PGR não se opõe a visita de Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
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A Procuradoria-Geral da República informou ao Supremo Tribunal Federal que não se opõe ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro para restabelecer as visitas do senador Flávio Bolsonaro. A decisão final cabe ao ministro Alexandre de Moraes.
A cobertura de direita relata o parecer favorável da PGR e enfatiza que não há fatos novos que justifiquem manter o veto às visitas de Flávio a um pai em prisão domiciliar humanitária. O caráter familiar do encontro é destacado.
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Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Os veículos de centro e de direita concordam nos fatos: a PGR não se opõe ao pedido, não há fatos novos de descumprimento, e a decisão cabe a Moraes. Não houve cobertura de esquerda para comparar.
A Procuradoria-Geral da República informou ao Supremo que não vê impedimento ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro para restabelecer as visitas do senador Flávio Bolsonaro. A decisão final é do ministro Alexandre de Moraes.
A Procuradoria-Geral da República informou ao Supremo Tribunal Federal, nesta terça-feira (6), que não se opõe ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, volte a visitar o pai. A manifestação foi assinada pelo procurador-geral, Paulo Gonet, a pedido do ministro Alexandre de Moraes. A decisão final continua com Moraes.
Segundo Gonet, não há fatos supervenientes que indiquem descumprimento das condições fixadas nem necessidade de prorrogar a medida. Em trecho citado pela cobertura de centro, a PGR diz que não opõe óbice ao deferimento do pedido.
A defesa protocolou a petição na segunda-feira (5), um dia depois do primeiro turno da eleição presidencial, no qual Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Os dois disputam o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Os advogados pedem o restabelecimento do regime ordinário de visitas e, de forma subsidiária, uma única visita de natureza exclusivamente familiar antes de 11 de outubro.
A restrição foi imposta por Moraes em 13 de julho, por 90 dias, depois que Flávio divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai. Para o ministro, houve descumprimento da cautelar que proíbe Jair Bolsonaro de usar redes sociais, direta ou indiretamente. Quatro dias depois, Moraes suspendeu por 30 dias todas as visitas, com exceção de advogados e profissionais de saúde, e vetou encontros de finalidade político-eleitoral. Em agosto, as visitas voltaram, com autorização prévia para a maioria dos visitantes. O veto a Flávio e a proibição de encontros político-eleitorais seguiram em vigor.
Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária desde março, na execução de pena de 27 anos e 3 meses imposta pela Primeira Turma do Supremo no processo da tentativa de golpe de Estado. A cobertura de centro lembra ainda que a defesa pediu revisão criminal, sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques.
Sobre as diferenças de abordagem, até o momento não há cobertura de veículos de esquerda identificada sobre o episódio. Os veículos de direita enfatizaram o caráter familiar do pedido, a ausência de fatos novos e o prazo curto que falta para o fim do veto. A cobertura de centro deu mais peso ao contexto processual e eleitoral, ao registrar a coincidência entre o pedido e a ida de Flávio ao segundo turno, e à lembrança de que a proibição de atividades político-eleitorais permanece.
O que ainda não se sabe: se Moraes acolherá o pedido principal, concederá apenas a visita única ou manterá o veto até 11 de outubro, e em que prazo decidirá. Também não está claro se haverá novas condições para um eventual encontro.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta terça-feira (6) parecer favorável ao pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

Após primeiro turno com Flávio à frente de Lula, defesa do ex-presidente pediu visita de natureza familiar do senador

Paulo Gonet afirmou não haver fatos novos que justifiquem manter a suspensão e não se opôs ao pedido para que o senador volte a visitar o pai
