Edson Fachin separa casos de Moraes e Mendonça e pauta relator para 23 de setembro
4 veículos de esquerda · 7 veículos de centro · 5 veículos de direita

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou em 12 de setembro o pedido do ministro Alexandre de Moraes para julgar na mesma sessão a apuração sobre suas mensagens com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e os questionamentos à conduta do ministro André Mendonça. A sessão de 15 de setembro ficou restrita à Petição 16.662, sobre Moraes, e a Petição 16.704, sobre Mendonça, foi pautada para 23 de setembro, porque a instrução dela ainda não terminou.
Pela leitura de veículos de esquerda, a decisão de Fachin preserva um desequilíbrio: Moraes vai a julgamento primeiro, enquanto as suspeitas sobre a condução de André Mendonça, ministro indicado por Jair Bolsonaro, ficam para depois. Essa cobertura dá peso às cobranças de Gilmar Mendes e Cristiano Zanin por acesso integral aos dados do celular de Daniel Vorcaro e pela colegialidade do tribunal.
Veículos de direita tratam a decisão como derrota de Alexandre de Moraes, que tentou levar o caso de André Mendonça ao mesmo julgamento em que será analisada sua relação com Daniel Vorcaro. O enfoque recai sobre as mensagens do ex-banqueiro ao ministro e sobre a acusação contra Mendonça como reação de Moraes, ainda sem julgamento.
16 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Esquerda, centro e direita relatam que Fachin negou o julgamento conjunto por causa da instrução incompleta do caso de Mendonça, que a sessão de 15 de setembro ficou restrita a Moraes e que a conduta de Mendonça será analisada em 23 de setembro.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rejeitou o pedido de Alexandre de Moraes para julgar na mesma sessão as mensagens de Daniel Vorcaro ao ministro e os questionamentos à conduta de André Mendonça. O caso de Moraes ficou para 15 de setembro e o de Mendonça, para 23 de setembro. A seguir, a cobertura de esquerda, centro e direita sobre a decisão.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, negou no sábado, 12 de setembro, o pedido do ministro Alexandre de Moraes para que o plenário julgasse na mesma sessão dois processos ligados à crise do Banco Master. Com a decisão, a sessão extraordinária de terça-feira, 15, ficou dedicada apenas à Petição 16.662, que reúne o relatório da Polícia Federal sobre mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro a Moraes. A Petição 16.704, que trata dos questionamentos à conduta do ministro André Mendonça como relator dos casos Master e INSS, foi pautada para 23 de setembro.
Toda a cobertura converge nos fundamentos do despacho. Fachin escreveu que os dois casos têm contornos e objetos bem delineados e estão em fases diferentes. A petição sobre Moraes estava liberada para pauta desde 6 de setembro. A que envolve Mendonça ainda aguarda manifestações do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do próprio ministro, com prazos que vencem depois da sessão de terça. Moraes havia alegado risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual. O decano Gilmar Mendes também pediu, em ofício, a análise conjunta e o adiamento da sessão. Moraes ainda pediu a retirada total do sigilo do caso, e Fachin respondeu que pedido semelhante do ministro Cristiano Zanin já havia sido atendido. A intimação de magistrados citados nos autos ficou para análise posterior.
A origem do embate também é consenso. Mendonça determinou à Polícia Federal a identificação do interlocutor de Vorcaro em conversas às vésperas da prisão do banqueiro, e os investigadores chegaram a Moraes. Em seguida, Moraes usou um relatório de inteligência da mesma corporação para acusar Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e parcialidade. Mendonça nega as acusações e afirma ter tornado público tudo o que podia ser divulgado.
A cobertura de centro relatou a decisão de forma processual, explicando o objeto de cada petição e registrando os argumentos dos dois ministros. Parte dela lembrou que a Procuradoria-Geral da República pediu a nulidade do relatório sobre Moraes, por entender que um integrante da Corte não poderia ser investigado sem aval do plenário.
Veículos de esquerda destacaram a acusação de Moraes de que Mendonça divulgou documentos de forma seletiva para proteger um grupo político, lembraram que Mendonça foi indicado ao tribunal por Jair Bolsonaro e deram espaço às cobranças de Gilmar Mendes e Zanin por acesso integral aos dados do celular de Vorcaro. Veículos de direita enfatizaram a derrota do pedido de Moraes, o conteúdo das mensagens do ex-banqueiro ao ministro e o fato de que as suspeitas contra Mendonça surgiram como reação e ainda não foram julgadas.
Ainda não se sabe se o plenário vai considerar válido o relatório que envolve Moraes, qual rito será adotado em um julgamento inédito sobre a investigação de um integrante da própria Corte, nem se a separação dos casos resistirá aos pedidos de reunião feitos por outros ministros.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rejeitou neste sábado (12) a realização de um julgamento conjunto dos casos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Com a decisão,



Fachin negou o pedido do ministro Alexandre de Moraes para que o plenário da Corte julgasse em conjunto as denúncias contra ele e o ministro André Mendonça.

A sessão para avaliação do caso de Moraes está mantida para a próxima terça-feira; situação de Mendonça será discutida na outra semana

Com a decisão, Fachin manteve realização da sessão plenária na próxima terça (15) dedicada exclusivamente ao relatório da Polícia Federal com mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro a Moraes.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou neste sábado (12) um pedido de Alexandre de Moraes e decidiu separar

Fachin rejeita juntar processos e mantém para esta terça julgamento sobre mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro

Pedido foi negado neste sábado (12)

Presidente do Supremo argumentou que os casos

Presidente mantém sessão sobre Moraes para 3ª feira (15.set); caso do relator do Master foi marcado para a outra semana. Leia no Poder360.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, negou neste sábado (12) o pedido do ministro Alexandre de Moraes para que os casos

Supremo analisará atuação de Mendonça na relatoria dos processos relacionados ao Master e ao escândalo do INSS

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou neste sábado (12) o pedido do ministro Alexandre de Moraes

Moraes havia pedido para que condutas fossem analisadas em conjunto

Decano afirma que processo pautado para terça-feira ainda não está em condições de ser julgado e defende que presidente do STF assuma condução dos casos relacionados à crise do Master

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.