Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro: 46% a 44%
2 veículos de esquerda · 7 veículos de centro · 1 veículo de direita

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Pesquisa Datafolha divulgada em 3 de setembro de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% em uma simulação de segundo turno, empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Na rodada anterior, de 21 de agosto, o placar era 47% a 43%. No primeiro turno, Lula aparece com 38% e Flávio Bolsonaro com 33%, e o escritor Augusto Cury (Avante) sobe de 2% para 8%, isolado na terceira colocação. O instituto ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais em 125 municípios, nos dias 1º e 2 de setembro, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03669/2026.
Na leitura de veículos de esquerda, o dado central é que Luiz Inácio Lula da Silva segue numericamente à frente em todos os cenários testados, mesmo depois de duas semanas de campanha e de forte exposição da oposição.
Para veículos de direita, o número que importa é a erosão da vantagem do presidente: a diferença no segundo turno caiu de quatro para dois pontos em duas semanas e agora está dentro da margem de erro.
10 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Todos os lados reproduzem os mesmos números do Datafolha e tratam o segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro como empate técnico, com 46% a 44% e margem de erro de dois pontos. Há convergência também sobre o salto de Augusto Cury, de 2% para 8% no primeiro turno, único movimento acima da margem de erro, e sobre a validade metodológica do levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
O Datafolha divulgou em 3 de setembro de 2026 uma pesquisa que coloca Luiz Inácio Lula da Silva com 46% e Flávio Bolsonaro com 44% em uma eventual disputa de segundo turno, empate técnico dentro da margem de erro. No primeiro turno, o presidente tem 38% e o senador, 33%, com Augusto Cury em terceiro, com 8%. A seguir, como esquerda, centro e direita leram os mesmos números.
A pesquisa Datafolha divulgada em 3 de setembro de 2026 mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno. O resultado configura empate técnico, porque a diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento. Na rodada anterior, de 21 de agosto, o placar era 47% a 43%: a vantagem do presidente caiu de quatro para dois pontos em duas semanas.
No primeiro turno, o instituto apontou Lula com 38% e Flávio Bolsonaro com 33%. A maior variação da rodada veio do escritor Augusto Cury (Avante), que saltou de 2% para 8% e ficou isolado na terceira colocação. Ronaldo Caiado (PSD) marcou 4%, Renan Santos (Missão) 3% e Romeu Zema (Novo) 2%. Brancos e nulos somaram 6% e 3% se declararam indecisos. Foram ouvidos 2.002 eleitores de 16 anos ou mais em 125 municípios, nos dias 1º e 2 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03669/2026.
Toda a cobertura reproduziu os mesmos números e a mesma metodologia, e nenhum lado contestou a validade do levantamento. Há convergência também sobre os dois fatos novos da rodada: a corrida presidencial ficou mais apertada no cenário decisivo e Augusto Cury foi o único candidato que cresceu além da margem de erro.
Veículos de esquerda destacaram que o presidente segue numericamente na frente nos dois turnos e abriram a cobertura pelo placar de 38% a 33% no primeiro turno, tratando a queda de um ponto como oscilação estatística. Nessa leitura, a estabilidade de Flávio Bolsonaro, que repetiu os 33% da rodada anterior, indicaria um teto eleitoral do candidato. Um desses textos reproduziu, no fim da página, comentários de leitores hostis ao instituto, sem separação editorial clara entre reportagem e opinião de terceiros.
A cobertura de centro relatou o conjunto do levantamento, inclusive os dados menos favoráveis ao governo. São eles: 47% dos entrevistados afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum e 45% dizem o mesmo sobre Lula, os dois maiores índices de rejeição da disputa; 51% desaprovam o governo e 45% aprovam; 71% dizem estar decididos e 28% admitem mudar de voto. Essa cobertura também detalhou as outras simulações de segundo turno, em que o presidente aparece à frente de Ronaldo Caiado por 46% a 41%, de Romeu Zema por 48% a 39% e de Renan Santos por 47% a 38%, e registrou que 42% dos eleitores de Cury migrariam para o senador em um segundo turno, contra 30% que ficariam com Lula.
Veículos de direita enfatizaram outro levantamento nacional divulgado no mesmo dia, do instituto PoderData, em que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente pela primeira vez desde maio, com 45% contra 44% do presidente, também em empate técnico, com margem de erro de 1,8 ponto percentual e 3.000 entrevistas em 716 municípios. Nesse enquadramento, o conjunto das pesquisas da semana desenha perda de força do governo e consolidação do senador como principal adversário, com o crescimento de Cury lido como demanda por uma alternativa fora do petismo.
Ainda não se sabe se o avanço de Augusto Cury se sustenta com a campanha ganhando espaço no rádio, na televisão e nas redes sociais, nem o que explica a variação de um ponto do presidente, já que os levantamentos medem intenção de voto e não a causa da mudança. Também segue em aberto a decisão da Justiça Eleitoral sobre a candidatura de Pablo Marçal (PRTB), hoje inelegível e testado em apenas um dos cenários, e o comportamento dos 28% de eleitores que dizem que ainda podem mudar de escolha.
A guerra entre os ministros do STF enfraquece a campanha presidencial de Lula (PT) e permite a Flávio Bolsonaro (PL) se posicionar como o defensor da instituição, dizem aliados do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Presidente afirma que eleição definirá entre um país que protege seus interesses e um que se submete a outras nações. Leia no Poder360.

Foram entrevistados 3.804 eleitores entre os dias 1º e 4 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Com início da propaganda eleitoral e embates no STF, pesquisa mostra menor vantagem do petista contra bolsonarista no segundo turno

No primeiro turno, presidente aparece com 38% das intenções de voto, contra 33% do senador; Augusto Cury sobe para 8% e fica em terceiro

Nova pesquisa do Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (3), mostra que o presidente Lula (PT) mantém a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição, com 38%

A simulação de segundo turno entre os dois líderes também revela empate técnico mas, pela primeira vez desde maio, Flávio Bolsonaro ultrapassou o presidente Lula numericamente

Margem de erro é de 2 pontos percentuais. Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (3) foi encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Rejeição Datafolha aponta que 47% dos eleitores não votariam em Flávio Bolsonaro e 45% em Lula, liderando os índices negativos para o pleito de 2026.

Levantamento ouviu 2.002 pessoas entre 1º e 2 de setembro e tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Análise não disponível para esta matéria.