Romeu Zema sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno com 0,27% dos votos
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O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, candidato do Partido Novo à Presidência, terminou o primeiro turno de 4 de outubro com 0,27% dos votos, com 99,96% das urnas apuradas. Em Belo Horizonte, disse estar muito satisfeito, atribuiu o resultado do partido ao avanço da direita e afirmou que estará contra o PT onde houver segundo turno, sinalizando apoio a Flávio Bolsonaro (PL). A cobertura também relata que as duas campanhas já haviam combinado o embarque de Zema logo após a apuração.
Pela leitura de direita, o primeiro turno revelou um avanço da direita maior do que as pesquisas apontavam, e o Partido Novo cumpriu o objetivo estratégico de crescer no Congresso Nacional e superar a cláusula de barreira.
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As duas coberturas concordam que Romeu Zema teve votação residual, que priorizou o crescimento da bancada do Partido Novo e que vai apoiar Flávio Bolsonaro contra o PT no segundo turno.
Romeu Zema, candidato do Partido Novo, terminou o primeiro turno de 2026 com 0,27% dos votos para presidente. Ele se disse satisfeito com o avanço do partido no Congresso Nacional, mirou a cláusula de barreira e sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro contra o PT no segundo turno.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, candidato do Partido Novo à Presidência da República, terminou o primeiro turno das eleições de 2026 com 0,27% dos votos, com 99,96% das urnas apuradas. Mesmo assim, na noite de domingo, 4 de outubro, ele se declarou muito satisfeito com o resultado e sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, no segundo turno da corrida presidencial.
O pronunciamento foi feito em um bar no bairro Funcionários, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde Zema acompanhou a apuração com integrantes do Novo. "Onde tiver PT no segundo turno, eu estarei contra o PT", disse o ex-governador. Segundo ele, a campanha cumpriu seu objetivo principal: ampliar a presença do partido no Congresso Nacional e superar a cláusula de barreira, regra que condiciona o acesso de uma legenda a recursos e prerrogativas ao seu desempenho nas urnas.
De acordo com Zema, o Novo havia confirmado a eleição de três senadores, pelo Rio Grande do Sul, pelo Paraná e pelo Maranhão, e projetava ao menos oito deputados federais, número que ainda poderia crescer até o fim da apuração. O senador Eduardo Girão, que acompanhou o pronunciamento, afirmou que o partido triplicou a bancada no Senado e também declarou oposição ao Partido dos Trabalhadores.
Zema avaliou que houve um avanço da direita muito maior do que as pesquisas apontavam e fez críticas duras ao PT. Para ele, o partido já teve todas as chances e entregou um país estagnado e repleto de corrupção.
A cobertura de centro relatou o pronunciamento em detalhe, com os números da apuração e as falas do ex-governador e de Girão, registrando o contraste entre o desempenho de menos de 1% e a satisfação declarada. Veículos de direita enfatizaram os bastidores da aliança: segundo essa cobertura, a campanha de Flávio Bolsonaro chegou a sondar a desistência de Zema antes do primeiro turno, para estimular o voto útil já na primeira etapa. Diante da negativa, os dois grupos teriam combinado o embarque imediato do candidato do Novo na campanha do Partido Liberal logo após o fim da apuração. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o anúncio de Zema, o que deixa sem registro a leitura desse campo sobre o movimento.
As duas coberturas convergem no essencial: Zema teve votação residual, priorizou o crescimento da bancada do Novo e se posiciona contra o PT no segundo turno, ao lado de Flávio Bolsonaro.
Ainda não se sabe quando e em que formato o apoio será formalizado, nem se haverá participação ativa de Zema na campanha do segundo turno. Também falta a totalização final das bancadas, que vai confirmar se o Novo supera de fato a cláusula de barreira. A informação sobre a sondagem para a desistência antes do primeiro turno não foi confirmada publicamente pelas campanhas.
Em pronunciamento, ex-governador de Minas afirmou que partido deve superar cláusula de barreira e declarou oposição ao PT no segundo turno

Campanha do filho de Jair Bolsonaro chegou a sondar a possibilidade de o ex-governador de Minas Gerais jogar a toalha antes mesmo do primeiro turno
