Genial/Quaest: Raquel Lyra tem 45% e João Campos, 39% no 2º turno em PE
1 veículo de esquerda · 17 veículos de centro · 9 veículos de direita
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Três pesquisas divulgadas entre 28 e 31 de julho de 2026 colocam a governadora Raquel Lyra (PSD) numericamente à frente do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) na disputa pelo governo de Pernambuco, em todos os casos dentro ou no limite da margem de erro. O levantamento Genial/Quaest de 28 de julho mostrou 43% a 37% no primeiro turno e 45% a 39% no segundo, invertendo o resultado de abril. O Datafolha de 31 de julho apontou 48% a 42% no primeiro turno e 49% a 45% no segundo. No mesmo dia, a Real Time Big Data registrou 45% a 44%. Cientistas políticos atribuem a mudança à alta da aprovação da gestão estadual e à saída do adversário da prefeitura.
Para a leitura à esquerda, o quadro em Pernambuco continua aberto e a vantagem da governadora é menos sólida do que sugerem as manchetes de virada. A diferença entre os dois principais nomes caiu de sete para quatro pontos no intervalo de duas rodadas de um dos institutos, e outro levantamento apontou apenas um ponto de distância.
Na leitura à direita, a virada em Pernambuco é o resultado direto de uma gestão bem avaliada. A governadora saiu de oito pontos atrás em abril para seis pontos à frente em julho, movimento sustentado pela alta da aprovação administrativa, que chegou a 68% em um dos institutos, e pela queda da desaprovação de 35% para 23%.
27 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
A disputa pelo governo de Pernambuco chegou ao fim de julho de 2026 com três pesquisas seguidas apontando a mesma direção: a governadora Raquel Lyra, do PSD, aparece numericamente à frente do ex-prefeito do Recife João Campos, do PSB, mas sempre dentro ou no limite da margem de erro. No levantamento Genial/Quaest divulgado em 28 de julho, ela registrou 43% das intenções de voto no primeiro turno, contra 37% dele, e 45% a 39% em uma simulação de segundo turno. Três dias depois, o Datafolha apontou 48% a 42% no primeiro turno e 49% a 45% no segundo. No mesmo 31 de julho, a Real Time Big Data mediu 45% a 44%, a menor distância entre os dois em todo o período.
Os números são resultado de metodologias declaradas e registradas na Justiça Eleitoral. O primeiro instituto ouviu 900 eleitores entre 22 e 26 de julho, com margem de erro de três pontos percentuais e registro PE-09649/2026. O segundo entrevistou 1.022 pessoas entre 28 e 30 de julho, também com três pontos de margem, sob o número PE-04519/2026. O terceiro ouviu 1.600 eleitores entre 27 e 30 de julho, com margem de dois pontos e protocolo PE-08413/2026. Em todos os casos, o nível de confiança é de 95%.
Há convergência entre os três blocos de cobertura sobre o essencial. A cobertura de centro concentrou-se em reproduzir os percentuais, repetir a ressalva do empate técnico e detalhar os recortes de eleitorado, incluindo margens de erro específicas por subgrupo, além de trazer cientistas políticos para explicar o movimento. Segundo o diretor de um dos institutos e três pesquisadores ouvidos, a mudança tem duas causas principais: a alta expressiva da aprovação do governo estadual, que subiu de 62% em abril para 68% em julho, com a desaprovação caindo de 35% para 23%, e o período em que o adversário deixou a prefeitura do Recife para disputar o governo, deixando a governadora sozinha na vitrine do Executivo.
A divergência aparece na leitura política dos mesmos dados. Veículos de direita enfatizaram a dimensão da virada, lembrando que em abril o ex-prefeito liderava o segundo turno por 46% a 38%, e destacaram a erosão do apoio a ele dentro do próprio campo: entre eleitores petistas, sua vantagem caiu de 35 para 22 pontos, e entre eleitores de esquerda sem vínculo partidário, de 42 para 7 pontos. Nessa chave, a eficácia da estratégia da incumbente é atribuída à avaliação positiva da administração. Uma dessas coberturas foi além dos números e afirmou, com base em correligionários não identificados, que o resultado provocou um susto na campanha adversária.
Veículos de esquerda destacaram o movimento oposto na série mais recente: entre maio e o fim de julho, a diferença no segundo turno caiu de sete para quatro pontos em um dos institutos, e outro levantamento apontou apenas um ponto de distância. Nessa leitura, o resultado reforça a viabilidade da candidatura do PSB e funciona como alerta para a governadora. A ênfase recai sobre a base social do ex-prefeito, que lidera entre eleitores com ensino fundamental, por 54% a 40%, e entre quem votou no presidente da República em 2022, por 57% a 40%, além de empatar entre as mulheres, com 47% a 46%. A governadora, por sua vez, tem vantagem entre evangélicos, homens e eleitores do ex-presidente, o que reproduz no estado o desenho da polarização nacional.
O ambiente partidário também se mexeu na mesma semana. O ex-prefeito afirmou que o presidente da República irá a Pernambuco durante o primeiro turno, contrariando a expectativa da equipe adversária, e disse que veiculará peças de campanha ao lado dele. Na direção contrária, o presidente do diretório municipal do PT no Recife pediu licença do cargo para apoiar a governadora, alegando perseguição do candidato apoiado oficialmente por seu partido. Na disputa pelas duas vagas ao Senado, Marília Arraes, do PDT, lidera com 18%, em empate técnico com Humberto Costa, do PT, que oscila entre 14% e 15%.
O que ainda não se sabe é como esse quadro se comporta depois do início oficial da campanha, marcado para 16 de agosto, quando começa a propaganda eleitoral e a exposição dos candidatos muda de patamar. Também não há medição posterior que concilie a diferença de seis pontos apontada por um instituto com a distância de apenas um ponto registrada por outro na mesma semana. Nenhuma pesquisa até aqui mensurou o efeito concreto da presença do presidente no palanque estadual nem o impacto do racha local no partido governista.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (31) mostra uma disputa acirrada pelo governo de Pernambuco nas eleições de 2026. A governadora Raquel

Ivan Moraes (PSOL) e Camila Falcão (UP) têm 1%. Pesquisa feita entre 28 e 30 de julho tem margem de erro de três pontos percentuais.

Resultado deixa candidatos ao governo em situação de empate técnico

No levantamento anterior do instituto, divulgado em maio, a vantagem numérica de Lyra era maior. A governadora tinha 51% contra 40% de João Campos

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) aparecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo

Resultado deixa candidatos ao governo em situação de empate técnico

Pesquisa feita entre 28 e 30 de julho tem margem de erro de três pontos percentuais.

Pesquisa feita entre 28 e 30 de julho tem margem de erro de três pontos percentuais.

Ivan Moraes (PSOL) e Camila Falcão (UP) têm 1%. Pesquisa feita entre 28 e 30 de julho tem margem de erro de três pontos percentuais.

No 1º turno, governadora tem 48%, contra 42% de ex-prefeito; na reta final, há empate técnico, com 49% a 45%

Real Time Big Data mostra a governadora com 45% em cenário de 2º turno; ex-prefeito do Recife aparece com 44%. Leia no Poder360.
Candidatos estão tecnicamente empatados pela margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Com seis pontos de diferença, os dois candidatos ficam empatados no limite da margem de erro

Eleição 2026: com Raquel Lyra em vantagem, João Campos reforça ligação com Lula na disputa pelo governo em Pernambuco. Leia na Gazeta do Povo

Osmar Ricardo é vereador do Recife e diz que vai participar da coordenação da campanha da governadora. PT confirma licença e diz que período deve valer para 1º e 2º turno.

Com 68% de aprovação dos eleitores entrevistados, governadora ultrapassou ex-prefeito por 43% a 37%.

O pré-candidato do PSB ao governo do Estado também exaltou a aliança com o PT e a repetição da chapa Lula-Alckmin em 2026. Leia no Poder360.

Ex-primeira-dama do Estado, Gracinha Caiado (União Brasil) lidera disputa pelo Senado

Levantamento foi a campo entre os dias 24 e 28 de julho e entrevistou 1.104 eleitores

governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, do PSD, lidera numericamente a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas com 43% das intenções de voto no primeiro turno, contra 37% do ex-prefeito do Recife


Benedita da Silva (PT) e Marcelo Crivella (Republicanos) são os mais citados para o Senado

Levantamento foi realizado entre 22 e 26 de julho e mostra também cenários de 2º turno e como está a avaliação do atual governo do estado.

Em relação a último levantamento do instituto, em abril, governadora subiu sete pontos e ultrapassou ex-prefeito do Recife, que caiu sete pontos.

Levantamento também vai medir dois cenários para o Senado e a disputa presidencial

Senador mantém liderança registrada na rodada anterior da pesquisa, divulgada em abril; Marília Campos (PT) e Aécio Neves (PSDB) despontam na disputa pelo Senado

Governadora está numericamente à frente do ex-prefeito da capital, mas há empate técnico no limite da margem de erro do levantamento
Nesta matéria: perspectiva omitida.