Senado renova 54 das 81 cadeiras com 32 senadores em busca de reeleição
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O Senado Federal terá 54 das 81 cadeiras em disputa nas eleições de 2026, por causa da regra que renova dois terços da Casa a cada oito anos. Entre os parlamentares em fim de mandato, 32 registraram candidatura à reeleição e dez concorrem a outros cargos: Flávio Bolsonaro disputa a Presidência da República pelo PL, Eduardo Girão concorre à Vice-Presidência na chapa de Romeu Zema, Marcos Rogério tenta o governo de Rondônia, Izalci Lucas e Roberta Acioly buscam vagas na Câmara dos Deputados e Mara Gabrilli disputa uma cadeira de deputada estadual. Jader Barbalho, Nelsinho Trad, Dra. Eudócia e Daniella Ribeiro aparecem como suplentes em chapas ao Senado. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o Diap, o índice de recandidatura de 61,1% é o mais alto desde 2002.
As eleições de 2026 colocam dois terços do Senado em jogo, 54 das 81 cadeiras, e a leitura à direita enfatiza que o eleitor terá diante de si uma prestação de contas em escala rara: 32 parlamentares em fim de mandato pedem novo voto de confiança e dez tentam trocar o Senado por outro cargo, entre eles Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, e Eduardo Girão, vice na chapa de Romeu Zema.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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As duas coberturas informam os mesmos números centrais: 54 das 81 cadeiras do Senado em disputa em 2026, 32 senadores em fim de mandato tentando a reeleição e dez concorrendo a outros cargos, com Flávio Bolsonaro na disputa presidencial pelo PL e Eduardo Girão como candidato a vice na chapa de Romeu Zema. Ambas registram a saída de Paulo Paim e de Rodrigo Pacheco.
As eleições de 2026 renovam dois terços do Senado Federal, com 54 das 81 cadeiras em disputa. Trinta e dois senadores em fim de mandato pedem a reeleição, o maior índice em 24 anos segundo o Diap, e dez trocam a Casa por outros cargos, entre eles a Presidência da República. Paulo Paim e Rodrigo Pacheco anunciaram a saída da vida parlamentar.
O Senado Federal terá 54 das 81 cadeiras em disputa nas eleições de 2026, e a maioria dos parlamentares em fim de mandato decidiu tentar permanecer na Casa. São 32 senadores candidatos à reeleição, dez que concorrem a outros cargos e um grupo que ficou fora do pleito por aposentadoria ou por acordo de composição política. A renovação de dois terços ocorre porque o mandato de senador dura oito anos: em uma eleição, cada estado e o Distrito Federal escolhem dois nomes; na seguinte, apenas um.
As duas coberturas convergem no essencial. O representante do Senado na disputa pelo Palácio do Planalto é Flávio Bolsonaro, do PL, cabeça de chapa do partido. Eduardo Girão, do Novo, concorre à Vice-Presidência na chapa encabeçada por Romeu Zema. Jader Barbalho, Nelsinho Trad e Dra. Eudócia aparecem como suplentes em chapas ao Senado. Izalci Lucas e Roberta Acioly disputam vagas na Câmara dos Deputados, e Mara Gabrilli tenta uma cadeira de deputada estadual. Marcos Rogério concorre ao governo de Rondônia.
A cobertura de centro relatou que o índice de recandidatura é o mais alto em 24 anos. Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o Diap, aponta 61,1%, percentual que só encontra paralelo em 2002. Essa cobertura se concentrou nas definições de última hora. Em Alagoas, João Henrique Caldas desistiu do Senado para disputar o governo do estado, o que abriu espaço para a candidatura de Marina Figueiredo, sua esposa, com Dra. Eudócia como suplente; o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com o tucano no começo da semana para tentar evitar o confronto com o ex-ministro Renan Filho. Em Minas Gerais, o Republicanos recuou e confirmou o senador Cleitinho como candidato ao governo estadual quatro dias depois de ele retirar a própria candidatura. A mesma reportagem publicou correção: são 32, e não 33, os senadores que buscam novo mandato.
Veículos de direita enfatizaram a dimensão institucional da renovação e o efeito em cadeia sobre cadeiras que sequer estavam em jogo neste ano. Nove senadores eleitos em 2022, entre eles Sergio Moro, Omar Aziz, Renan Filho, Efraim Filho e Wellington Fagundes, disputam governos estaduais e deixariam o Senado antes de 2030 caso vençam, transferindo os mandatos a suplentes. Essa cobertura também registrou 12 senadores com mandato terminando neste ano que não concorrem, entre eles Paulo Paim, Rodrigo Pacheco, Luis Carlos Heinze, Flávio Arns e Jorge Kajuru.
Até o momento, nenhum veículo de esquerda publicou cobertura própria do levantamento. O ângulo que costuma organizar a leitura desse campo, a permanência de lideranças regionais com décadas de mandato e a saída de parlamentares ligados à pauta trabalhista, como Paulo Paim, no Congresso desde 1987, aparece nas duas reportagens apenas como registro factual, sem interpretação atribuída a esse lado.
Restam lacunas relevantes. As duas coberturas divergem sobre quantos senadores ficam fora da disputa: uma informa 13, a outra 12. Nenhuma detalha o desfecho do registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral nem quem assumiria as cadeiras dos nove senadores eleitos em 2022 caso eles vençam os governos estaduais. Também não há informação sobre o resultado prático da articulação conduzida em Alagoas nem sobre eventuais impugnações capazes de alterar a lista até a votação.
Dois terços do Senado serão renovados em 2026; 10 parlamentares em fim de mandato disputam outros cargos e 12 não concorrem

Candidaturas em Minas Gerais e Alagoas foram definidas perto do fim do prazo de registro; senadores titulares também disputam vagas de suplentes e cadeiras na Câmara dos Deputados
