Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno em Quaest, Indexa e AtlasIntel
5 veículos de centro · 2 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
7 fontes políticas
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5 veículos de centro · 2 veículos de direita

7 fontes políticas
Como decidimos →Levantamentos nacionais divulgados entre 14 e 17 de setembro de 2026 mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em empate técnico no segundo turno. O Datafolha registra 46% a 44% para Lula; a Indexa, 43% a 42%; a Quaest, 42% a 40% para Flávio; e a AtlasIntel, 47,2% a 46,8% também para o senador. No primeiro turno, Lula segue numericamente à frente, mas com a menor distância das respectivas séries.
A rodada de setembro consolida o avanço de Flávio Bolsonaro: o senador aparece numericamente à frente de Lula no segundo turno na Quaest e na AtlasIntel, e a vantagem do presidente desapareceu ou encolheu a um ponto nas demais. O desgaste do governo pesa: na Indexa, a avaliação negativa subiu para 45% e 54% dos eleitores dizem que Lula não merece mais quatro anos de mandato.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura registra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno, liderança numérica de Lula no 1º turno com distância cada vez menor e rejeição equivalente dos dois candidatos.
As pesquisas presidenciais divulgadas entre 14 e 17 de setembro de 2026 mostram Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em empate técnico no segundo turno. Lula segue numericamente à frente no primeiro turno, mas com a menor distância das séries, enquanto a rejeição aos dois é praticamente igual.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, estão em empate técnico no segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo as pesquisas nacionais divulgadas entre 14 e 17 de setembro. Os quatro institutos que publicaram levantamentos na semana chegam ao mesmo quadro, com diferenças dentro da margem de erro, mas não concordam sobre quem aparece numericamente à frente.
No Datafolha, feito entre 8 e 10 de setembro, Lula tem 46% e Flávio, 44%, mesmos índices da rodada anterior. Na Indexa, que ouviu 2.000 eleitores por telefone entre 10 e 13 de setembro, o presidente marca 43% e o senador, 42%, a menor distância da série iniciada em maio. A Quaest, divulgada em 14 de setembro, mostra Flávio com 42% e Lula com 40%, a primeira vez na campanha em que o senador aparece à frente nesse cenário. A AtlasIntel, divulgada em 17 de setembro, registra 47,2% para Flávio e 46,8% para Lula, com margem de erro de um ponto.
No primeiro turno, Lula segue numericamente na liderança em todas elas, mas a distância encolheu. O Datafolha aponta 39% a 35%, a Indexa, 38% a 34%, e a AtlasIntel, 44,1% a 41,7%. O escritor Augusto Cury, do Avante, aparece em terceiro na maioria dos levantamentos, com 6% a 7%, seguido por Ronaldo Caiado, do PSD, e Renan Santos, do partido Missão. A rejeição dos dois líderes é alta e praticamente idêntica: 46% para cada um no Datafolha e 49% para cada um na Indexa.
O mapa regional também converge. Lula mantém vantagem ampla no Nordeste, acima de 50% em todas as pesquisas, enquanto Flávio lidera no Sul e no Centro-Oeste. O Sudeste, região mais populosa do país, é apontado como o fator que aproximou os dois: na Quaest, a vantagem do senador ali saltou de dois para 16 pontos em cerca de 40 dias. Uma pesquisa estadual do Instituto Veritá no Tocantins também mostra empate técnico nos dois turnos.
A cobertura de centro relatou os números de forma descritiva, com destaque para as séries históricas, os recortes por renda, religião e escolaridade e a observação da Quaest de que 54% dos brasileiros ainda apontam Lula como provável vencedor. Veículos de direita enfatizaram o avanço de Flávio na AtlasIntel, que passou de 42,6% no fim de agosto para 47,2%, e o desgaste do governo medido pela Indexa: a avaliação negativa subiu de 43% para 45%, e 54% dos entrevistados dizem que Lula não merece mais quatro anos. Não houve, entre os artigos reunidos, cobertura de veículos de esquerda sobre esta rodada; o ângulo mais favorável ao presidente, a liderança no primeiro turno e entre eleitores de menor renda, aparece nos próprios relatórios dos institutos.
O que ainda não se sabe é como a candidatura de Pablo Marçal, do PRTB, será julgada pela Justiça Eleitoral, o que altera os cenários testados pelo Datafolha. Também não está claro por que os institutos divergem sobre quem aparece à frente no segundo turno, já que usam métodos distintos, como entrevista presencial, telefone e recrutamento digital.
Diferença entre os dois é de 0,4 ponto; nos votos válidos, senador aparece com 50,2% e presidente, com 49,8%

Pesquisa ouviu 1.220 eleitores tocantinenses entre 7 e 12 de setembro; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa aponta que distância entre os dois passou de cinco para quatro pontos porcentuais, a menor desde a série iniciada em maio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 38% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, ante 34% do senador Flávio Bolsonaro (PL), mostra a pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta terça-feira, 15. Os dois estão tecnicamente

Diferença entre os dois candidatos à Presidência passou de cinco pontos porcentuais em agosto para um ponto em setembro, configurando empate técnico

Candidato do PL tem 47% contra 31% de Lula na região mais populosa do país, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14/9)

46% rejeitam voto em candidato do PL, mesmo índice que rejeita petista
