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O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), cancelou a sessão conjunta marcada para quinta-feira (18), que analisaria 70 itens, entre 65 vetos do presidente Lula e cinco projetos de crédito orçamentário. A decisão veio após a falta de acordo entre líderes partidários, que tiveram cerca de 30 dias para negociar e não chegaram a consenso. Alcolumbre anunciou que pretende convocar nova sessão em até 15 dias, antes do recesso de julho, com ou sem acordo.
O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), cancelou nesta quinta-feira (18 de junho de 2026) a sessão conjunta que analisaria 70 itens, entre eles 65 vetos do presidente Lula e cinco projetos de crédito orçamentário. A decisão foi tomada diante da falta de acordo entre as lideranças partidárias, que, segundo o senador, tiveram cerca de 30 dias para negociar quais vetos deveriam ser derrubados ou mantidos e não chegaram a um consenso.
"Infelizmente, não conseguimos construir um acordo para a sessão do Congresso", afirmou Alcolumbre. Ele anunciou que pedirá novas reuniões dos líderes na semana seguinte e prometeu remarcar a votação em até 15 dias, antes do recesso parlamentar de julho, com ou sem acordo entre as bancadas. O senador também sinalizou que pretende dividir os mais de 90 vetos pendentes em até três sessões para acelerar as apreciações.
A cobertura de centro, como a do G1, detalhou os itens concretos que estavam na pauta cancelada: a subordinação da Lei Geral do Esporte às normas das organizações esportivas, pontos da regulamentação da reforma tributária, a responsabilidade do INSS no ressarcimento de descontos indevidos relativos a mensalidades associativas, a inclusão de florestas madeireiras não nativas no rol de áreas de reserva legal e incentivo fiscal para games brasileiros independentes. Segundo Alcolumbre, parte das lideranças de um mesmo partido na Câmara e no Senado divergia sobre a manutenção e a derrubada de vetos, o que inviabilizou a sessão.
Veículos de esquerda, como o Diário do Centro do Mundo, enfatizaram o tom de cobrança do senador e o impacto sobre pautas sociais e ambientais, ressaltando que a paralisia trava decisões ligadas a benefícios sociais, ao ressarcimento de aposentados lesados pelo INSS e a regras de reserva legal. Já a leitura à direita destaca a paralisia institucional e a fragilidade da articulação do governo Lula com sua base parlamentar, vendo no prazo imposto por Alcolumbre uma tentativa de restabelecer a autoridade e a previsibilidade do Congresso diante de vetos com forte impacto fiscal e tributário.
Há pontos de convergência entre os lados. Tanto a esquerda quanto a direita reconhecem que a falta de acordo, mesmo após a retirada de centenas de dispositivos e 30 dias de negociação, expõe a dificuldade do Congresso em deliberar sobre os vetos. "É inacreditável", afirmou o presidente da Casa ao comentar as resistências de parlamentares e do governo aos itens selecionados.
O que ainda não se sabe é a data exata da nova sessão, quais vetos especificamente foram o estopim da divergência entre Câmara e Senado e qual a posição oficial do governo Lula diante do adiamento. Também permanece em aberto se Alcolumbre conseguirá, de fato, dividir a apreciação em até três sessões antes do recesso parlamentar.
Esquerda e direita reconhecem que o Congresso falhou em votar os vetos mesmo após cerca de 30 dias de negociação e a retirada de centenas de dispositivos, expondo a dificuldade de chegar a um acordo entre as bancadas.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar de o DCM ser veículo de viés à esquerda, o texto reproduz quase integralmente as falas de Alcolumbre e descreve a pauta (70 itens, 65 vetos e 5 projetos de crédito) de forma factual, sem enquadramento ideológico. O título usa a aspa 'Inacreditável' do próprio senador, não editorializa. Cobertura essencialmente noticiosa.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto noticioso neutro do G1: descreve a decisão de Alcolumbre, reproduz suas falas e lista itens concretos da pauta (Lei Geral do Esporte, reforma tributária, ressarcimento do INSS, reserva legal, incentivo a games). Vocabulário factual, sem juízo de valor. CENTER claro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Presidente do Senado afirmou que deve marcar uma nova sessão em até duas semanas. Vetos sobre a regulamentação da reforma tributária e responsabilização do INSS no ressarcimento de descontos indevidos estavam na pauta.

Alcolumbre cancela sessão do Congresso por falta de acordo e promete votar vetos de Lula antes do recesso parlamentar
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