Marília Arraes lidera ao Senado em Pernambuco enquanto Novo apoia PL no Rio
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
2 fontes políticas
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Veículos com viés ao centro
Briefing
O que importa para você
- Em Pernambuco, o eleitor escolherá dois senadores em outubro, e Humberto Costa e Mendonça Filho estão empatados dentro da margem de erro de 2 pontos pela segunda vaga.
- No Rio de Janeiro, são 16 candidatos para duas cadeiras, e o apoio do Partido Novo concentra votos em Carlos Portinho e Carlos Jordy.
- A pesquisa pernambucana tem registro PE-06056/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e pode ser conferida na íntegra.
Onde os lados concordam
As duas coberturas tratam a disputa pelo Senado em 2026 como decidida no varejo estadual, com dois nomes eleitos por unidade da federação e quadro ainda aberto até a definição formal de candidaturas.
O que ainda está incerto
- Não se sabe se houve contrapartida ao Partido Novo pelo apoio aos candidatos do PL no Rio de Janeiro.
- Não há série histórica nem recortes regionais divulgados do levantamento em Pernambuco.
- Nenhum dos candidatos citados comentou publicamente os números até a publicação.
Levantamento do instituto Real Time Big Data coloca Marília Arraes na frente da corrida ao Senado em Pernambuco, com Humberto Costa e Mendonça Filho empatados dentro da margem de erro pela segunda vaga. No Rio de Janeiro, o Partido Novo fecha apoio às candidaturas do PL e mantém nome próprio na disputa pelo governo estadual.
A disputa pelas duas vagas de senador em 2026 ganhou movimentos distintos em Pernambuco e no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado em 17 de agosto de 2026 mostra a ex-deputada federal Marília Arraes, do PDT, na liderança, com 29% das intenções de voto. O senador Humberto Costa, do PT, aparece com 20%, e o deputado federal Mendonça Filho, do PL, com 18%. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados na disputa pela segunda vaga. Cada eleitor poderá indicar dois nomes, porque o estado elege dois senadores em outubro.
A pesquisa ouviu 1.600 pessoas entre 12 e 15 de agosto de 2026 e tem grau de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-06056/2026 e custou 24 mil reais, pagos com recursos próprios do instituto. A pergunta apresentada aos entrevistados considerava a possibilidade de escolha de até dois candidatos, e os resultados foram consolidados e reduzidos para 100%.
No Rio de Janeiro, o movimento é de composição partidária. O Partido Novo decidiu apoiar os dois candidatos do PL ao Senado, o senador Carlos Portinho e o deputado federal Carlos Jordy, com anúncio previsto para a segunda-feira. A legenda mantém candidatura própria ao governo estadual, com André Marinho, que disputa com Douglas Ruas, do PL, e com os demais postulantes. A corrida ao Senado fluminense reúne 16 candidatos, entre eles os deputados federais Benedita da Silva, do PT, Pedro Paulo, do PSD, e Marcelo Crivella, do Republicanos.
A cobertura de centro tratou o levantamento pernambucano como dado metodológico: detalhou amostra, período de campo, margem de erro, registro na Justiça Eleitoral e custo do estudo, sem interpretar o resultado nem projetar cenários. Veículos de direita concentraram-se na articulação carioca e apresentaram a adesão do Partido Novo aos nomes do PL como decisão de composição, registrando que a legenda preserva candidatura própria ao governo do estado. Veículos de esquerda não haviam publicado material próprio sobre nenhum dos dois movimentos até este momento, o que deixa sem contraponto a leitura sobre o efeito da dispersão de votos no campo progressista, tanto em Pernambuco, onde Marília Arraes e Humberto Costa somam 49% das intenções, quanto no Rio de Janeiro, onde 16 nomes concorrem às mesmas duas cadeiras.
O ponto de convergência entre as coberturas é factual: o Senado é renovado em dois terços em 2026, o que amplia o peso de cada acordo estadual na composição da futura maioria. As duas matérias também tratam os quadros como provisórios, já que a definição formal de candidaturas e coligações ainda depende de convenções e de registro na Justiça Eleitoral.
Fontes
Humberto Costa e Mendonça Filho estão tecnicamente empatados pela 2ª vaga, de acordo com a Real Time Big Data. Leia no Poder360.
