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Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada em 20 de julho aponta a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), na liderança dos dois cenários de primeiro turno testados para 2026: 34,6% no cenário com o ex-governador José Roberto Arruda, que soma 28,1%, e 45,9% no cenário sem ele. Leandro Grass (PT) aparece com 11,9% e 16,3%. O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre 17 e 19 de julho, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais e registro DF-01326/2026. O mesmo instituto divulgou nos dias seguintes pesquisas para o Senado no Amapá e para o governo do Rio Grande do Sul.
O instituto Paraná Pesquisas divulgou na segunda-feira, 20 de julho, um levantamento sobre a disputa pelo governo do Distrito Federal em 2026 que aponta a atual governadora, Celina Leão (PP), na liderança dos dois cenários de primeiro turno testados. No primeiro deles, ela reúne 34,6% das intenções de voto, à frente do ex-governador José Roberto Arruda, com 28,1%, e do ex-deputado distrital Leandro Grass (PT), com 11,9%. Ricardo Cappelli (PSB) soma 4,5%, a deputada distrital Paula Belmonte (PSDB) tem 3,6% e o advogado Kiko Caputo (Novo) marca 1,3%. Votos em branco, nulos ou em nenhum dos nomes somam 9,1%, e 6,8% dos entrevistados não sabem ou não opinaram.
Num segundo cenário, montado sem Arruda, a governadora amplia a vantagem e chega a 45,9%. Grass assume a vice-liderança, com 16,3%, seguido por Paula Belmonte, com 7,2%, Cappelli, com 5,7%, e Caputo, com 2,6%. O instituto não testou simulações de segundo turno. Foram ouvidos 1.500 eleitores entre os dias 17 e 19 de julho, em entrevistas presenciais, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código DF-01326/2026.
Os números aparecem de forma idêntica em toda a cobertura, e é aí que os veículos convergem. A cobertura de centro foi a que mais detalhou a metodologia e os indicadores complementares: a rejeição, em que Arruda lidera com 27,9% e a governadora aparece logo atrás, com 26,3%, num quadro descrito como empate técnico, além da aprovação da gestão distrital, avaliada positivamente por 58,3% dos entrevistados e desaprovada por 37,6%. Nessa leitura, os dois nomes mais competitivos são também os que enfrentam o maior teto de resistência do eleitorado local.
Veículos de esquerda mantiveram o texto no registro dos percentuais e destacaram sobretudo o favoritismo da governadora e a distância entre ela e os demais nomes, sem explorar a rejeição nem a avaliação do governo. Veículos de direita enfatizaram a amplitude da liderança em todos os cenários, incluíram o desempenho na pesquisa espontânea, em que a governadora aparece com 12,3% das citações, e trouxeram o contexto político da sucessão: ela assumiu o Palácio do Buriti depois que o titular renunciou para disputar o Senado e, em julho, anunciou que deixaria a corrida eleitoral de 2026.
O mesmo instituto divulgou, nos dias seguintes, levantamentos em outras duas disputas. No Amapá, a ex-primeira-dama de Macapá, Rayssa Furlan (Podemos), lidera os dois cenários para o Senado, com 60% e 62,7%, à frente dos senadores Lucas Barreto (PSD) e Randolfe Rodrigues (PT), que aparecem empatados na briga pela segunda vaga. Esse estudo ouviu 1.100 pessoas em 14 municípios, entre 18 e 20 de julho, custou 45 mil reais e foi pago por uma empresa privada de serviços de marketing, informação declarada na própria cobertura. No Rio Grande do Sul, o deputado federal Zucco (PL), com 34,2%, e a ex-deputada Juliana Brizola (PDT), com 30,1%, aparecem tecnicamente empatados na disputa pelo governo gaúcho.
Ainda não se sabe como as convenções partidárias, iniciadas na mesma segunda-feira, vão redesenhar os quadros: não há garantia de que todos os nomes testados serão de fato candidatos, e a ausência de simulação de segundo turno deixa em aberto o desfecho das disputas mais equilibradas. Há ainda divergência entre as coberturas sobre a legenda do ex-governador do Distrito Federal, citado ora como PSD, ora como PL, e sobre o período exato do trabalho de campo, registrado em uma das versões como junho em vez de julho.
Toda a cobertura reproduz os mesmos percentuais e reconhece três pontos: a governadora do Distrito Federal lidera os dois cenários de primeiro turno, a diferença para o segundo colocado supera a margem de erro no cenário completo, e os dois nomes mais votados são também os mais rejeitados pelo eleitorado local.
9 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O corpo é um recorte de tabela: dois cenários estimulados, amostra de 1.500 eleitores, margem de erro e código de registro. Não há vocabulário valorativo nem enquadramento ideológico sobre os candidatos; o único trecho carregado é o texto institucional de assinatura, que não integra a reportagem.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Nota curta e factual, que aplica corretamente a margem de erro ao caracterizar o empate técnico entre os dois primeiros colocados e lista todos os demais nomes testados sem adjetivação.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do perfil editorial do veículo, o texto se limita a listar percentuais dos cenários estimulado e espontâneo, rejeição e metodologia, sem adjetivação política nem crítica a qualquer campo. O resumo automatizado no topo repete os mesmos dados. Enquadramento factual.

Deputado federal e a neta de Leonel Brizola estão tecnicamente empatados em disputa de primeiro turno

Ex-primeira-dama de Macapá, Rayssa Furlan, aparece à frente nos dois cenários testados. Lucas Barreto e Randolfe Rodrigues vêm na sequência

Levantamento mostra Lucas Barreto e Randolfe empatados pela 2ª vaga; estudo foi feito de 18 a 20 de julho. Leia no Poder360

A atual governadora lidera os dois cenários testados

Pesquisa entrevistou 1.500 pessoas, entre os dias 17 e 19 de julho; margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos

Atual governadora está à frente dos possíveis oponentes em todos os cenários analisados pelo instituto para as próximas eleições; veja números

Governadora Celina Leão é favorita à reeleição, indica levantamento publicado nesta segunda-feira, 20

Levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 17 e 19 de julho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%

Ex-governador e atual mandatária lideram numericamente o índice de eleitores que rejeitam seus nomes para o Buriti
Reporte para que a equipe revise. Sua contribuição ajuda a melhorar a cobertura.
Descrição neutra dos dois cenários e dos recortes demográficos, com tratamento igual para nomes de partidos distintos. A ausência de metodologia completa é falha de transparência, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Texto tecnicamente rigoroso: identifica empate dentro da margem de erro, informa número de entrevistados, municípios cobertos, código de registro, custo do estudo e a empresa que o pagou. Transparência de financiamento é sinal de rigor, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Texto descritivo com paridade entre todos os nomes testados, comparação correta com a margem de erro e bloco de metodologia separado. Declara ainda o uso de ferramentas automatizadas na extração dos dados, o que aumenta a transparência. Não há enquadramento a favor ou contra nenhum campo.
Perspectivas omitidas
Reportagem seca de intenção de voto, com todos os nomes citados na mesma chave descritiva e sem adjetivos de valor. Expressões como pelotão intermediário são organizacionais, não valorativas.
Perspectivas omitidas
O texto sai do registro puramente descritivo e interpreta a rejeição como teto de vidro e obstáculo à captação de votos, inferência não sustentada pelo levantamento, que não simulou segundo turno. Ainda assim, a inferência atinge nomes de campos opostos, sem favorecer nenhum lado.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Além das tabelas, acrescenta contexto factual sobre a chegada da governadora ao cargo depois da renúncia do titular e sobre a desistência dele da corrida de 2026. O vínculo pessoal com uma figura da direita é citado como informação, não como juízo. Sem vocabulário ideológico.
Perspectivas omitidas


