Lula vence nos nove estados do Nordeste e é reeleito com 51,79% dos votos
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Com 100% das seções totalizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito com 64.256.232 votos, 51,79% dos válidos, contra 59.826.041, ou 48,21%, de Flávio Bolsonaro (PL). Lula venceu em 13 estados, incluindo os nove do Nordeste, e Flávio em outros 13 e no Distrito Federal. Minas Gerais teve a disputa mais apertada, e o Piauí deu ao petista seu maior percentual.
Flávio Bolsonaro saiu do segundo turno com mais unidades da federação vencidas, 14 ao todo, incluindo todo o Sul, todo o Centro-Oeste, São Paulo e Rio de Janeiro, mas Lula foi reeleito por 51,79% a 48,21%. A diferença se explica pela concentração de votos do petista no Nordeste, depois de uma virada em relação ao primeiro turno, em que o senador terminou à frente.
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Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. O petista venceu em 13 estados, incluindo os nove do Nordeste, com 75,88% no Piauí. Flávio ganhou em 13 estados e no Distrito Federal, e Minas Gerais teve a disputa mais apertada do país.
Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi reeleito presidente no domingo, 25 de outubro, com 64.256.232 votos, o equivalente a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), teve 59.826.041 votos, ou 48,21%. A totalização de 100% das seções foi concluída pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite da votação. A diferença final foi de 4.430.191 votos.
O mapa estadual ficou dividido ao meio. Lula venceu em 13 estados: os nove do Nordeste, além de Amazonas, Amapá, Pará e Minas Gerais. Flávio venceu em outros 13 e no Distrito Federal, somando 14 unidades da federação. O senador levou os três estados do Sul, os três do Centro-Oeste, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Acre, Rondônia, Roraima e Tocantins.
O Nordeste foi a base da vitória. No Piauí, Lula alcançou 75,88% dos votos válidos, seu maior percentual no país. Na Bahia, teve 71,31% e venceu em 413 dos 417 municípios. No Ceará, foi o mais votado em todas as 184 cidades. No Maranhão, ficou com 69,54%. Em Alagoas, venceu com 60,77%, embora tenha perdido na capital, Maceió. Do outro lado, o maior percentual de Flávio foi em Roraima, com 72,46%. Minas Gerais teve a disputa mais apertada: 50,43% para Lula e 49,57% para Flávio, diferença de 0,86 ponto percentual.
A cobertura de centro relatou o resultado estado por estado, com percentuais por capital e por município, e reforçou que a Presidência é definida pela soma dos votos válidos no Brasil e no exterior, e não pelo número de estados em que cada candidato vence. Votos brancos e nulos não entram na conta.
O veículo de direita que tratou do tema enfatizou o peso do Nordeste e a virada em relação ao primeiro turno, quando Lula terminou atrás do senador. Segundo essa cobertura, o petista passou de 70,99% para 75,88% no Piauí e de 66,17% para 71,31% na Bahia, onde ganhou 820.487 votos entre os turnos. O texto também destacou que Flávio venceu em mais unidades da federação e que o segundo turno teve quase três milhões de eleitores a mais do que o primeiro, com queda de votos brancos e nulos. Até o momento, nenhum veículo de esquerda publicou análise específica sobre a distribuição estadual dos votos.
Ainda não estão detalhados nas fontes os motivos do crescimento de Lula entre os turnos, além da menção a mobilizações de rua e nas redes sociais pela campanha. Também não há, nas matérias, comparação completa entre o primeiro e o segundo turno em cada estado, nem análise sobre o peso dos votos no exterior no resultado final.
Lula venceu em 13 estados; Flávio Bolsonaro, em outros 13 e no Distrito Federal. Consulte os percentuais e a votação por município.

Presidente venceu em toda a região no segundo turno e registrou no Piauí seu maior percentual estadual de votos válidos
