Quaest mostra Flávio Bolsonaro com 42% contra 40% de Lula no segundo turno
5 veículos de centro · 2 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
7 fontes políticas
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A pesquisa Quaest divulgada em 14 de setembro mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 42% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% numa simulação de segundo turno, a primeira vantagem numérica do senador na campanha. Com margem de erro de dois pontos, o cenário é de empate técnico. No primeiro turno, Lula lidera com 36% contra 31%, e a aprovação do governo ficou em 43%, contra 50% de desaprovação.
Pela leitura de direita, a pesquisa Quaest marca um ponto de inflexão: pela primeira vez na campanha, Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula no segundo turno, com 42% contra 40%, puxado por independentes, Sudeste e eleitores de renda média.
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A cobertura de centro e a de direita concordam nos números: Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula 40% no segundo turno, dentro da margem de erro de dois pontos, com Lula ainda à frente no primeiro turno.
A pesquisa Quaest de 14 de setembro mostra, pela primeira vez na campanha, Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no segundo turno, por 42% a 40%, em empate técnico. Lula lidera o primeiro turno com 36%, e os dois têm rejeição de 55%.
Uma nova pesquisa Quaest, divulgada na segunda-feira, 14 de setembro, mostra pela primeira vez na campanha o senador Flávio Bolsonaro, do PL, numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, numa simulação de segundo turno. Flávio tem 42% das intenções de voto e Lula tem 40%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o cenário é de empate técnico. Na rodada anterior, divulgada em 7 de setembro, os dois apareciam com 41%.
No primeiro turno, Lula continua na liderança, com 36%, contra 31% de Flávio. O escritor Augusto Cury, do Avante, tem 7%. Renan Santos, do Missão, e Ronaldo Caiado, do PSD, têm 4% cada, e Romeu Zema, do Novo, 1%. Os dois principais candidatos têm a mesma rejeição, de 55%. A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro, período em que a crise interna no Supremo Tribunal Federal dominou o noticiário. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-03607/2026.
Os recortes ajudam a explicar o movimento. No Sudeste, região mais populosa do país, Flávio abriu 16 pontos de vantagem, contra nove na semana anterior. Entre eleitores independentes, que não se declaram de esquerda nem de direita, ele tem 36% contra 26%. Entre as mulheres, segmento historicamente favorável a Lula, a disputa agora é de empate técnico. Lula lidera com folga no Nordeste, com 60%, e entre os eleitores de menor renda. A pesquisa também mostra que os eleitores de Cury, Renan Santos e Caiado migrariam majoritariamente para Flávio num segundo turno. A aprovação do governo ficou estável em 43%, com desaprovação de 50%. Em outro recorte da mesma rodada, 49% dos entrevistados consideram Lula desonesto, e 42% dizem o mesmo de Flávio.
A cobertura de centro concentrou-se nos números e na metodologia, sempre com a ressalva do empate técnico. Esses veículos detalharam os segmentos, a transferência de votos e o contexto das investigações que envolvem os dois lados: Flávio é investigado no caso Master pelo financiamento do filme Dark Horse, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é alvo de apuração por tráfico de influência. Ambos negam irregularidades.
Veículos de direita deram peso maior à ultrapassagem. Um deles tratou o resultado como vitória de Flávio, embora o próprio texto registre o empate técnico. Outro destacou a reação de aliados do presidente, que chamaram a pesquisa de velha, disseram que sondagens internas indicam recuperação de Lula desde o dia 12 e citaram o levantamento BTG/Nexus, com Lula a 47% e Flávio a 46%.
Não houve, entre as fontes reunidas, cobertura de veículos de esquerda sobre esta rodada, o que deixa ausente esse ângulo na comparação.
Ainda não se sabe se a oscilação favorável a Flávio vai se sustentar nas próximas rodadas, nem qual será o efeito da análise do Supremo Tribunal Federal sobre a investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. As sondagens internas citadas pela campanha de Lula não foram divulgadas.
A nova pesquisa Quaest sobre a eleição presidencial mostra, pela primeira vez durante a campanha, uma vantagem numérica de Flávio

Candidato do PL aparece numericamente à frente pela 1ª vez desde o início da campanha eleitoral. Isso não acontecia desde abril, antes do caso "Dark Horse" vir à tona.

Pesquisa desta segunda (14) mostra as opções de quem indica outros candidatos no primeiro turno diante de um confronto entre o petista e o candidato do PL.

Investigações contra Lulinha e no âmbito do

Situação é de empate técnico; no primeiro turno, candidato do PT lidera com 36%, ante 31% do rival

Levantamento contratado pelo GLOBO e a TV Globo mostra filho de Jair Bolsonaro com 42%, contra 40% do candidato à reeleição; resultado é inédito desde abril

Quaest apresentou dois pontos percentuais de diferença entre os candidatos
