
Justiça Eleitoral detalha ordem do voto e dois senadores por estado em 4 de outubro
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A menos de três semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro de 2026, a cobertura detalhou as regras que o eleitor vai encontrar na urna: seis cargos em sequência, dois votos nominais para o Senado, identificação por aplicativo ou documento oficial com foto e proibição de eletrônicos na cabina. Em paralelo, uma entrevista com a associação que reúne empresas de pesquisa explicou como funcionam os levantamentos de intenção de voto e quais dados o instituto é obrigado a registrar na Justiça Eleitoral antes de divulgá-los.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A menos de três semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro de 2026, a cobertura detalhou as regras que o eleitor vai encontrar na urna: seis cargos em sequência, dois votos nominais para o Senado, identificação por aplicativo ou documento oficial com foto e proibição de eletrônicos na cabina.
Direita
Pelo enquadramento do campo conservador, o ponto central é a responsabilidade do próprio eleitor e a integridade do processo. Chegar à urna sabendo os números dos seis candidatos reduz fila, evita erro e diminui custo público; a proibição de celular e câmera na cabina é defendida como proteção ao sigilo do voto.
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de serviço, sem vocabulário valorativo: descreve a sequência dos seis cargos, o número de dígitos de cada um, o artigo 23 da Resolução nº 23.759/2026 e a regra do voto duplo ao Senado. Atribui tudo a órgãos da Justiça Eleitoral, sem enquadramento ideológico. Há repetição literal de dois parágrafos sobre o uso do celular, falha de edição que não altera o viés.
Perspectivas omitidas
Descreve as 81 cadeiras, as 54 em disputa, o mandato de oito anos e a diferença entre sistema proporcional e majoritário sem adjetivar partidos ou candidatos. O único trecho interpretativo, sobre a segunda vaga decidida por margem pequena alterar a composição de forças no Congresso, é apresentado como consequência aritmética, não como preferência.
Perspectivas omitidas
Peça de utilidade pública, sem carga valorativa: lista funções do aplicativo, documentos aceitos e a indisponibilidade de download no dia da eleição. A ausência de qualquer enquadramento político mantém a classificação no centro, com confiança moderada pelo tamanho curto do texto.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do veículo de origem inclinar à direita, o texto é explicativo e factual: amostra, questionário, margem de erro, grau de confiança e obrigações de registro. O trecho sobre metade das pesquisas declaradas como autofinanciadas é atribuído ao entrevistado e não vira tese do texto, o que mantém a peça no centro.
O primeiro turno das eleições gerais é em 4 de outubro de 2026, e a cobertura desta semana se voltou para o que o eleitor encontra na urna: seis cargos em sequência, dois votos nominais para o Senado, identificação pelo aplicativo e-Título ou por documento oficial com foto e as regras que obrigam institutos a registrar cada pesquisa de intenção de voto na Justiça Eleitoral antes de divulgá-la.
A menos de três semanas do primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro de 2026, a cobertura desta semana se concentrou nas regras práticas que o eleitor vai encontrar na urna eletrônica. A ordem de votação será deputado federal, deputado estadual, senador na primeira vaga, senador na segunda vaga, governador e presidente da República, uma sequência de seis cargos que exige atenção ao número de dígitos de cada um: quatro para deputado federal, cinco para deputado estadual, três para cada senador e dois para governador e presidente.
A cobertura de centro relatou que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo preparou um modelo de colinha eleitoral para download e impressão, com os cargos na mesma sequência em que aparecem na urna, e lembrou que o material precisa ser levado em papel. O artigo 23 da Resolução nº 23.759/2026, do Tribunal Superior Eleitoral, proíbe celular, câmera fotográfica, filmadora e qualquer outro equipamento eletrônico dentro da cabina de votação, para proteger o sigilo do voto. O aparelho só pode ser usado diante da mesa receptora, na identificação pelo aplicativo e-Título, desde que ele exiba a foto do eleitor, ou por documentos digitais como a Carteira Nacional de Habilitação e o RG. Essa mesma cobertura detalhou que o aplicativo deixa de ficar disponível para download no dia da eleição, e que o eleitor sem cadastro biométrico vota normalmente desde que esteja com o título regular e apresente documento oficial com foto. Em São Paulo, mais de 34,1 milhões de pessoas estão aptas a votar, distribuídas por mais de 11 mil locais nos 645 municípios, com apoio de mais de 460 mil mesários e colaboradores.
O ponto que mais se repetiu nas explicações é o voto duplo para o Senado. Em 2026 há renovação de dois terços da Casa, 54 das 81 cadeiras, o que significa duas vagas por estado e dois votos nominais, de três dígitos, em candidatos diferentes. Repetir o mesmo número anula o segundo voto, e digitar apenas a legenda de dois dígitos impede o prosseguimento da votação. Como o sistema é majoritário e estadual, não há segundo turno para o Senado, os dois mais votados assumem mandatos de oito anos sem distinção entre primeiro e segundo colocado, e voto em candidato de outra unidade da Federação não é computado.
Veículos de direita enfatizaram o funcionamento das pesquisas de intenção de voto e a transparência exigida delas. Mais de 2.200 levantamentos já haviam sido registrados no sistema do Tribunal Superior Eleitoral até o início de setembro, contra quase 3.000 em toda a eleição de 2022. Em entrevista, o presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa explicou que a amostra nacional gira em torno de 2.000 entrevistas, cerca de 0,0013% do eleitorado, e que margem de erro e grau de confiança medem coisas diferentes: a primeira é a variação possível do resultado, o segundo é a proporção de repetições em que o número cairia dentro dessa faixa. Ele lembrou que o registro prévio, feito cinco dias antes da divulgação, obriga o instituto a informar contratante, custo, origem dos recursos, metodologia e estatístico responsável, e afirmou que cerca de metade das pesquisas é declarada como feita com recursos próprios, o que classificou como um problema de transparência.
Nenhum veículo de esquerda publicou cobertura própria sobre essas regras até o momento. Pelo enquadramento habitual desse campo, o ângulo esperado seria o do acesso ao voto: filas, eleitores sem biometria, acessibilidade nas seções e o risco de que a exigência de dois votos nominais para o Senado produza anulação concentrada entre quem recebe menos orientação antes do pleito.
O que ainda não se sabe é quantos eleitores chegarão a 4 de outubro sem cadastro biométrico, como a proibição de equipamentos eletrônicos será fiscalizada dentro das cabinas e se a Justiça Eleitoral vai apertar, antes do primeiro turno, a exigência de detalhamento sobre quem financia as pesquisas divulgadas na reta final.
Toda a cobertura descreve as mesmas regras, sem disputa: seis cargos em sequência na urna, dois votos nominais e diferentes para o Senado, proibição de eletrônicos dentro da cabina e obrigação de registrar cada pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral antes da divulgação.


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Perspectivas omitidas


