge em três pontos: o governador de São Paulo lidera a disputa estadual no 1º e no 2º turno em levantamentos de dois institutos distintos; as gestões estaduais avaliadas nas pesquisas têm aprovação alta, de 55% a 81%; e todos os levantamentos citados estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral, com nível de confiança de 95% e margens entre 1,8 e 3 pontos percentuais.

Convenção em São Paulo não tem Gilberto Kassab, mas conta com a presença do candidato Flávio Bolsonaro. Leia no Poder360.

O senador Sergio Moro foi confirmado pelo PL na disputa pelo governo do Paraná nas eleições de 2026. Leia na Gazeta do Povo.


Pesquisa entrevistou 1.104 pessoas, entre os dias 24 e 28 de julho; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento entrevistou 1.680 pessoas, entre os dias 25 e 28 de julho; margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

Ciro Gomes tem 43% das intenções de voto no primeiro turno e 48% no segundo turno na disputa pelo governo do estado

O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), venceria as eleições em Goiás na disputa contra Marconi Perillo (PSDB)

Documento com 196 páginas é coordenado pela secretária estadual Natália Resende. Leia mais na Gazeta do Povo.

Pesquisa entrevistou 1.650 pessoas, entre os dias 23 e 27 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento encomendado pela Genial Investimentos ouviu1.200 eleitores entre 21 e 25 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

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Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta segunda-feira (27) mostra o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) na dianteira em todos os quadros analisados para a corrida eleitoral deste ano, tanto no

Uma nova pesquisa de intenção de voto aponta que o atual governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), lidera a corrida pelo comando do estado e ostenta um patamar de

Fernando Haddad ocupa a segunda colocação, mas 13 pontos porcentuais atrás do governador

Segundo levantamento da Paraná Pesquisas, a gestão estadual é desaprovada por 32,1% do eleitorado. Leia no Poder360.

Governador abre vantagem sobre Haddad no 1º turno e chega a 51,8% no confronto direto de 2º turno, diz Paraná Pesquisas. Leia no Poder360.

Mais de 4 em cada 10 eleitores paulistas dizem que não votariam no candidato do PT de jeito nenhum. Leia no Poder360.

Senador tem de 39% a 40% em cenários de 1º turno; em um eventual 2º turno, pontua de 48% a 50%. Leia no Poder360.

Levantamento aponta senador do Republicanos à frente nas simulações contra Kalil, Patrus Ananias e Mateus Simões; veja também a disputa pelo Senado

Pesquisa entrevistou 1.200 eleitores, entre 21 e 25 de julho, por meio de entrevistas pessoais; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

Pesquisa Genial/Quaest mostra que o atual governador do Estado abre vantagem sobre Fernando Haddad em cenários testados. Leia no Poder360.
O texto organiza o programa pelos eixos que a própria campanha destaca, valoriza a coordenadora pelo papel na desestatização de uma estatal de saneamento e apresenta segurança pública, inteligência policial e escolas cívico-militares como resposta natural à principal preocupação do eleitor. Ênfase em ordem, eficiência e gestão privada caracteriza enquadramento de direita.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto descritivo de números, sem vocabulário valorativo e sem enquadramento ideológico: apenas lista percentuais por cenário e fecha com metodologia. O desvio de qualidade está na promessa do título ('cenários de 1º e 2º turno') que o corpo não entrega, e não em viés editorial.
Perspectivas omitidas



