Lula ‘varre’ todos os municípios em quatro estados; Flávio, em apenas um
1 veículo de esquerda · 4 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
6 fontes políticas
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Como decidimos →Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito no segundo turno de 2026 com 64.256.232 votos, 51,79% dos válidos, contra 59.826.041 de Flávio Bolsonaro, 48,21%. Lula ampliou a votação em todos os estados e no Distrito Federal, e o mapa mostra um país dividido em número de estados.
A reeleição de Lula é apresentada como vitória construída entre os turnos, com crescimento de votos em todo o país, inclusive no Rio de Janeiro, reduto político de Flávio Bolsonaro, e virada em Minas Gerais.
O resultado é lido como disputa apertada e territorialmente dividida: Flávio Bolsonaro obteve 48,21% dos votos válidos, venceu em 13 estados e no Distrito Federal e teve votação integral em Rondônia.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito no segundo turno de 2026 com 64.256.232 votos, contra 59.826.041 de Flávio Bolsonaro. Lula cresceu em todos os estados, venceu em 13 deles e perdeu em São Paulo e no Rio de Janeiro. Minas Gerais foi decidida por 0,86 ponto percentual.
Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente da República no segundo turno das eleições de 2026, realizado no domingo, 25 de outubro. Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 100% das seções apuradas, o candidato do Partido dos Trabalhadores recebeu 64.256.232 votos, o equivalente a 51,79% dos válidos, no Brasil e no exterior. O senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, teve 59.826.041 votos, ou 48,21%.
A cobertura de centro relatou que Lula ampliou a votação em todos os 26 estados e no Distrito Federal em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Considerando apenas os estados e o Distrito Federal, o presidente passou de 53.722.151 para 64.056.078 votos, um acréscimo de 10.333.927. Os maiores ganhos absolutos ocorreram em São Paulo, com 2.613.861 votos a mais, em Minas Gerais, com 1.162.163, e no Rio de Janeiro, com 872.372. Proporcionalmente, o maior crescimento foi em Goiás, de 33,37%. Os menores aumentos aconteceram em Roraima, Acre e Amapá. A mesma cobertura ressalvou que o saldo entre os turnos não permite saber como cada eleitor votou nem atribuir o crescimento à transferência de votos de um candidato específico.
No mapa, o país aparece dividido. Lula foi o mais votado em 13 estados, incluindo os nove do Nordeste, três do Norte e Minas Gerais. Flávio Bolsonaro venceu em 13 estados e no Distrito Federal: todo o Sul, todo o Centro-Oeste, quatro estados do Norte e três do Sudeste, entre eles São Paulo e Rio de Janeiro. Minas Gerais teve a menor diferença, de 0,86 ponto percentual, com 50,43% para Lula. Os veículos de centro lembraram que a Presidência é definida pela soma dos votos válidos, e não pelo número de estados ou municípios vencidos.
No nível municipal, a cobertura mostrou o alcance regional do resultado. Lula venceu nos 706 municípios do Ceará, da Paraíba, do Piauí e de Sergipe, com 75,88% dos votos válidos no Piauí. Flávio venceu em todas as 52 cidades de Rondônia, onde teve 69,61%. No Rio Grande do Norte, Lula venceu em 166 dos 167 municípios, e Flávio, só em Parnamirim. No Amazonas, Lula venceu em 57 de 62 municípios, enquanto Flávio ficou com Manaus e outras quatro cidades.
Veículos de esquerda destacaram a dimensão do crescimento de Lula, com cerca de 10,3 milhões de votos a mais entre os turnos, a virada em Minas Gerais, único estado em que o resultado se inverteu, e o avanço no Rio de Janeiro, reduto político de Flávio Bolsonaro. Também enfatizaram que o candidato do Partido Liberal recuou em seis estados: Maranhão, Acre, Amapá, Roraima, Amazonas e Tocantins.
A cobertura de direita, em uma reportagem, deu ênfase ao mapa municipal e destacou que Flávio Bolsonaro foi o único candidato a vencer em todas as cidades de um estado, Rondônia, ao lado da varredura de Lula em quatro estados nordestinos.
O que ainda não se sabe: as matérias não explicam o que motivou a migração de votos entre os turnos, não trazem reações de Flávio Bolsonaro ao resultado e não detalham a abstenção nacional.
Flávio Bolsonaro também cresceu na maior parte dos estados, mas com menor diferença entre os dois turnos. E, em seis estados, o candidato recuou um total de mais de 52,3 mil votos.
Petista triunfou em todas as cidades da Paraíba, Ceará, Piauí e Sergipe, enquanto senador do PL saiu vencedor em todas as localidades de Rondônia

Nas Eleições 2026 no RN, Lula virou o jogo em Galinhos e venceu em 166 municípios, enquanto Flávio Bolsonaro manteve a liderança apenas em Parnamirim.

São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro tiveram os maiores aumentos em números absolutos. Petista ampliou a votação nos 26 estados e no Distrito Federal.

Carnaubeira da Penha (PE) registra a maior proporção de votos no petista; Nova Pádua (RS), no candidato do PL. Ranking considera 5.566 municípios com apuração concluída.

Nas eleições no Amazonas, Lula conquistou 57 municípios e virou o jogo em três cidades, enquanto Flávio Bolsonaro manteve a liderança na capital Manaus.
