Flávio Bolsonaro indica Rogério Marinho para presidir o Senado a partir dos EUA
1 veículo de centro · 2 veículos de direita

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Veículos de direita destacaram a disputa pelo comando do Senado. Uma matéria apresentou Marinho como líder da oposição e registrou a concorrência de Davi Alcolumbre, que busca a reeleição, e a negativa de irregularidades do senador. Outra afirmou que as medidas de Alexandre de Moraes foram classificadas em Brasília como perseguição política e que a direita quer convencer o Centrão de que reeleger Alcolumbre mantém o Senado frágil diante do STF.
Com base em Gazeta do Povo e Terra Brasil Notícias
A cobertura de centro relatou que Flávio Bolsonaro, em live nos Estados Unidos em 30 de outubro, disse que pretende indicar Rogério Marinho para a presidência do Senado Federal e que o Senado será a trincheira da oposição ao governo Lula.
Com base em Metrópoles
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3 veículos
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
A cobertura de centro e a de direita concordam que Flávio Bolsonaro anunciou em live, em 30 de outubro, a intenção de indicar Rogério Marinho para a presidência do Senado, e que a viagem aos Estados Unidos ocorreu depois de decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre os passaportes do senador.
O senador Flávio Bolsonaro anunciou em 30 de outubro que pretende indicar Rogério Marinho para a presidência do Senado Federal. A declaração foi feita nos Estados Unidos, para onde ele viajou depois de o Supremo Tribunal Federal determinar a apreensão de seus passaportes. A candidatura enfrenta Davi Alcolumbre, que busca a reeleição.
O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL) do Rio de Janeiro, anunciou na sexta-feira, 30 de outubro, que pretende indicar o senador Rogério Marinho, do PL do Rio Grande do Norte, para a presidência do Senado Federal. O anúncio foi feito numa transmissão ao vivo, já nos Estados Unidos, para onde Flávio viajou com a família depois de ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial.
Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado, formado por uma matéria de centro e duas de direita.
A cobertura de centro e os veículos de direita convergem nos pontos principais. Flávio disse que o Congresso, em especial o Senado, será a trincheira da oposição ao governo Lula, e apresentou Marinho como o nome para essa resistência. As matérias também registram que a viagem ocorreu depois de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre os passaportes do senador, no âmbito de investigação que, segundo os textos, envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
A cobertura de centro relatou que Flávio fugiu do Brasil na terça-feira, 27 de outubro, cruzou a fronteira com a Argentina em Foz do Iguaçu, no Paraná, e embarcou num jato particular que fez escala em Guayaquil, no Equador, antes de pousar em Miami. Segundo esse texto, a decisão de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal e proibiu o senador de deixar o país, e a aeronave foi providenciada por Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, que confirmou a informação. A mesma matéria registrou que Flávio publicou uma carta contestando o resultado da eleição, apesar do reconhecimento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e informou que Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador. Ela incluiu ainda suspeitas de corrupção entre as investigações.
Veículos de direita enfatizaram a disputa pelo comando da Casa. Uma das matérias apresentou Marinho como atual líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio, e registrou que a candidatura enfrenta a articulação de Davi Alcolumbre, do União, pelo Amapá, atual presidente da Casa, que busca a reeleição com respaldo do governo Lula. A senadora Tereza Cristina, do Progressistas de Mato Grosso do Sul, aparece como possível concorrente. Esse texto também registrou que o senador nega qualquer irregularidade. Outra matéria de direita afirmou que as medidas de Moraes foram classificadas em Brasília como perseguição política e que senadores de direita pretendem convencer o Centrão de que a reeleição de Alcolumbre significa a continuidade da fragilidade do Senado diante dos desmandos do STF. O mesmo texto ouviu um advogado para quem as medidas não podem ser consideradas, a princípio, interferência na eleição do Senado, e um cientista político que vê distância entre mobilizar apoiadores e formar maioria parlamentar.
A diferença principal está no enquadramento da saída do país. A cobertura de centro usou o verbo fugir e detalhou a proibição de deixar o Brasil. Os textos de direita trataram o episódio como viagem ou ida aos Estados Unidos, e um deles deu destaque à tese de perseguição judicial, atribuída a interlocutores da oposição e a analistas.
Até a noite de 31 de outubro, quando saiu a matéria mais recente analisada, os textos não informavam quando Flávio pretende voltar ao Brasil nem como o PL formalizaria a candidatura de Marinho, cuja eleição, segundo uma das matérias de direita, ocorre em 2027. Um dos textos de direita chegou truncado, o que limita a leitura do seu trecho final.
Viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA pode enfraquecer base governista na disputa da presidência do Senado. Leia na Gazeta do Povo

Em live, Flávio Bolsonaro afirmou que o Congresso será sua “trincheira” e defendeu o nome do aliado para comandar a Casa

O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou nesta sexta-feira (30) que pretende indicar Rogério Marinho (PL-RN), atual líder da oposição no
