Pesquisas de agosto colocam Lula e Flávio Bolsonaro em empate nacional
1 veículo de esquerda · 18 veículos de centro · 5 veículos de direita

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Entre 24 e 27 de agosto de 2026, cinco institutos divulgaram pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial. No plano nacional, os levantamentos divergem sobre quem lidera: um instituto contratado por um banco de investimento aponta Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 41% e Flávio Bolsonaro (PL) com 37% no primeiro turno, e 46% a 45% no segundo; outro instituto mostra Flávio Bolsonaro com 38% a 37% no primeiro turno e 47% a 42% no segundo; um terceiro registra Lula com 39% a 34% no primeiro turno e 46% a 41% no segundo. A rejeição dos dois principais nomes ficou próxima de 50%, com Lula em 49% e Flávio Bolsonaro em 48% em uma das medições nacionais. Nos estados, o quadro é heterogêneo: empate em São Paulo com 30% para cada, vantagem do senador no Rio Grande do Sul e no Espírito Santo e larga liderança do presidente na Paraíba e em Pernambuco. Todas as pesquisas estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral, com margens de erro de 2 a 3 pontos percentuais.
A leitura pela esquerda sublinha que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua à frente na maioria dos levantamentos nacionais e mantém o maior potencial de voto, com 50% dos eleitores dispostos a escolhê-lo contra 47% de Flávio Bolsonaro (PL), além de 39% que dizem que o presidente é o único nome em quem votariam, quase o dobro dos 27% do senador.
Pelo enquadramento à direita, a semana marca a consolidação de Flávio Bolsonaro (PL) como adversário competitivo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Um instituto nacional coloca o senador cinco pontos à frente no segundo turno, 47% a 42%, diferença acima da margem de erro, e outro reduz a distância no segundo turno a apenas 1 ponto, o menor intervalo da série.
24 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
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Uma sequência de pesquisas divulgadas na última semana de agosto de 2026 deixou a corrida presidencial em empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Os institutos discordam sobre quem está à frente no país, e os resultados estaduais desenham um mapa partido entre Nordeste, Sul e Sudeste. Veja o que cada lado da cobertura destacou nos mesmos números.
A disputa presidencial de 2026 chegou à última semana de agosto num quadro de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Cinco institutos divulgaram levantamentos entre os dias 24 e 27 de agosto, todos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, e em quase todos a diferença entre os dois ficou dentro ou muito próxima da margem de erro, que varia de 2 a 3 pontos percentuais conforme a amostra.
Os números nacionais não apontam para o mesmo lado. Um levantamento contratado por um banco de investimento, com 2.006 entrevistas por telefone entre 21 e 23 de agosto, mostra Lula com 41% e Flávio Bolsonaro com 37% no primeiro turno, e 46% a 45% num eventual segundo turno, a menor distância já medida entre os dois naquela série. Outro instituto, que ouviu 2.400 eleitores entre 21 e 25 de agosto, inverte o placar: 38% a 37% para o senador no primeiro turno e 47% a 42% no segundo, diferença que o próprio texto da pesquisa situa acima da margem de erro. Um terceiro, com 2.000 entrevistas entre 20 e 23 de agosto, mantém o presidente à frente por 39% a 34% no primeiro turno e 46% a 41% no segundo.
Há convergência em três pontos. O primeiro é a concentração da disputa: Ronaldo Caiado (PSD) não passa de 5%, e Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) ficam entre 1% e 4% em praticamente todos os cenários. O segundo é o patamar alto de rejeição dos dois favoritos, entre 40% e 49%, com nenhum outro nome perto disso. O terceiro é a fratura regional: o presidente vence com folga no Nordeste, com 54% a 19% em Pernambuco e 59% a 32% num segundo turno na Paraíba, enquanto o senador lidera no Sul e no Sudeste não paulista, com 52% a 42% no Rio Grande do Sul e 48% a 42% no Espírito Santo. Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, os dois empataram com 30% cada.
A cobertura dividiu esses mesmos dados em leituras opostas. Veículos de direita organizaram as reportagens em torno do avanço do senador, do recorde de 86% de eleitores dele que dizem já ter decidido o voto, da queda de 50% para 48% em sua rejeição e da desaprovação do governo federal, que chega a 51% no país e a 56% entre os gaúchos. Foi desse lado que veio o destaque para a inversão no ranking de rejeição, com 49% para Lula contra 48% para Flávio Bolsonaro, a primeira desde abril. A cobertura de centro tratou os mesmos números como oscilação dentro da margem, deu peso igual aos institutos que apontam vencedores diferentes e concentrou o texto em amostra, período de campo, financiador e protocolo de registro. A cobertura de esquerda enfatizou que o presidente segue com o maior potencial de voto, 50% contra 47%, e quase o dobro de eleitores exclusivos, 39% contra 27%, além da reversão de uma desvantagem de quatro pontos em São Paulo medida em julho.
O que ainda não se sabe é por que os institutos apontam sentidos diferentes na mesma semana com métodos telefônicos parecidos, e nenhuma das coberturas confronta essa divergência. Também segue em aberto o destino do registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível, já foi impedido pelo tribunal de participar de debates e de acessar fundos públicos de campanha, mas continua sendo testado em cenários alternativos com 1% a 5% das intenções. Não há dados sobre para onde iriam os votos dos candidatos menores num segundo turno, nem medição do efeito do calendário eleitoral que ainda separa o eleitorado da votação.
O petista obteve 48,4% no primeiro turno, contra 43,2% do ex-capitão

Líderes nas pesquisas de intenção de voto à Presidência da República, candidatos do PT e do PL foram ouvidos nesta quinta e sexta-feira

A entrevista vai ao ar ao vivo, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro

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No segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 48% e Lula 42% no estado. Margem de erro é de dois pontos percentuais

Uma pesquisa realizada pelo instituto Gerp aponta vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em

Instituto entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 20 e 23 de agosto; margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento da Real Time Big Data aponta 43% para senador e 41% para atual presidente; a margem de erro é de 2 p.p..Leia no poder360.

Pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quarta-feira mostra que a diferença entre os dois principais candidatos ao Planalto chegou no menor nível desde maio

Levantamento ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 20 e 23 de agosto; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%

Foram ouvidos 2.400 eleitores entre os dias 21 e 25 de agosto; a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Intituto entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 21 e 25 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Instituto entrevistou 1.302 eleitores, entre 21 e 24 de agosto; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa colheu intenção de voto dos entrevistas em cenário com e sem Pablo Marçal (PRTB) que está inelegível; sem ele no páreo, Lula oscila 1% para baixo, mas segue tecnicamente empatado

Segundo pesquisa da Quaest, Flávio tem 34% das intenções de voto, ante 28% de Lula. Leia no Poder360.

Pesquisa entrevistou 2.006 pessoas, entre os dias 21 e 23 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa ouviu 1.600 eleitores gaúchos entre 20 e 24 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

A nova pesquisa BTG/Nexus mostra uma aproximação entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa

A pesquisa BTG/Nexus mostra uma mudança no índice de rejeição dos principais nomes cotados para a Presidência. Pela primeira vez

Real Time Big Data mostra que senador tem apenas um ponto de vantagem no primeiro turno, mas cresce para dez em seguida no Rio Grande do Sul

Levantamento Real Time Big Data mostra que o presidente lidera no cenário de 1º turno entre os eleitores do Estado. Leia no Poder360.

Levantamento da Quaest ouviu 804 eleitores no Estado, de 20 a 23 de agosto; margem de erro é de 3 pontos. Leia no Poder360.

Na comparação com a rodada anterior do instituto, os dois oscilaram em direções opostas

Pesquisa BTG/Nexus revela empate técnico entre Lula e Flávio em eventual segundo turno; saiba mais sobre rejeições e cenários de eleição

Nesta matéria: perspectiva omitida.