Lula lidera no 1º turno e vence todos os adversários no 2º turno
2 veículos de esquerda · 10 veículos de centro

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
12 fontes políticas
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12 fontes políticas
Uma série de pesquisas divulgadas no fim de julho de 2026 aponta o presidente Lula (PT) na liderança da corrida presidencial, no 1º turno e na maioria dos cenários de 2º turno, tendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) como principal adversário. As margens variam conforme o instituto: levantamentos presenciais mostram vantagem mais estreita, enquanto o levantamento por recrutamento digital aponta diferença mais larga. Um instituto chegou a registrar Flávio numericamente à frente em um cenário de confronto direto, dentro da margem de erro.
Os levantamentos do fim de julho consolidam Lula como favorito à reeleição, à frente de Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno na maioria dos institutos. A vantagem se sustenta especialmente entre mulheres, eleitores de menor renda e escolaridade, católicos e no Nordeste, base histórica do projeto petista.
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Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Todos os institutos colocam Lula na liderança da maioria dos cenários e Flávio Bolsonaro como segundo colocado isolado, com os candidatos de terceira via presos a um dígito. Os dois primeiros são também os nomes mais rejeitados pelo eleitorado.
Um bloco de pesquisas de intenção de voto divulgadas na última semana de julho de 2026 desenhou um quadro em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da corrida presidencial, tendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) como principal adversário. Os levantamentos, todos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, mediram tanto o primeiro turno quanto simulações de confronto direto, e a maioria coloca o presidente à frente na disputa deste ano.
A cobertura de centro relatou os números de forma factual, com metodologia, margem de erro e recortes por gênero, renda, escolaridade e região. Em um levantamento presencial nacional, Lula somava 40% no primeiro turno contra 32% de Flávio, e vencia o segundo turno por 48% a 43%. Outro instituto, também presencial, chegou a registrar o senador numericamente à frente em um cenário de segundo turno, por 38% a 35%, empate dentro da margem de erro. Já uma pesquisa por recrutamento digital apontou vantagem mais larga do presidente, de 49,2% a 42,9%, e liderança de Lula em todos os seis cenários testados, inclusive contra Michelle e Jair Bolsonaro. Um último levantamento presencial deu a Lula 43% no primeiro turno, 14 pontos à frente do adversário.
Há convergência entre as fontes em pontos centrais: Lula lidera na maioria dos cenários, Flávio Bolsonaro é o segundo colocado com folga sobre os demais, os candidatos de terceira via não passam de um dígito, e os dois primeiros colocados são também os nomes mais rejeitados pelo eleitorado. Nos estados do Nordeste pesquisados, o presidente supera metade dos votos já no primeiro turno.
Veículos de esquerda enfatizaram o favoritismo do presidente, descrevendo-o como amplo favorito e destacando sua força entre mulheres, eleitores de menor renda e escolaridade e no Nordeste, base histórica do petismo. Pela leitura oposta, o dado que ganha peso é a alta rejeição de Lula, próxima de metade do eleitorado, e a competitividade de Flávio entre evangélicos, na região Sul e nas faixas de maior renda e escolaridade, além do cenário em que o senador aparece à frente. Veículos de direita, contudo, praticamente não deram destaque a esta rodada de números desfavoráveis ao seu campo, configurando o ponto cego da cobertura.
Parte dos levantamentos tratou de disputas estaduais, com dinâmicas próprias: na corrida ao governo do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, os favoritos não são nomes ligados ao petismo, e uma das candidaturas mineiras enfrenta incerteza após uma convenção partidária.
O que ainda não se sabe é como esse quadro evoluirá até outubro. A distância entre os institutos, que vai de empate técnico a 14 pontos, e a fase inicial da corrida, com alianças, vices e pré-candidaturas em aberto, deixam margem para mudanças. Também permanece indefinido o desfecho de cenários que envolvem outros nomes do campo bolsonarista e o efeito das disputas estaduais sobre a eleição nacional.
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Levantamento mostra o atual presidente com 52% no 1º turno no Estado; Quaest ouviu 1.200 pessoas de 23 a 27 de julho. Leia no Poder360.
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