
Caiado anuncia Kassab, presidente do PSD, como vice na chapa à Presidência
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Como decidimos →Em 1º de julho de 2026, em Brasília, o pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) anunciou o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como seu candidato a vice. A chamada chapa pura, formada só por integrantes do PSD, torna Caiado o segundo pré-candidato a definir vice, depois de Lula (PT), que mantém Geraldo Alckmin. Kassab, de 65 anos, é ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro e fundador do PSD. A oficialização depende da convenção nacional marcada para 26 de julho.
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Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Perfil puramente factual da trajetória de Kassab (vereador, deputado, prefeito de SP, fundador do PSD), sem juízo de valor. Padrão CENTER.
Análise editorial
Apuração factual e detalhada dos bastidores: reconciliação Kassab-Tarcísio, apoio cruzado a Flávio Bolsonaro em SP e ausência de governadores. Múltiplas fontes e paridade de enquadramento, padrão CENTER.
Análise editorial
Apuração factual sobre o descontentamento de uma ala do PSD que preferia Michelle Bolsonaro como vice; expõe divergência interna com base em fontes reservadas, sem tomar partido.
Análise editorial
Nota factual e concisa: registra o anúncio, a aposta na capilaridade municipal do PSD e a estratégia de articulação no Congresso. Sem enquadramento valorativo.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Texto de agência: relata o anúncio, apresenta a trajetória de Kassab e lista os demais pré-candidatos com paridade, sem vocabulário valorativo. Padrão factual neutro.
Perspectivas omitidas
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O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado, do PSD, anunciou nesta quarta-feira, 1º de julho de 2026, em Brasília, o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como seu candidato a vice na disputa pelo Palácio do Planalto. Com a definição, o PSD confirma uma chapa pura, formada exclusivamente por integrantes da própria legenda, e Caiado se torna o segundo pré-candidato a fechar a composição para 2026, depois do presidente Lula, do PT, que mantém Geraldo Alckmin como vice.
A cobertura de centro relatou os fatos com detalhe: Kassab, de 65 anos, é engenheiro e economista formado pela USP, ex-prefeito de São Paulo, fundador e presidente do PSD desde 2011 e ex-ministro nos governos de Dilma Rousseff e Michel Temer. Mais recentemente, foi secretário de Governo do estado de São Paulo na gestão de Tarcísio de Freitas, cargo que deixou em março. Veículos de centro também ancoraram a análise em pesquisas: os levantamentos AtlasIntel/Bloomberg e BTG/Nexus mostram Caiado distante da liderança, oscilando entre cerca de 2% e 5% das intenções de voto, atrás de Lula e do senador Flávio Bolsonaro, do PL, os dois primeiros colocados.
Durante o anúncio, Caiado e Kassab adotaram um tom de enfrentamento. Kassab afirmou que a República estaria podre e que os Poderes estariam contaminados pela ineficiência, defendendo reforma administrativa e redução da carga tributária. Caiado disse não querer um vice para tirar foto, mas para governar juntos, e sustentou que sua candidatura seria a única capaz de derrotar Lula em um eventual segundo turno, ao atrair o eleitor independente.
Veículos de direita enfatizaram o potencial da chapa como terceira via. Colunistas destacaram a densidade política de Kassab, a capilaridade do PSD como o partido com mais prefeitos do país e o perfil de Caiado como ex-governador bem avaliado, com resultados em segurança pública em Goiás. Uma coluna chegou a comparar a viabilidade da chapa à ascensão vista como improvável em 2018, projetando um cenário de crescimento e de disputa por segundo turno.
Já a leitura mais crítica, presente sobretudo em reportagens de apuração de bastidores, expôs a fragilidade do projeto. Veículos de esquerda e de centro destacaram que a chapa nasce sem palanque nos quatro maiores colégios eleitorais do país. Em São Paulo, o PSD está amarrado à reeleição de Tarcísio, que apoia Flávio Bolsonaro; em Minas, o governador Mateus Simões segue com o grupo de Romeu Zema, do Novo; no Rio, Eduardo Paes abre seu palanque para Lula; e na Bahia os diretórios locais também priorizam adversários de Caiado. A reportagem também revelou que o PSD tentou, sem sucesso, alianças com o MDB e com a federação União Brasil-PP, e que apenas um dos seis governadores da sigla, Ratinho Júnior, declarou apoio explícito.
Houve ainda resistência interna: uma ala do partido defendia a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como vice, avaliando que ela agregaria votos entre conservadores e evangélicos, e criticou tanto a escolha de Kassab quanto o momento e o local do anúncio.
O que ainda não se sabe é como a chapa vai superar a falta de estrutura nos grandes estados e se conseguirá ampliar alianças até o prazo de registro, em agosto. A oficialização depende da convenção nacional do PSD, marcada para 26 de julho, quando a candidatura de Caiado e Kassab deve ser formalizada.
Todos os lados reconhecem os fatos centrais: Caiado (PSD) anunciou Kassab como vice numa chapa pura em 1º de julho, que Kassab é fundador e presidente do PSD e ex-prefeito de SP, e que a candidatura aparece distante da liderança nas pesquisas.

Presidente nacional do PSD, Kassab fundou o partido em 2011, foi prefeito de São Paulo, ministro nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer e secretário no governo Tarcísio de Frei

Após meses afastados, os dois aliados se reuniram no fim de semana e devem formalizar aliança em evento no fim do mês

Grupo critica pressa no anúncio e queria cerimônia no Congresso, com Michelle na vaga e aval do Supremo para falar com Bolsonaro

Ex-governador de GO oficializará, nesta quarta, o nome de Gilberto Kassab (PSD) como vice nas eleições. Lula também já definiu sua aliança

A divulgação da chapa foi em uma cerimônia em Brasília. Kassab tem 66 anos, foi prefeito de São Paulo e ministro nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer.
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