Romeu Zema cobra investigação de ministros do STF em meio ao caso Banco Master
3 veículos de centro · 2 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
5 fontes políticas
Como decidimos →Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
3 veículos de centro · 2 veículos de direita

5 fontes políticas
Como decidimos →O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, defendeu em 15 de setembro a investigação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia em que o plenário começou a julgar se a Polícia Federal pode apurar a relação de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, do Banco Master. Zema também propôs equiparar facções a terroristas e, em entrevista na TV em 16 de setembro, sugeriu lista tríplice e idade mínima de 60 anos para indicações à Corte.
Romeu Zema cobra que ninguém no Supremo esteja acima da lei e defende investigar Moraes, Toffoli e Gilmar Mendes diante do caso Banco Master. Na TV, apresentou uma reforma do Judiciário com lista tríplice, idade mínima de 60 anos e fim das decisões monocráticas, além de endurecer o combate às facções que, segundo ele, sufocam a economia formal.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura registra que Romeu Zema defende investigar ministros do Supremo Tribunal Federal ligados ao caso Banco Master e propõe mudar as regras de indicação à Corte e endurecer o combate às facções.
O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, disse que o Supremo Tribunal Federal tem “frutas podres” e defendeu investigar ministros no dia em que a Corte começou a julgar o caso Moraes e Vorcaro. Em entrevista na TV, propôs lista tríplice e idade mínima de 60 anos para indicações e equiparar facções a terroristas.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, candidato do partido Novo à Presidência da República, intensificou nesta semana os ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e passou a defender abertamente a investigação de ministros da Corte. As declarações ocorreram em 15 de setembro, dia em que o plenário do tribunal começou a julgar se a Polícia Federal pode prosseguir com a apuração sobre a relação do ministro Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
Em ato em Brasília, Zema afirmou que o STF tem “frutas podres” e que espera que um eventual inquérito contra Moraes seja “apenas o primeiro”. Citou nominalmente os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes e defendeu a possibilidade de impeachment de integrantes da Corte. Em entrevista a um programa de TV no mesmo dia, disse que ninguém está acima da lei e que, se o ministro André Mendonça tiver envolvimento, também deve ser investigado. Na mesma conversa, afirmou que apoiaria qualquer candidato que enfrentasse o Partido dos Trabalhadores em eventual segundo turno.
O candidato também apresentou propostas para a segurança pública. Defendeu equiparar facções criminosas a grupos terroristas e criar uma força-tarefa com Forças Armadas, Polícia Federal, Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras e Agência Brasileira de Inteligência. Afirmou que 60 milhões de brasileiros vivem em áreas controladas por facções. Propôs ainda prisão preventiva a partir da terceira audiência de custódia, o que, segundo ele próprio, exigiria construir mais presídios.
No dia 16, em entrevista ao vivo a uma emissora de TV aberta, Zema propôs mudar a escolha de ministros do STF. O presidente continuaria indicando, mas a partir de uma lista tríplice com participação da Ordem dos Advogados do Brasil e do Superior Tribunal de Justiça. Ele defendeu idade mínima de 60 anos para novas indicações, hoje fixada em 35 anos pela Constituição, e o fim das decisões individuais dos ministros.
A cobertura de centro concentrou-se nas falas contra o Supremo e no contexto do julgamento. Lembrou que a Procuradoria-Geral da República considerou inválido o procedimento da Polícia Federal e que Moraes pediu a investigação de Mendonça. Veículos de direita deram destaque à entrevista na televisão e às propostas de reforma do Judiciário, como a lista tríplice e a idade mínima. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu as declarações, e não há registro de como esse campo avaliou as propostas.
Ainda não se sabe se o plenário do STF autorizará a investigação sobre Moraes. Também não está claro como as mudanças na indicação de ministros seriam aprovadas no Congresso. O candidato não detalhou custos nem prazos para a construção de novos presídios ou para a força-tarefa contra o crime organizado.
Candidato à Presidência também citou Gilmar Mendes e afirmou esperar que eventual investigação contra Moraes seja “apenas a primeira”. Leia no Poder360.

Candidato falou sobre a crise no Judiciário durante entrevista na Record

Conduzido por Mariana Godoy e Eduardo Ribeiro, o ciclo de entrevistas se encerra no dia 22 de setembro

Presidenciável defende equiparação de facções a grupos terroristas, integração entre órgãos e construção de novos presídios

Candidato do Novo à Presidência afirma que não há
