Lula fica com 79% dos votos de brasileiros na Alemanha no segundo turno de 2026
1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
2 fontes políticas
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Veículos de esquerda trataram o voto no exterior como um todo, a partir de apuração parcial: às 18h18 de 25 de outubro, Lula somava 59,7% contra 40,3% de Flávio Bolsonaro, com 57,4% dos boletins divulgados. O texto enumera os países em que Lula venceu, cita a Alemanha com 79,09%, e deixa para o fim as vitórias do senador, a maior delas no Japão.
A cobertura de centro detalhou o resultado na Alemanha: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve 79,09% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro (PL), 20,91%. O texto compara cada uma das cinco cidades com o primeiro turno e com 2022, e registra comparecimento de 51,6% dos eleitores aptos no país.
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Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
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As coberturas de centro e de esquerda registram o mesmo resultado na Alemanha: Lula com 79,09% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro com 20,91% no segundo turno.
No segundo turno de 25 de outubro de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva recebeu 79,09% dos votos válidos dos brasileiros na Alemanha, contra 20,91% de Flávio Bolsonaro. O presidente ampliou a margem em Berlim, Hamburgo, Colônia, Frankfurt e Munique. Numa parcial do exterior, tinha 59,7% dos votos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), recebeu 79,09% dos votos válidos dos brasileiros que votaram na Alemanha no segundo turno da eleição presidencial, em 25 de outubro de 2026. O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), ficou com 20,91%. No primeiro turno, Lula havia obtido 71,9% no país.
A cobertura de centro relatou que Lula ampliou a margem nas cinco cidades alemãs onde houve votação: Berlim, Hamburgo, Colônia, Frankfurt e Munique. Berlim deu o maior percentual ao presidente, 88,77%. Frankfurt foi onde Flávio Bolsonaro teve seu melhor resultado, 29,03%. Em Munique, Lula subiu de 63,6% no primeiro turno para 73,21%. Votaram 21.360 eleitores, o equivalente a 51,6% dos mais de 41 mil aptos no país. Em 2022, Lula tivera 76,9% dos válidos na Alemanha contra 23,1% de Jair Bolsonaro. O texto também registrou que comunidades de brasileiros se mobilizaram com caronas e estadia para reduzir a abstenção, e lembrou que quem vota no exterior escolhe apenas o presidente.
Veículos de esquerda abordaram o mesmo dia de votação em escala mundial, a partir de uma apuração parcial. Às 18h18 de 25 de outubro, com 57,4% dos boletins de urna do exterior divulgados, Lula somava 141.302 votos, ou 59,7%, contra 95.249, ou 40,3%, de Flávio Bolsonaro. Esses veículos destacaram que, entre 25 países europeus com apuração completa na parcial, Lula venceu em 24 e perdeu apenas na Grécia, e citaram a Alemanha com os mesmos 79,09%. Listaram ainda vitórias do presidente em Portugal, França, Reino Unido, Espanha, Austrália e Nova Zelândia. As vitórias de Flávio Bolsonaro aparecem em um parágrafo no fim do texto: a maior foi no Japão, com 80,08%, e o senador também venceu em Israel, Emirados Árabes Unidos, Taiwan, África do Sul e Grécia, entre outros.
Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
Os dois lados que cobriram convergem nos números da Alemanha. A diferença está no recorte. A cobertura de centro ficou num único país, com resultado fechado e comparação cidade a cidade. A de esquerda trabalhou com dado parcial do exterior inteiro e deu mais espaço à lista de países vencidos por Lula do que aos vencidos pelo adversário. Nenhum dos dois textos trouxe declaração dos candidatos ou das campanhas sobre o voto no exterior.
Até a tarde de 26 de outubro, quando saiu a matéria mais recente do conjunto, os textos analisados não traziam o resultado consolidado de todo o exterior. Na parcial citada, os países das Américas ainda estavam pendentes, e não havia índice consolidado de abstenção no exterior para o segundo turno. No primeiro turno, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, ela havia chegado a 62,69%.
Flávio Bolsonaro obtém 20,91% dos votos no país europeu. Nas cinco cidades onde houve votação, presidente vê apoio crescer. Comparecimento às urnas supera 50%.

Presidente lidera apuração parcial com quase 60% dos votos; comparecimento cresce em países da Europa, Ásia e Oceania
