
A nova pesquisa sobre a disputa por governo e Senado no Distrito Federal
Toque num lado para ler o resumo dele.
Como cada lado cobriu
5 fontes políticas
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5 fontes políticas
Como decidimos →Uma sequência de pesquisas de intenção de voto registradas no Tribunal Superior Eleitoral desenha o quadro das disputas estaduais de 2026 para governo e Senado. No Piauí, levantamento com 1.600 entrevistados entre 11 e 13 de julho aponta o senador Marcelo Castro (MDB) na liderança, com 28%, seguido por Ciro Nogueira (PP) e Júlio Cesar (PSD), empatados em 21% na briga pela segunda vaga. No Ceará, sondagem com 1.600 entrevistados entre 13 e 14 de julho mostra Cid Gomes (PSB) com 26% e Capitão Wagner (União Brasil) com 22%, com Luizianne Lins (Rede) e Alcides Fernandes (PL) empatados em 14%. No Distrito Federal e no Rio de Janeiro, novas pesquisas foram anunciadas para os dias seguintes.
Veículos com viés à esquerda
Análise editorial
Os números são reproduzidos corretamente, mas o enquadramento é editorializado no lead: a liderança é apresentada como consequência de "selar aliança com Lula no Alvorada" e como derrota dos nomes "bancados pelo próprio irmão". A escolha do ângulo valoriza o arranjo com o campo governista, marca típica de cobertura à esquerda.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O corpo é essencialmente descritivo: datas de campo, tamanho da amostra, margem de erro e nomes testados para governo e Senado. O enquadramento ideológico visível vem de blocos institucionais de assinatura anexados ao texto ("a ameaça bolsonarista não foi derrotada"), que não integram a apuração. Julgado pelo conteúdo noticioso, é CENTER.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Texto tabular: percentuais de cada pré-candidato, período de campo, amostra, margem de erro e código de registro no TSE. Não há adjetivação sobre nenhum campo político, inclusive sobre nomes de direita como Ciro Nogueira e Tiago Junqueira. Padrão factual de agência.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Cobertura técnica de pesquisa: transcreve a pergunta aplicada, informa período de campo, universo, intervalo de confiança, custo e código de registro. Nenhum vocabulário valorativo sobre os disputantes. Perfil claramente factual.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Estrutura de perguntas e respostas sobre a metodologia registrada no TSE: etapas de amostragem, cotas, ponderação, auditoria de 15% dos questionários e cronograma. O texto declara auxílio de inteligência artificial na produção. Não há vocabulário valorativo sobre nenhum campo, apesar do veículo ter perfil à direita.
Perspectivas omitidas
A menos de três meses das eleições de outubro, uma sequência de pesquisas de intenção de voto registradas no Tribunal Superior Eleitoral começou a desenhar o quadro das disputas estaduais de 2026 para governo e Senado. Quatro estados concentram a atenção nesta semana: Piauí e Ceará, com números já divulgados, e Distrito Federal e Rio de Janeiro, com levantamentos anunciados e em campo.
No Piauí, o resultado divulgado em 14 de julho aponta o senador Marcelo Castro, do MDB, na liderança da corrida ao Senado, com 28% das intenções de voto. Ele busca um novo mandato. Atrás dele, empatados numericamente em 21%, aparecem o senador Ciro Nogueira, do PP, que também tenta a recondução, e o deputado federal Júlio Cesar, do PSD. Tiago Junqueira, do PL, registra 7%, e os demais pré-candidatos ficam entre 1% e 3%. Brancos e nulos somam 6% e os indecisos, 7%. O levantamento ouviu 1.600 eleitores com 16 anos ou mais entre 11 e 13 de julho, tem margem de erro de dois pontos percentuais, intervalo de confiança de 95% e está registrado sob o código PI-06473/2026. Como cada estado elege dois senadores neste ciclo, a briga real é pela segunda cadeira.
No Ceará, o retrato divulgado no dia 15 mostra o senador Cid Gomes, do PSB, à frente com 26%, seguido pelo ex-deputado federal Capitão Wagner, do União Brasil, com 22%. A ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins, da Rede, e o deputado estadual Alcides Fernandes, do PL, aparecem empatados com 14% cada. Num segundo cenário, simulado sem Cid Gomes, Capitão Wagner assume a liderança com 23%, com o deputado federal Júnior Mano logo atrás, em empate técnico com outros dois nomes. A pesquisa ouviu 1.600 pessoas entre 13 e 14 de julho, tem margem de erro de dois pontos e registro CE-05682/2026.
Os veículos de esquerda destacaram sobretudo o contexto político por trás do número cearense: a pré-candidatura de Cid Gomes foi confirmada em 14 de julho, após uma reunião no Palácio da Alvorada com o presidente da República e lideranças cearenses, e ele passou a integrar a chapa de reeleição do governador do estado. Nessa leitura, a liderança do senador sobre os dois nomes que compõem a chapa do grupo adversário indica que a costura com o campo governista se converteu em intenção de voto. A cobertura de centro tratou os mesmos levantamentos de forma estritamente técnica, reproduzindo a pergunta aplicada aos entrevistados, o período de campo, o universo pesquisado, o custo declarado e o código de registro na Justiça Eleitoral, sem atribuir causa política aos resultados. Já os veículos de direita enfatizaram o desenho metodológico das sondagens ainda por vir: sorteio de municípios e localidades, cotas proporcionais de sexo, faixa etária, escolaridade e renda, ponderação estatística e auditoria por amostragem de 15% dos questionários aplicados.
Os próximos dois retratos ainda estão em produção. No Distrito Federal, um instituto anunciou levantamento com 1.500 entrevistas e margem de erro de 2,6 pontos percentuais para medir a corrida ao governo, testando a governadora Celina Leão, do PP, e os pré-candidatos Ricardo Cappelli, do PSB, Kiko Caputo, do Novo, Leandro Grass, do PT, e Paula Belmonte, do PSDB. O mesmo estudo atualizará as intenções de voto para as duas cadeiras do Distrito Federal no Senado, com Bia Kicis, Erika Kokay, Leila do Vôlei, Michelle Bolsonaro, Rafael Prudente e Sebastião Coelho no cenário principal. No Rio de Janeiro, uma pesquisa para governador e senador foi registrada no TSE em 17 de julho sob o número RJ-06039/2026, com coleta entre 18 e 22 de julho, amostra de 1.600 eleitores e divulgação prevista para 23 de julho. Além do favorito das sondagens recentes, o cenário testa nomes do PL, do Novo, do Republicanos, do PSTU, da UP, do PCO, do PSol e de outras legendas.
O que ainda não se sabe é justamente o essencial. Os números do Distrito Federal e do Rio de Janeiro não foram divulgados, e os levantamentos já publicados não trazem comparação com séries anteriores nos mesmos estados, o que impede afirmar se há movimento ou estabilidade nas intenções de voto. Nenhuma das coberturas apresenta reação dos pré-candidatos aos resultados, e não há avaliação sobre o peso dos indecisos e dos votos brancos e nulos, que somam mais de dez pontos em alguns cenários. Também segue em aberto o efeito do uso declarado de inteligência artificial na aplicação de parte dos questionários sobre a qualidade dos dados.
Todos os lados reproduzem os mesmos percentuais e a mesma metodologia: as pesquisas estão registradas no TSE, ouviram 1.600 eleitores por estado, têm margem de erro de dois pontos e intervalo de confiança de 95%. Há convergência de que a disputa decisiva está na segunda vaga ao Senado, já que cada estado elege dois senadores neste ciclo.

Levantamento no estado entrevista 1.600 eleitores e mede a corrida pelos cargos de governador e senador

Após selar aliança com Lula no Alvorada, senador do PSB Cid Gomes lidera corrida eleitoral no Ceará e deixa para trás os nomes bancados pelo próprio irmão

Serão 1.500 entrevistas, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais

Em busca da reeleição, Marcelo Castro lidera a corrida, mas a briga pela segunda vaga segue acirrada

Real Time Big Data mostra Ciro Nogueira e Júlio Cesar empatados pela 2ª vaga à Casa Alta; levantamento considera consolidado dos votos. Leia no Poder360.
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