Tarcísio de Freitas amplia vantagem sobre Haddad no início da campanha em São Paulo
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Duas pesquisas divulgadas entre 19 e 21 de agosto de 2026 mostram o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo de São Paulo, à frente do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). O instituto Paraná Pesquisas mediu 50% contra 33,8% no cenário estimulado de primeiro turno e 53% contra 36,9% no segundo turno, com 1.680 entrevistas em 80 municípios entre 16 e 18 de agosto e margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O Datafolha, com 1.610 entrevistas e margem de 2 pontos, apontou 45% contra 27% no primeiro turno e 54% contra 35% no segundo. Nos dois levantamentos, Haddad lidera a rejeição, com 44,3% e 47%, contra 27,4% e 29% do governador. Ambos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral.
Para a leitura à esquerda, os levantamentos retratam um ponto de partida, não um desfecho. A campanha oficial mal começou, a propaganda no rádio e na televisão ainda não foi ao ar e metade do eleitorado não consegue citar espontaneamente um nome para o governo de São Paulo.
Na leitura à direita, os dois institutos convergem para o mesmo quadro: a reeleição de Tarcísio de Freitas está encaminhada e pode se resolver já no primeiro turno. O governador alcança mais da metade dos votos válidos no levantamento do Datafolha, amplia a diferença sobre Fernando Haddad em relação a julho e vence em praticamente todos os recortes de gênero, idade, renda e escolaridade.
14 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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Os dois institutos e as coberturas de todos os lados registram os mesmos fatos centrais: Tarcísio de Freitas lidera com folga no primeiro e no segundo turno, Fernando Haddad é o único adversário competitivo, nenhum outro candidato passa de 4% e Haddad tem a maior rejeição da disputa, entre 44,3% e 47%. Também há convergência sobre a metodologia: amostras acima de 1.600 eleitores, margens de erro de 2 a 2,4 pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral.
Dois institutos foram a campo na primeira semana de campanha e chegaram ao mesmo desenho: o governador Tarcísio de Freitas lidera a disputa paulista com vantagem de 16 a 18 pontos sobre Fernando Haddad, que registra a maior rejeição entre os candidatos. Os números, a metodologia e as leituras opostas que esquerda e direita fizeram do mesmo levantamento.
Duas pesquisas eleitorais divulgadas na mesma semana colocam o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo de São Paulo, à frente do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), no primeiro retrato do eleitorado já com a campanha oficialmente iniciada. O instituto Paraná Pesquisas, que divulgou seus números em 19 de agosto de 2026, aponta 50% das intenções de voto para Tarcísio e 33,8% para Haddad no cenário estimulado de primeiro turno, diferença de 16,2 pontos percentuais. Dois dias depois, em 21 de agosto, o instituto Datafolha mediu 45% para o governador e 27% para o petista.
Os dois institutos convergem no essencial. Na simulação de segundo turno, o governador vence em ambos: 53% a 36,9% pelo Paraná Pesquisas e 54% a 35% pelo Datafolha. Haddad lidera a rejeição nos dois levantamentos, com 44,3% e 47% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum, contra 27,4% e 29% de Tarcísio. Nenhum dos demais candidatos, entre eles Vera Lúcia (PSTU), Carlos Machado (PCB), Vivian Mendes (UP), Izadora Dias (PCO) e Policial Edjane (Agir), passa de 4%. O Paraná Pesquisas ouviu 1.680 eleitores em 80 municípios entre 16 e 18 de agosto, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O Datafolha entrevistou 1.610 eleitores, com margem de 2 pontos. Os dois estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral.
A cobertura de centro tratou os números como retrato de um momento e se concentrou na apresentação dos dados: metodologia, recortes demográficos, série histórica e a disputa paralela pelo Senado, em que Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede), André do Prado (PL), Guilherme Derrite e Ricardo Salles (Novo) aparecem embolados na briga pelas duas vagas em jogo. Essas matérias também registraram que a avaliação positiva da gestão Tarcísio ficou em 42%, contra 23% de negativa, com leve queda em relação a julho, e que na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes, metade dos eleitores não citou candidato algum.
Veículos de direita enfatizaram a solidez da vantagem. Deram destaque à leitura do diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, para quem uma virada de Haddad é improvável sem um fato relevante, e à combinação de rejeição mais baixa com a condição de governador em exercício. Nessa cobertura ganharam relevo o desempenho de Tarcísio no interior paulista, entre evangélicos e em quase todos os recortes de renda, idade e escolaridade, além do cálculo de que ele alcançaria mais da metade dos votos válidos e poderia encerrar a eleição já no primeiro turno.
Veículos de esquerda destacaram o que permanece em aberto. Sublinharam que a campanha mal começou, que na região metropolitana da capital a diferença configura empate técnico, com 39% a 34%, e que entre eleitores pretos há empate em 41%. Também deram peso ao eleitorado que declara voto em Tarcísio para o governo estadual e em Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência, estimado em cerca de 15% pelo próprio instituto, e ao custo que a aproximação do governador com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro pode ter nesse grupo. Nessa leitura, o número mede a popularidade acumulada de uma gestão, não um desfecho já escrito.
O que ainda não se sabe é como esses percentuais se comportam depois do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, prevista para os próximos dias. Os dois levantamentos foram a campo antes desse período e antes de novos debates. Nenhuma das coberturas mede o efeito da nacionalização da campanha paulista, nem quanto do eleitorado indeciso e dos votos brancos e nulos, que somam entre 11% e 15% no cenário estimulado, pode se movimentar até outubro. Há também divergência entre as coberturas sobre o período exato do trabalho de campo do segundo levantamento, descrito ora como 18 e 19, ora como 18 a 21 de agosto. Uma nova pesquisa do instituto Quaest, com 1.800 entrevistas e margem de erro de dois pontos percentuais, está prevista para 25 de agosto e deve oferecer o primeiro ponto de comparação depois do começo oficial da campanha.
Levantamento do g1 na Biblioteca de Anúncios da Meta mostra que governador investiu ao menos R$ 1,18 milhão e petista, R$ 1,02 milhão. Outras redes sociais, como TikTok e X, alegam não permitir impulsionamento de anúncios políticos.

O atual governador tem vantagem confortável para Fernando Haddad, o único candidato competitivo, segundo o instituto Paraná Pesquisas

Governador oscila positivamente no cenário estimulado de primeiro turno, enquanto rejeição do ex-ministro da Fazenda atinge 44,3% no estado

O instituto ouviu 1.610 eleitores em 65 cidades paulistas de 18 a 19 de agosto

As entrevistas ocorreram entre os dias 18 e 21 deste mês. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança é de 95%

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (21) foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Margem de erro é de dois pontos percentuais.

Pesquisa ouviu 1.610 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

No levantamento anterior do instituto, governador tinha 46%, contra 30% do ex-ministro
Levantamento indica que atual governador venceria disputa no primeiro turno

Senador abre vantagem no primeiro levantamento após o início oficial da campanha; disputa pelo segundo lugar segue embolada

O levantamento se baseará em 1.800 entrevistas, com margem de erro de dois pontos percentuais

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece com 50% das intenções de voto na disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta…

Levantamento aponta o atual governador à frente na corrida eleitoral com 50% das intenções de voto no principal cenário estimulado contra 33,8% do petista

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Nesta matéria: viés de centro.