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Duas pesquisas divulgadas em 28 de julho de 2026 apontaram empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro na corrida presidencial em dois grandes colégios eleitorais. Em Minas Gerais, o levantamento Genial/Quaest registrou 30% para o presidente e 29% para o senador no primeiro turno, com margem de erro de três pontos percentuais. No Rio de Janeiro, a pesquisa Real Time Big Data mostrou o senador com 39% e o presidente com 37%, com margem de dois pontos. No mesmo dia, o presidente cumpriu agenda de saúde na capital fluminense.
Duas pesquisas divulgadas em 28 de julho de 2026 mostraram empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em dois dos maiores colégios eleitorais do país. Em Minas Gerais, o levantamento Genial/Quaest apontou o presidente com 30% das intenções de voto no primeiro turno e o senador com 29%, diferença contida na margem de erro de três pontos percentuais. No Rio de Janeiro, a pesquisa Real Time Big Data inverteu a ordem: o senador aparece com 39% e o presidente com 37%, também em empate técnico, com margem de dois pontos. No mesmo dia, o presidente cumpriu agenda de saúde na capital fluminense, ao lado do ministro da Saúde e do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, em visita ao Hospital Federal do Andaraí, onde conheceu unidades móveis de atendimento.
Os pontos factuais são comuns a toda a cobertura. Em Minas, o levantamento ouviu 1.482 eleitores entre 22 e 26 de julho, com nível de confiança de 95%. No cenário de segundo turno no estado, o presidente marca 38% contra 35% do senador. O ex-governador Romeu Zema, que disputa a Presidência pelo Novo, tem 12% no primeiro turno e é o único adversário testado que supera o presidente em um eventual segundo turno mineiro, por 39% a 37%. O senador do PL é o nome mais rejeitado em Minas, com 59%, seguido por Zema, com 53%, e pelo presidente, com 51%. No Rio, a pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre 23 e 27 de julho, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral e mostra ainda Renan Santos com 7%, Ronaldo Caiado com 4% e Zema com 3%.
As ênfases mudam conforme o lado. A cobertura de centro tratou os resultados como retrato de uma disputa embolada, detalhou a metodologia, desdobrou as corridas estaduais ao governo e ao Senado e comparou os números com a rodada anterior do mesmo instituto, lembrando que, desde 1955, todo presidente eleito pelo voto direto venceu em Minas Gerais. Veículos de direita organizaram a leitura em torno dos indicadores negativos ao governo: 60% dos mineiros afirmam que o presidente não merece mais quatro anos de mandato, 51% desaprovam a gestão federal e apenas 28% consideram que a vitória do petista seria o melhor resultado para o país. Veículos de esquerda não aparecem entre as fontes que cobriram os dois levantamentos até o momento, de modo que a leitura que costuma acompanhar esse campo, a de que a liderança no segundo turno mineiro e a rejeição recorde do adversário são os dados mais relevantes, não teve registro próprio nesta rodada.
Há também divergência de números dentro da própria cobertura de centro sobre o Rio de Janeiro. Um relato apresenta o senador com 46% e o presidente com 42%, enquanto outro registra 39% e 37% para o mesmo levantamento, sem que fique explícito se o recorte é a capital ou o estado inteiro. Não se sabe qual cenário corresponde a cada número, e nenhuma das reportagens traz pesquisa nacional que permita comparar os dois estados com a média do país. Seguem em aberto a confirmação formal das candidaturas, a definição dos palanques estaduais, já que em Minas o senador Cleitinho Azevedo ainda não confirmou se disputa o governo, e a reação das campanhas aos resultados divulgados.
Toda a cobertura registra o mesmo dado central: os dois levantamentos divulgados em 28 de julho colocam o presidente e o senador do PL dentro da margem de erro, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Há convergência também sobre os índices de rejeição, sobre Romeu Zema como terceiro nome mais forte em Minas e sobre a ficha técnica das pesquisas, com amostra, período de campo e nível de confiança de 95%.
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto puramente descritivo: lista percentuais na ordem em que aparecem, aplica a margem de erro para caracterizar empate técnico e fecha com metodologia, período de campo e protocolo no TSE. Não há vocabulário valorativo nem enquadramento de vitória ou derrota para nenhum dos lados.
Perspectivas omitidas
Cobertura padrão de agenda presidencial: descreve a visita ao hospital federal, o acompanhamento do ministro da Saúde e do diretor-geral da OMS e insere a pesquisa como contexto. O enquadramento é levemente favorável ao governo ao destacar o reconhecimento internacional sem contraponto, mas não há vocabulário ideológico nem tese editorial, o que mantém o texto no centro.
Perspectivas omitidas
Texto factual e simétrico: apresenta os dois nomes com paridade, informa margem de erro, compara com a divulgação anterior do mesmo instituto e desdobra as disputas estaduais de governo e Senado. Traz tanto a rejeição do senador quanto a desaprovação do governo federal, sem hierarquizar em favor de um dos campos.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Os números são reportados corretamente, mas a arquitetura do texto é de direita: depois do empate, a matéria abre seção própria para rejeição, desaprovação e para o dado de que 60% dos mineiros não querem a reeleição, e ancora a leitura em colunas de opinião críticas ao governo. O comentário publicado ao fim reforça o registro do público, ainda que não seja produção da redação.
Perspectivas omitidas

Pesquisa entrevistou 2.000 pessoas, entre os dias 23 e 27 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

O presidente e o ministro Alexandre Padilha visitaram, nesta terça-feira (28/7), as instalações do Hospital Federal de Andaraí. Dupla estava acompanhada do diretor da OMS, Tedros Adhanom

No 1º turno, petista registra 30% das intenções de voto, enquanto o liberal alcança 29%; veja mais números

Presidente tem 30% das inteções de voto, contra 29% de senador no 1º turno; margem de erro é de três pontos percentuais. Ex-governador, Zema aparece com 12%
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