
Ordem dos Advogados do Brasil pede substituto para Paulo Gonet no caso Master
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O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não atue pessoalmente no processo sobre relatórios da Polícia Federal com interações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. A entidade quer que o substituto legal represente o Ministério Público e afirma que a providência é preventiva, sem julgamento sobre a conduta de Gonet.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não atue pessoalmente no processo sobre relatórios da Polícia Federal com interações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.
Direita
Veículos de direita inserem o pedido da Ordem dos Advogados do Brasil em uma crise mais ampla de controle sobre o Supremo Tribunal Federal. Esse enquadramento destaca as 52 mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro e a um número identificado como pertencente a Alexandre de Moraes, a tese de Paulo Gonet de dupla nulidade e o pedido de Moraes para investigar André Mendonça.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
O texto distingue o afastamento pessoal de Paulo Gonet da continuidade da atuação do Ministério Público, reproduz o caráter preventivo alegado pela Ordem dos Advogados do Brasil e evita concluir sobre culpa. O enquadramento é institucional e factual, próprio de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O artigo amplia o pedido processual para o quadro de crise no Supremo Tribunal Federal, destaca 52 mensagens, a tese de dupla nulidade e o pedido de investigação entre ministros. A ênfase em controle institucional, suspeitas sobre autoridades e conflito entre Poderes, somada ao título apelativo, produz enquadramento à direita, embora os fatos sejam atribuídos.
Perspectivas omitidas
A Ordem dos Advogados do Brasil pediu a Edson Fachin que Paulo Gonet não atue pessoalmente no processo sobre relatórios da Polícia Federal ligados ao caso Banco Master. A entidade alega sobreposição de papéis, mas diz não prejulgar o procurador-geral. O Ministério Público continuaria no caso por meio do substituto legal.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, deixe de atuar pessoalmente no processo sobre relatórios da Polícia Federal. Os documentos registram interações entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. A entidade defende que o Ministério Público continue no caso por meio do substituto legal de Gonet.
O pedido foi aprovado em reunião extraordinária da direção nacional da Ordem com os presidentes das 27 seccionais e protocolado em 9 de setembro. A justificativa é que Gonet ocupa duas posições no mesmo conjunto de fatos. A Procuradoria-Geral da República (PGR) já se manifestou no processo e defendeu a nulidade da determinação que deu origem aos relatórios e dos elementos obtidos a partir dela. Ao mesmo tempo, o procurador-geral foi chamado por Fachin a prestar esclarecimentos no procedimento criado pela Presidência da Corte.
A Ordem afirma que a providência é estritamente processual e preventiva. Segundo a manifestação, o pedido não representa conclusão sobre a conduta de Gonet nem restringe as atribuições do Ministério Público. A entidade também solicitou acesso aos relatórios, provas, manifestações e documentos relacionados à crise, inclusive material sigiloso dentro dos limites definidos pelo Supremo. Pediu ainda a abertura de investigações sobre eventuais crimes que possam envolver integrantes da Corte.
O conflito começou antes desse requerimento. Um relatório da Polícia Federal reúne 52 mensagens enviadas por Vorcaro, entre 28 de outubro e 17 de novembro de 2025, a um número atribuído pela investigação a Moraes. André Mendonça pediu manifestação da PGR, e Gonet apontou o que chamou de dupla nulidade. Para ele, Mendonça não poderia ordenar diretamente à Polícia Federal que aprofundasse uma apuração envolvendo outro ministro sem iniciativa do Ministério Público ou autorização do plenário do Supremo.
Moraes, por sua vez, pediu que Mendonça fosse investigado no inquérito das fake news, então sob sua própria relatoria. Em 4 de setembro, Fachin retirou a solicitação desse inquérito e determinou que os envolvidos prestassem esclarecimentos. A Ordem criou uma comissão para examinar os documentos e produzir um parecer sobre a conduta dos ministros. Entre as hipóteses que poderão ser avaliadas está um pedido de impeachment contra Moraes.
A cobertura de centro relatou o requerimento como uma cautela processual, ressaltando que a PGR continuaria representada e que a entidade não prejulgou Paulo Gonet. Veículos de direita enfatizaram a crise institucional, as 52 mensagens, a tese de nulidade e a necessidade de controle sobre ministros e procuradores. Veículos de esquerda não aparecem no cluster; a leitura provável desse lado, construída apenas com os fatos de centro, destaca que qualquer afastamento pessoal, investigação ou impeachment precisa respeitar o devido processo e não pode transformar suspeitas ainda não examinadas em condenação política.
Ainda não se sabe como Edson Fachin decidirá o pedido, quem representaria a Procuradoria-Geral da República se Paulo Gonet fosse substituído no processo nem quando a Ordem receberá acesso aos documentos. Também faltam esclarecimentos públicos sobre a referência à PGR nas mensagens, o contexto integral das 52 comunicações e as conclusões da comissão criada pela entidade.
Os artigos convergem que a Ordem dos Advogados do Brasil pediu a substituição pessoal de Paulo Gonet no processo, sem afastar o Ministério Público nem antecipar conclusão sobre a conduta do procurador-geral.

Entidade diz que procurador-geral foi chamado a prestar esclarecimentos sobre o caso e pede que substituto legal atue no processo

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não atue no processo relacionado



