Veja as principais promessas de campanha de Lula (PT), reeleito presidente
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Resumo da cobertura
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Como decidimos →Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente no segundo turno de 25 de outubro de 2026, derrotando Flávio Bolsonaro (PL). O vice Geraldo Alckmin (PSB) também foi reeleito, e a posse está marcada para 5 de janeiro de 2027.
A vitória é apresentada como triunfo da mobilização popular e da defesa da democracia, com Lula conquistando um quarto mandato inédito contra o filho de Jair Bolsonaro e prometendo proteção social.
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Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente no segundo turno de 25 de outubro de 2026, com 51,76% dos votos válidos contra 48,24% de Flávio Bolsonaro. Geraldo Alckmin segue como vice, e a posse será em 5 de janeiro de 2027.
Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi reeleito presidente da República no domingo, 25 de outubro de 2026, ao vencer o segundo turno contra Flávio Bolsonaro, do PL. Com 99,79% das seções apuradas, Lula somava mais de 64 milhões de votos, equivalentes a 51,76% dos votos válidos, contra 48,24% de Flávio. O Tribunal Superior Eleitoral confirmou matematicamente a reeleição antes do fim da contagem. O vice-presidente Geraldo Alckmin, do PSB, também foi reeleito na chapa, e os dois tomam posse em 5 de janeiro de 2027.
A cobertura de centro relatou que a eleição foi apertada e que a disputa se inverteu em relação ao primeiro turno. Em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro havia recebido 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Segundo a cobertura, é a primeira vez desde a redemocratização que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar vira a disputa. Na apuração, Flávio chegou a liderar, até que Lula o ultrapassou com 48,42% das seções totalizadas, e o Datafolha projetou a vitória às 20h46.
O dia da votação foi marcado por denúncias de falta de transporte público em diferentes estados, incluindo São Paulo e Bahia. Após pedido da campanha de Lula, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prorrogação da votação até as 19h, duas horas além do previsto. Algumas seções, porém, já haviam encerrado as atividades quando a decisão foi comunicada.
Sobre o que vem pela frente, a cobertura de centro detalhou as promessas do vencedor. Na economia, Lula prometeu manter o arcabouço fiscal, reduzir os juros e regulamentar a reforma tributária do consumo, com isenção para a cesta básica. Na educação, quer ampliar o Pé-de-Meia para o ensino superior e expandir o ensino técnico. Também promete zerar o desmatamento até 2030 e lançar nova edição do Novo PAC. O programa inclui ainda discutir mandatos para integrantes das cortes superiores e o fim dos supersalários no Judiciário. Na política externa, propõe aproximação com o Brics e defende o Mercosul como principal instrumento de integração econômica.
Veículos de esquerda destacaram a dimensão popular da vitória. Para eles, a reeleição foi fruto da mobilização de estudantes, trabalhadores, artistas e movimentos sociais, com atos em Copacabana e na Avenida Paulista na véspera da votação. Essa cobertura enfatizou a defesa de políticas de combate à fome, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento do SUS e o fim da escala de trabalho 6x1, e lembrou que o novo mandato começa com um Congresso de forte presença conservadora.
A cobertura de centro deu mais peso ao perfil de Alckmin, apresentado como articulador de Lula com empresários e negociador das tarifas impostas pelos Estados Unidos em 2025. Registrou também que, no segundo turno, integrantes da campanha defenderam mais espaço para o vice sob o lema 'menos Janja e mais Alckmin'. Os perfis lembram ainda que investigações antigas contra Alckmin foram arquivadas, e que ele nega irregularidades.
Neste conjunto de matérias, não há cobertura de veículos de direita, o que impede relatar como esse campo enquadrou o resultado, a prorrogação da votação ou as promessas do governo.
O que ainda não se sabe: como o governo pretende financiar as promessas e conciliá-las com o arcabouço fiscal, como será a relação com um Congresso de maioria conservadora, e se a oposição questionará a prorrogação da votação em alguma instância.
Após virada histórica nas urnas e mobilização popular por todo o Brasil, Lula derrota Flávio Bolsonaro e conquista seu quarto mandato presidencial.

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