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Operação Make Up faz 49 buscas e apura R$ 2 milhões no caso Dark Horse
2 veículos de esquerda · 15 veículos de centro · 3 veículos de direita
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A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União cumpriram 49 mandados na Operação Make Up para apurar possível desvio de emendas ligadas a organizações de Karina Gama e à produção de Dark Horse. Mário Frias, autor de R$ 2 milhões em emendas, foi alvo. Uma apuração separada investiga repasses de Daniel Vorcaro solicitados por Flávio Bolsonaro.
Esquerda
A leitura de esquerda enfatiza fiscalização do dinheiro público e responsabilização de agentes políticos e privados. O ponto central é esclarecer se recursos destinados a projetos sociais foram desviados por empresas ligadas à produção de Dark Horse e se uma rede financeira aproximou emendas, empresários e aliados da família Bolsonaro.
Centro
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União cumpriram 49 mandados na Operação Make Up para apurar possível desvio de emendas ligadas a organizações de Karina Gama e à produção de Dark Horse. Mário Frias, autor de R$ 2 milhões em emendas, foi alvo. Uma apuração separada investiga repasses de Daniel Vorcaro solicitados por Flávio Bolsonaro.
Direita
A leitura de direita concentra-se no devido processo, na competência do juiz natural e no risco de uso eleitoral da investigação. Mário Frias afirma que as emendas financiaram projetos sociais, enquanto Flávio Bolsonaro sustenta que Dark Horse recebeu dinheiro privado e acusa Flávio Dino de interferir na campanha.
20 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O texto enfatiza a rede financeira ligada à família Bolsonaro, os valores elevados e a responsabilização pelo uso de recursos públicos, sem oferecer voz aos investigados. Esse recorte produz enquadramento moderado de esquerda.
Perspectivas omitidas
O enquadramento destaca bolsonarismo, controle de emendas, transparência do gasto público e conexões financeiras, tratando as duas apurações como complementares e sem dar espaço equivalente às defesas.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
A matéria expõe nota policial e decisão judicial, mas também reproduz em extensão as defesas de Mário Frias e Flávio Bolsonaro. O tratamento explícito de incerteza e contraditório é de centro.
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto resume a operação, atribui as suspeitas à Polícia Federal e registra que Mário Frias e Karina Gama negam irregularidades, sem adotar a retórica editorial do veículo.
A Operação Make Up colocou Mário Frias, Karina Gama e o financiamento de Dark Horse no centro de duas investigações do Supremo Tribunal Federal. A Polícia Federal apura o destino de R$ 2 milhões em emendas, enquanto outro inquérito examina repasses de Daniel Vorcaro solicitados por Flávio Bolsonaro.
A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriram 49 mandados de busca e apreensão em 10 de setembro na Operação Make Up. A ação ocorreu em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal, sem mandados de prisão. Entre os alvos estavam o deputado federal Mário Frias, a produtora Karina Gama e organizações administradas por ela. O inquérito apura se emendas parlamentares destinadas a projetos sociais foram desviadas por uma rede de agentes públicos e privados e chegaram a empresas ligadas a Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A apuração está sob supervisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Mário Frias destinou R$ 2 milhões ao Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina Gama, para projetos esportivos e de letramento digital. Relatórios citados nas matérias mostram que o instituto pagou cerca de R$ 700 mil a empresas relacionadas a um fornecedor. Meses depois, outra empresa do mesmo grupo transferiu R$ 750 mil à Go Up Entertainment, produtora do filme. A PF ressalvou que os dados não permitem afirmar que esse último valor veio diretamente das emendas, mas considerou relevantes a proximidade dos montantes e o período das transações.
Os investigadores também apontaram que a Go Up Entertainment movimentou R$ 19 milhões no fim de 2025 e pagou ao menos quatro faturas de cartão de crédito de Mário Frias, com valores entre R$ 32,6 mil e R$ 36,8 mil. O deputado transferiu R$ 645,4 mil à produtora em menos de 60 dias, quando recebia remuneração mensal de cerca de R$ 44 mil. Sete armas registradas em seu nome foram encontradas em endereço diferente do cadastro, o que abriu uma apuração sobre possível posse irregular. Dino proibiu alguns investigados de deixar o país e de manter contato entre si.
Há uma segunda investigação sobre o financiamento de Dark Horse, relatada pelo ministro André Mendonça. Esse inquérito apura R$ 61 milhões transferidos por Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, para a produção após pedido de Flávio Bolsonaro. A inclusão do senador na investigação foi autorizada em 22 de julho, com aval da Procuradoria-Geral da República, para apurar em tese lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros crimes. O sigilo foi retirado em 11 de setembro. Os dois procedimentos têm origens distintas: um acompanha possíveis recursos públicos de emendas; o outro examina dinheiro privado e seu destino final.
A cobertura de centro relatou os mandados, os fluxos financeiros, as ressalvas da PF e as defesas, evitando tratar suspeita como culpa estabelecida. Veículos de esquerda destacaram a fiscalização das emendas, a transparência sobre recursos destinados a projetos sociais e as conexões entre agentes políticos e empresas. Veículos de direita enfatizaram o devido processo, a sobreposição de inquéritos no STF e a alegação de interferência eleitoral. Mário Frias afirmou que as emendas não passaram por suas mãos e foram aplicadas nos projetos previstos. Karina Gama negou irregularidades. Flávio Bolsonaro disse que o filme foi financiado com recursos privados e acusou Flávio Dino de tentar prejudicá-lo na eleição. Essa motivação não foi demonstrada nos artigos.
Ainda não se sabe se os R$ 750 mil enviados à produtora tiveram origem direta nas emendas, qual foi o destino final de todos os recursos e se houve prestação efetiva dos serviços contratados. Também faltam decisões sobre responsabilidade criminal. As buscas e a quebra de sigilo produzem elementos para a investigação, mas não equivalem a condenação.
Esquerda, centro e direita relatam que a Operação Make Up cumpriu 49 mandados, teve Mário Frias e Karina Gama entre os alvos e investiga a destinação de emendas vinculadas a organizações administradas pela produtora de Dark Horse.

Polícia Federal diz que a operação apura suposto desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares repassadas a organização da sociedade civil.

A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (10) buscas contra o deputado federal Mário Frias (PL-SP) e Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação




O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito na Polícia Federal para investigar

Frias atua como roteirista e produtor-executivo da produção, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro

Ação autorizada pelo ministro do STF mira emendas de Mario Frias para produtora ligada ao projeto

Investigação foi aberta em julho, depois que o ministro André Mendonça deu aval ao pedido da PF. Inquérito apura suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas.

Agentes cumprem 49 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará; ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF

PF cumpre buscas contra Mario Frias e a produtora Karina Gama em investigação sobre recursos destinados ao filme “Dark Horse”, sobre Bolsonaro.

PF cumpre mandados contra Mario Frias e Karina Gama em investigação sobre repasses milionários para o filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e tem alvos em Brasília e São Paulo

São 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. Leia no Poder360.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (10) a Operação Make Up, que investiga o financiamento do filme Dark

Autorizados por Flávio Dino, os agentes cumprem mandados em Brasília e São Paulo para rastrear a origem do dinheiro que bancou a produção

O deputado Mário Frias (PL) é alvo de busca e apreensão nesta quinta-feira em uma operação sobre destinação de emendas para o filme "Dark Horse". Também é alvo de busca Karina Gama, dona do Instituto Conhecer Brasil e produtora do filme.

A Polícia Federal cumpre mandados de busca nesta quinta-feira (10) em operação relacionada ao financiamento do filme "Dark Horse", que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. Karina Gama, produtora do filme, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) são alvos da ação, além de outras 20 pessoas. A operação não tem mandados de prisão, apenas de busca e apreensão. O caso está sob relatoria do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O inquérito era de São Paulo e foi avocad

Operação autorizada pelo ministro Flávio Dino investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares. Na lista de alvos estão duas ONGs chefiadas pela dona da produtora do filme

Agentes cumprem 49 mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Flávio Dino
A reportagem contextualiza a crise no tribunal, mas preserva a distinção entre indícios e prova, registra a cautela da Polícia Federal e publica as versões de Mário Frias, Karina Gama e Flávio Bolsonaro.
O texto atribui os indícios à Polícia Federal e à auditoria da Controladoria-Geral da União, registra a negativa de Karina Gama e não extrapola a fase investigativa.
Perspectivas omitidas
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto informa a autorização de André Mendonça, o aval da Procuradoria-Geral da República, os valores investigados e a negativa de Flávio Bolsonaro, sem juízo de culpa.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O conteúdo autoral reproduz a finalidade declarada da operação, os mandados, os alvos e a nota policial sem crítica ideológica. Comentários de leitores e material promocional foram desconsiderados.
Perspectivas omitidas



