Tereza Cristina desafia Alcolumbre e Marinho na disputa pela presidência do Senado
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

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A cobertura de centro relatou que a senadora Tereza Cristina manteve a candidatura à presidência do Senado depois de uma reunião sem acordo com Rogério Marinho, o que deixa a oposição com dois nomes contra a recondução de Davi Alcolumbre na eleição de 1º de fevereiro de 2027. Os textos descrevem a senadora como terceira via, citam aliados segundo os quais ninguém tinha os 41 votos necessários e registram o apoio da federação União Progressista a Alcolumbre, além da dissidência de Guilherme Derrite.
Com base em CNN Brasil e Poder360
O único veículo de direita do conjunto, numa coluna, destacou que Tereza Cristina quer ser a primeira mulher a comandar o Senado e que seu nome agrada a parlamentares do PL, inclusive a Michelle Bolsonaro.
Com base em O Estado de S.Paulo
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Cobertura de centro e de direita concordam que Tereza Cristina mantém o nome na disputa contra a recondução de Davi Alcolumbre, que a federação União Progressista apoia Alcolumbre e que a senadora tem trânsito entre os pares e busca votos no centrão.
A senadora Tereza Cristina manteve a candidatura à presidência do Senado depois de reunião sem acordo com Rogério Marinho, líder da oposição. Davi Alcolumbre busca a recondução com apoio da federação União Progressista. A votação, secreta, acontece em 1º de fevereiro de 2027 e exige ao menos 41 votos.
A senadora Tereza Cristina, do Progressistas de Mato Grosso do Sul, manteve a candidatura à presidência do Senado Federal, apesar das conversas para unificar a oposição em torno de um único nome. A eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027. Os principais adversários são o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, que busca a recondução, e o líder da oposição, Rogério Marinho, do Partido Liberal do Rio Grande do Norte.
A cobertura de centro relatou que Tereza e Marinho se reuniram na semana anterior às matérias para que um dos dois desistisse, sem acordo. Segundo esses textos, o Partido Liberal previa lançar oficialmente o nome de Marinho na quarta-feira, 4 de novembro. Um dos textos de centro informou que a federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, declarou apoio à reeleição de Alcolumbre, e que o senador eleito Guilherme Derrite anunciou nas redes sociais que não votará nele, contrariando a orientação partidária. O mesmo texto registrou que Alcolumbre incluiu na pauta propostas de interesse do governo, entre elas o fim da escala de trabalho 6 por 1, e que o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, afirmou em entrevista que o partido deve apoiar a recondução.
Os dois lados que cobriram convergem em pontos centrais. Tereza é ex-ministra da Agricultura, tem trânsito entre os pares e busca apoio de partidos do centrão. Para vencer, o candidato precisa de ao menos 41 votos, caso os 81 senadores votem. Segundo aliados ouvidos pela cobertura de centro, nem Alcolumbre nem Marinho tinham esses votos naquele momento. Ainda segundo aliados, Tereza não aceita o bloqueio da agenda de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal nem que essa agenda seja a prioridade do Senado, e defende uma ampla agenda de reformas econômicas.
O único veículo de direita do conjunto, numa coluna, destacou que Tereza quer ser a primeira mulher a comandar o Senado e que seu nome é visto com bons olhos por parlamentares do Partido Liberal, inclusive pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, senadora eleita pelo Distrito Federal. A coluna relatou conversas com os senadores eleitos, em especial as 12 senadoras, simpatia de ministros do Supremo e de interlocutores do presidente Lula, e afirmou que os passos da senadora tiveram a anuência de Ciro Nogueira, presidente do Progressistas. O texto registrou ainda que a decisão de concorrer saiu em nota poucas horas depois de Flávio Bolsonaro deixar o país rumo aos Estados Unidos, o que a coluna chama de fuga.
A principal diferença está no papel de Marinho. A cobertura de centro tratou o lançamento dele como previsto e relatou que a estratégia de Tereza é manter o nome até o fim para depois convencê-lo a ceder. Já a coluna de direita relatou que, a aliados, Marinho tem dito que não concorrerá contra Tereza e que poderá desistir se o nome dela se mostrar mais viável contra Alcolumbre. A coluna também registrou que Marinho é considerado um candidato mais radical e que, segundo bolsonaristas, seu nome perdeu força. Um dos textos de centro associou o desgaste de Marinho à coordenação da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, que publicou carta com questionamentos sobre o resultado eleitoral. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a manhã de 4 de novembro, quando saiu a matéria mais recente analisada, os textos não traziam confirmação de que Marinho manteria ou retiraria a candidatura depois do lançamento previsto pelo Partido Liberal. Também não estava definido como se posicionariam o Movimento Democrático Brasileiro e o Partido Socialista Brasileiro, que ainda deviam se manifestar, nem quantos votos cada candidato reunia de fato numa eleição decidida por voto secreto.
Senadora mantém nome na disputa e busca atrair apoio de partidos do Centrão que resistem a Rogério Marinho, mas também não querem a recondução de Alcolumbre

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