Debate da Band ao Senado de SP: veja horário e onde assistir ao vivo
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Resumo da cobertura
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Briefing
O que importa para você
- Em 2026 o eleitor vota em dois nomes diferentes para o Senado, e os eleitos ficam oito anos no cargo.
- O debate paulista, em 9 de setembro, reuniu sete candidatos por duas horas, com falas de três minutos e comentários de dois minutos.
- Os encontros de Minas Gerais ocorreram em 8 de setembro, às 9h e às 13h; o do Distrito Federal foi marcado para 11 de setembro, às 13h.
- Só foi convidado quem tem partido com cinco parlamentares no Congresso Nacional ou 5% das intenções de voto, o que exclui candidaturas menores do horário nobre.
Onde os lados concordam
Toda a cobertura descreve o encontro paulista como o primeiro debate de televisão dedicado apenas ao Senado Federal e registra o mesmo critério de convite: partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional ou com 5% das intenções de voto na pesquisa mais recente. Há convergência também sobre a regra que motiva a série de debates: em 2026 cada eleitor escolhe dois senadores diferentes, com mandato de oito anos.
O que ainda está incerto
- Nenhuma das matérias informa a audiência dos debates nem qualquer efeito sobre a intenção de voto.
- O calendário completo dos encontros restantes nos demais estados da série não está detalhado.
A disputa pelo Senado Federal ganhou palco próprio em setembro de 2026. Sete candidatos por São Paulo se enfrentaram no primeiro debate de televisão dedicado apenas a essa eleição, e encontros semelhantes reuniram concorrentes em Minas Gerais e no Distrito Federal. Segurança pública, maioridade penal, jornada de trabalho e o papel do Senado na fiscalização do Supremo Tribunal Federal dominaram as falas.
O primeiro debate de televisão dedicado exclusivamente à disputa pelo Senado Federal por São Paulo foi realizado na noite de quarta-feira, 9 de setembro de 2026, e reuniu sete candidatos: André do Prado (PL), Geraldo Rufino (Podemos), Guilherme Derrite (PP), Marina Silva (Rede), Ricardo Salles (Novo), Simone Tebet (PSB) e Soninha Francine (Cidadania). O programa teve duas horas de duração, mediação do jornalista Marco Antonio Sabino e formato dividido em blocos temáticos, com tempo autogerenciado no púlpito, falas de três minutos, comentários de dois minutos e um minuto e meio de considerações finais para cada participante.
O encontro paulista não foi isolado. Na terça-feira, 8 de setembro, candidatos ao Senado por Minas Gerais participaram de dois debates em Belo Horizonte, às 9h e às 13h, com grupos definidos por sorteio: Arcanjo Pimenta (MDB), Áurea Carolina (PSOL), Carlin Moura (Avante) e Marcelo Aro (PP) no primeiro; Aécio Neves (PSDB), Domingos Sávio (PL) e Manoel Carvalho (MDB) no segundo. Na sexta-feira, 11 de setembro, o mesmo formato foi marcado para o Distrito Federal, às 13h, com Erika Kokay (PT), Guto Felicio dos Santos (PSDB), Marley (Avante) e Ronaldo Fonseca (PSD) confirmados. Bia Kicis (PL), Leila do Vôlei (PDT) e Michelle Bolsonaro (PL) foram convidadas e informaram que não participariam. Os encontros integram uma série prevista para oito estados e o Distrito Federal.
A cobertura de centro, que concentrou praticamente toda a apuração sobre os debates, relatou o mesmo critério de convite nos três casos: partidos e federações com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional ou com ao menos 5% das intenções de voto na pesquisa mais recente divulgada antes de cada encontro. Também é ponto comum a regra que explica a novidade: em 2026 o eleitor escolhe dois nomes diferentes para o Senado, e os eleitos cumprem mandato de oito anos.
As divergências ficaram no palco. Em segurança pública, Guilherme Derrite defendeu a redução da maioridade penal e apresentou números de crimes graves cometidos por jovens de 16 e 17 anos. Simone Tebet apoiou a redução apenas em crimes hediondos, como latrocínio, estupro e homicídio doloso em reincidência, e propôs revisar o projeto antifacção para atingir o financiamento do crime organizado. Marina Silva se posicionou contra a mudança, defendendo investimento em educação e em rede de proteção. Ricardo Salles defendeu trabalho obrigatório para detentos e o fim da visita íntima nos presídios.
Na relação entre os Poderes, André do Prado afirmou que o país vive crise institucional no Supremo Tribunal Federal e cobrou que o Senado julgue ministros por crime de responsabilidade. Salles pediu apoio explícito a pedidos de impeachment. Simone Tebet propôs o fim da vitaliciedade, mandato de doze anos e prazo curto para submeter decisões monocráticas ao plenário. Soninha Francine cobrou regras contra conflito de interesses, e Marina Silva defendeu reformas com devido processo legal. No campo econômico, o fim da escala 6x1 dividiu o grupo.
Fontes
A BandNews TV promoveu, na noite desta quarta-feira (9), o primeiro debate focado na disputa por duas vagas ao Senado Federal por São Paulo nas Eleições 2026.





