Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
TSE+44STF+42Eleições 2026+39André Mendonça+37Flávio Dino+37Quaest+34Conferência Nacional dos Bispos do Brasil+23Kassio Nunes Marques+10Caso Banco Master+9Proibição das bets+5Senado Federal+5Benedita da Silva+5
ver todos

Lula e Flávio Bolsonaro cruzam o país na semana final antes de 4 de outubro

1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro

Redação Fuja da Bolha•3 fontes•27/09/2026•atualizado em 28/09/2026•Eleições
Lula e Flávio Bolsonaro cruzam o país na semana final antes de 4 de outubro
Imagem: O Tempo

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

3 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (33%)

Veículos com viés à esquerda

  • Agência BrasilVeja como foi o final de semana dos candidatos à presidênciaVeja detalhes das agendas dos presidenciáveis no sábado (26) e no domingo (27)(abre em nova aba)

    Nesta matéria: viés de centro.

Centro2 (67%)

Veículos com viés ao centro

  • Valor EconômicoCandidatos à presidência reforçam principais plataformas em horário eleitoralPropaganda eleitoral deste sábado encerrou penúltima semana de campanha antes do 1° turno(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

  • O TempoVeja a agenda de campanha dos candidatos à Presidência desta segunda-feira (28/9)Confira a agenda dos principais candidatos à Presidência nesta segunda-feira, com eventos em várias regiões. Leia mais e fique por dentro das eleições.(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

  • Primeiro turno em 4 de outubro; a semana coberta é a última de campanha de rua.
  • Lula promete fim da escala 6x1 sem corte de salário, isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, taxação dos super-ricos e cesta básica com imposto zero a partir de 1º de janeiro.
  • Flávio Bolsonaro promete corte amplo de impostos, queda de juros pelo combate à dívida pública, fim da reeleição e tratamento de PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas.
  • A proibição da operação de casas de apostas foi assinada em 25 de setembro e já vale, com promessa de fiscalização das bets clandestinas.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura registra os mesmos fatos: o primeiro turno é em 4 de outubro, as candidaturas trocaram estúdio por rua no último fim de semana, e a disputa presidencial está organizada em torno de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, com segurança pública e carga tributária como temas dominantes da propaganda.

O que ainda está incerto

  • Nenhuma das promessas centrais tem prazo ou base parlamentar declarada: fim da escala 6x1, corte amplo de tributos e designação de facções como narcoterroristas dependem do Congresso Nacional.
  • Não há resposta das candidaturas às acusações veiculadas na propaganda eleitoral.
  • Falta número de pesquisa nesse conjunto que meça o efeito da reta final de campanha.

A campanha presidencial entrou na última semana antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Caminhadas, carreatas e visitas a feiras e igrejas dominaram as agendas, enquanto a propaganda de televisão reduziu as candidaturas a seus temas centrais: segurança pública e corte de impostos de um lado, jornada de trabalho e isenção do Imposto de Renda de outro.

A uma semana do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, os candidatos à Presidência da República concentraram a disputa em duas frentes: o corpo a corpo nas ruas e a propaganda eleitoral de televisão. O último fim de semana antes da votação foi tomado por caminhadas, carreatas, comícios, visitas a feiras e a celebrações religiosas, em capitais e no interior, e a segunda-feira seguiu o mesmo desenho, com compromissos em São Paulo, Belém, Goiânia, Vitória e cidades de Minas Gerais. Parte das campanhas não divulgou agenda oficial nesses dois dias.

A cobertura de centro relatou que a propaganda de sábado funcionou como um resumo das plataformas. Flávio Bolsonaro, do PL, repetiu a proposta de designar o Primeiro Comando da Capital, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas, defendeu o fim da reeleição, prometeu derrubar a taxa de juros pelo combate à dívida pública e anunciou um corte amplo de tributos, sob o slogan de que o eleitor não aguenta mais o Partido dos Trabalhadores. Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, apresentou o fim da escala 6x1 sem redução de salário, a taxação dos super-ricos, a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e a redução a zero dos impostos sobre a cesta básica, prevista para 1º de janeiro. Ronaldo Caiado, do PSD, falou da própria gestão em Goiás na saúde e na educação, com novas UTIs, um hospital para tratamento de câncer e escolas voltadas à tecnologia. Augusto Cury, do Avante, se apresentou como alternativa ao que chamou de disco arranhado da polarização.

Veículos de esquerda detalharam as agendas de rua de todas as candidaturas e deram destaque às medidas recentes do governo. Lula assinou na sexta-feira, 25 de setembro, a proibição da operação de casas de apostas no país e, em caminhada na Zona Leste de São Paulo, prometeu intensificar a fiscalização das bets clandestinas. Nessa cobertura, Flávio Bolsonaro aparece em carreatas no Rio de Janeiro e em Aracaju, onde prometeu investir na produção de petróleo em Sergipe e defendeu a redução da maioridade penal, a carteira de motorista para menores de idade e a castração química para estupradores. Ronaldo Caiado disse repudiar o uso da religião como instrumento político e se declarou contrário aos jogos de aposta, e Romeu Zema, do Novo, pediu mais crédito para o agronegócio, seguro-safra e juros menores.

A divergência de cobertura aparece menos no fato e mais no recorte. Os veículos de centro organizaram o material em torno do embate entre os dois primeiros colocados e das promessas econômicas, enquanto a cobertura de esquerda tratou a campanha como uma lista igualitária, com espaço para candidaturas de partidos pequenos e para as medidas já assinadas pelo Executivo. Veículos de direita não registraram cobertura própria deste arco no conjunto analisado, o que deixa sem contraponto direto tanto as críticas ao histórico econômico do governo quanto a acusação, levantada pela propaganda do PT a partir de um editorial de jornal, de proximidade do candidato do PL com milícias e de uso de recursos privados em um filme sobre Jair Bolsonaro.

O que ainda não se sabe é como cada plataforma sobreviveria ao Congresso Nacional. Nem o fim da escala 6x1, nem a designação do crime organizado como narcoterrorismo, nem o corte amplo de impostos prometido têm tramitação concluída, e as reportagens não trazem prazo nem base parlamentar para nenhum deles. Também não há, nesse conjunto de matérias, número de pesquisa que meça o efeito da reta final, nem resposta das candidaturas acusadas, e várias campanhas deixaram de divulgar agenda, o que impede comparar o esforço de rua candidato a candidato nos últimos dias antes da votação.

Eleição presidencial 2026Política NacionalEleições

Fontes

Espectro: Centro
Candidatos à presidência reforçam principais plataformas em horário eleitoral
Candidatos à presidência reforçam principais plataformas em horário eleitoral

Propaganda eleitoral deste sábado encerrou penúltima semana de campanha antes do 1° turno

Valor EconômicoValor Econômico
Espectro: Esquerda
Veja como foi o final de semana dos candidatos à presidência
Veja como foi o final de semana dos candidatos à presidência

Veja detalhes das agendas dos presidenciáveis no sábado (26) e no domingo (27)

Agência BrasilAgência Brasil
Espectro: Centro
Veja a agenda de campanha dos candidatos à Presidência desta segunda-feira (28/9)
Veja a agenda de campanha dos candidatos à Presidência desta segunda-feira (28/9)

Confira a agenda dos principais candidatos à Presidência nesta segunda-feira, com eventos em várias regiões. Leia mais e fique por dentro das eleições.

O TempoO Tempo

Centro

2 fontes

A uma semana do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, as candidaturas à Presidência da República dividiram o esforço entre atos de rua e a propaganda eleitoral de televisão. No último fim de semana antes da votação houve caminhadas, carreatas, comícios e visitas a feiras e celebrações religiosas em várias capitais e no interior, e as agendas de segunda-feira mantiveram o formato de corpo a corpo. Na propaganda, Flávio Bolsonaro insistiu em segurança pública, fim da reeleição e corte de impostos; Luiz Inácio Lula da Silva apresentou fim da escala 6x1, taxação dos super-ricos, isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil e cesta básica com imposto zero a partir de 1º de janeiro. Ronaldo Caiado destacou sua gestão em Goiás e Augusto Cury se posicionou como alternativa à polarização.

Esquerda

1 fonte

A reta final da campanha presidencial mostrou um governo entregando medidas de proteção social e econômica enquanto percorre as ruas. Luiz Inácio Lula da Silva assinou na sexta-feira, 25 de setembro, a proibição da operação de casas de apostas no país, e em caminhada na Zona Leste de São Paulo prometeu intensificar a fiscalização das bets clandestinas, tratando o endividamento das famílias pobres como problema público e não como escolha individual.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Mais sobre Eleições

  • Quaest: Helder Barbalho tem 25% ao Senado no Pará e 2ª vaga fica indefinida
    25% Esquerda·75% Centro·4 fontes
    Esquerda 25%Centro 75%4 fontes
  • Tereza Cristina apoia Esperidião Amin na disputa pelo Senado em Santa Catarina
    50% Esquerda·50% Direita·2 fontes
    Esquerda 50%Direita 50%2 fontes
  • Datafolha e Quaest divergem sobre quem lidera a corrida ao Senado em São Paulo
    67% Centro·33% Direita·12 fontes
    Centro 67%Direita 33%12 fontes

Linha do Tempo

  1. 04 de out. de 2026, 00:00Programado
    Primeiro turno das eleições gerais de 2026
    agenciabrasil.ebc.com.brotempo.com.br
  2. 28 de set. de 2026Hoje
  3. 27 de set. de 2026, 00:00
    Flávio Bolsonaro faz carreata em Aracaju e promete investir na produção de petróleo em Sergipe
    agenciabrasil.ebc.com.br
  4. 26 de set. de 2026, 12:00
    Lula faz caminhada na Zona Leste de São Paulo e defende a proibição das casas de apostas
    agenciabrasil.ebc.com.br
  5. 26 de set. de 2026, 00:00
    Propaganda eleitoral de TV encerra a penúltima semana de campanha com Lula e Flávio Bolsonaro reforçando suas plataformas
    valor.globo.com
  6. 25 de set. de 2026, 00:00
    Lula assina medida que proíbe a operação de casas de apostas no Brasil
    agenciabrasil.ebc.com.br