Operação Make Up: Polícia Federal mira Mario Frias em 49 buscas sobre Dark Horse
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A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram em 10 de setembro a Operação Make Up, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, com 49 mandados de busca contra suspeitos de desviar emendas parlamentares por meio de ONGs ligadas à produtora do filme Dark Horse. Os principais alvos são o deputado Mario Frias (PL-SP) e a empresária Karina Ferreira da Gama, que negam irregularidades.
Veículos de esquerda trataram a Operação Make Up como prova de que dinheiro público pode ter irrigado a cinebiografia de Jair Bolsonaro, conectando o desvio de emendas investigado por Flávio Dino à delação que liga Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao financiamento do filme Dark Horse.
Veículos de direita relataram a Operação Make Up dando peso às negativas dos investigados e ao papel do ministro Flávio Dino, questionando a existência de dois inquéritos sobre o mesmo caso e a amplitude do poder de um relator sobre emendas de todos os congressistas.
19 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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A Operação Make Up, autorizada pelo ministro Flávio Dino, cumpriu 49 mandados de busca contra o deputado Mario Frias e a produtora Karina Gama. A Polícia Federal investiga se emendas parlamentares destinadas a ONGs ligadas ao filme Dark Horse foram desviadas, e a cobertura se divide sobre o papel do relator.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram, na quinta-feira, 10 de setembro, a Operação Make Up, que investiga suspeita de desvio de emendas parlamentares ligado ao financiamento de Dark Horse, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal, sem nenhum mandado de prisão. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal.
Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias, do PL de São Paulo, roteirista e produtor-executivo do filme, e a empresária Karina Ferreira da Gama, dona da produtora Go Up Entertainment e presidente do Instituto Conhecer Brasil e da Academia Nacional de Cultura. Em 2024, Frias destinou R$ 2 milhões em emendas ao instituto.
Há pontos em que toda a cobertura converge. Segundo nota da Polícia Federal, uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados teria direcionado recursos a empresas subcontratadas sem comprovação dos serviços, e as tentativas de ocultar os desvios teriam seguido até julho deste ano. São apurados peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios. O celular do deputado foi apreendido, e sete armas registradas em nome dele foram encontradas fora do endereço previsto, o que levará a uma apuração por posse ilegal. Dino proibiu Frias e Karina de deixar o país e de manter contato com outros investigados.
A cobertura de centro trouxe o detalhamento da decisão. A Polícia Federal aponta que o instituto repassou cerca de R$ 700 mil a empresas de um fornecedor, e que outra empresa do mesmo grupo enviou R$ 750 mil à produtora durante as filmagens. Os investigadores ressalvam que não é possível afirmar origem direta, mas veem coincidência relevante de valores e datas. A decisão também registra transferências de R$ 645,4 mil de Frias à produtora, que a polícia considera incompatíveis com o salário do parlamentar. Existe ainda um segundo inquérito no Supremo, relatado pelo ministro André Mendonça, sobre repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, pedidos pelo senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência.
Veículos de esquerda destacaram justamente a ligação com esse segundo inquérito. Deram peso à delação do empresário Antonio Carlos Freixo Junior, homologada por Mendonça na véspera da operação, que relata sete repasses somando US$ 12,333 milhões a um fundo nos Estados Unidos. Esses veículos trataram o uso de emendas como centro do debate sobre a transparência do orçamento público.
Veículos de direita enfatizaram a defesa dos investigados e o papel do relator. Registraram que Frias e Karina negam irregularidades e que a investigação de Dino é distinta da que envolve Flávio Bolsonaro. Uma análise crítica observou que há dois inquéritos sobre o mesmo caso e questionou a amplitude do poder de Dino sobre emendas de todos os congressistas. Frias chamou a operação de cortina de fumaça em ano eleitoral, e Flávio Bolsonaro falou em interferência política nas eleições.
Ainda não se sabe se o dinheiro das emendas chegou de fato à produção do filme, nem qual o papel exato de cada um dos alvos. Também está em aberto quem conduzirá o caso, já que as defesas de Frias e de Karina pedem que ele fique com Mendonça. A menção, em decisões de Dino, a um investigado supostamente ligado ao Primeiro Comando da Capital, negada pela defesa dele, segue sem confirmação.
Suposta ligação de facção com empresário vinculado à dona da produtora do filme é apontada em investigações da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público sobre feminicídio.

Polícia Federal diz que a operação apura suposto desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares repassadas a organização da sociedade civil.

A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (10) buscas contra o deputado federal Mário Frias (PL-SP) e Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação




Frias atua como roteirista e produtor-executivo da produção, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro

Ação autorizada pelo ministro do STF mira emendas de Mario Frias para produtora ligada ao projeto

Agentes cumprem 49 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará; ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF

PF cumpre buscas contra Mario Frias e a produtora Karina Gama em investigação sobre recursos destinados ao filme “Dark Horse”, sobre Bolsonaro.

PF cumpre mandados contra Mario Frias e Karina Gama em investigação sobre repasses milionários para o filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e tem alvos em Brasília e São Paulo

São 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. Leia no Poder360.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (10) a Operação Make Up, que investiga o financiamento do filme Dark

Autorizados por Flávio Dino, os agentes cumprem mandados em Brasília e São Paulo para rastrear a origem do dinheiro que bancou a produção

O deputado Mário Frias (PL) é alvo de busca e apreensão nesta quinta-feira em uma operação sobre destinação de emendas para o filme "Dark Horse". Também é alvo de busca Karina Gama, dona do Instituto Conhecer Brasil e produtora do filme.

A Polícia Federal cumpre mandados de busca nesta quinta-feira (10) em operação relacionada ao financiamento do filme "Dark Horse", que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. Karina Gama, produtora do filme, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) são alvos da ação, além de outras 20 pessoas. A operação não tem mandados de prisão, apenas de busca e apreensão. O caso está sob relatoria do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O inquérito era de São Paulo e foi avocad

Operação autorizada pelo ministro Flávio Dino investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares. Na lista de alvos estão duas ONGs chefiadas pela dona da produtora do filme

Agentes cumprem 49 mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Flávio Dino

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