Deltan Dallagnol lidera Senado do Paraná com 34%, empatado com Alexandre Curi
2 veículos de centro · 4 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
6 fontes políticas
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Para a leitura à direita, os números do Paraná Pesquisas confirmam a força eleitoral dos nomes ligados ao combate à corrupção e o desgaste do PT no Paraná. Deltan Dallagnol, ex-procurador que atuou na Operação Lava Jato, cresceu de 28,1% em julho para 34% em agosto e lidera a corrida ao Senado, enquanto o senador Sergio Moro aparece com 46,1% para o governo estadual, quase o dobro do segundo colocado. No outro extremo, a deputada federal Gleisi Hoffmann acumula 42,2% de rejeição, o maior índice do levantamento, sinal de que o eleitorado paranaense cobra responsabilidade dos quadros associados aos governos do PT. Em São Paulo, a pesquisa do Vox Brasil mostra o governador Tarcísio de Freitas com 53,7% e aprovação de 66,5%, resultado que essa leitura associa a gestão orientada por eficiência administrativa e segurança pública.
Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado em 17 de agosto de 2026 mostra o ex-procurador Deltan Dallagnol, do Novo, numericamente à frente na disputa pelas duas vagas do Paraná no Senado Federal, com 34% das intenções de voto.
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Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura reproduz os mesmos percentuais e a mesma ficha técnica: Deltan Dallagnol com 34%, Alexandre Curi com 29,6%, Gleisi Hoffmann com 28,1% e Filipe Barros com 26%, em 1.520 entrevistas feitas entre 13 e 16 de agosto de 2026, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais e registro PR-09048/2026 no Tribunal Superior Eleitoral. Também há convergência sobre a liderança isolada de Sergio Moro no cenário para o governo do Paraná.
Uma nova rodada do instituto Paraná Pesquisas mediu a corrida pelas duas vagas do Paraná no Senado Federal em 2026 e colocou o ex-procurador Deltan Dallagnol na frente, dentro de uma sequência de empates técnicos que envolve outros três candidatos. O mesmo conjunto de matérias traz uma pesquisa do instituto Vox Brasil sobre o governo de São Paulo. Abaixo, como a cobertura de centro e de direita tratou os mesmos números.
O instituto Paraná Pesquisas divulgou na segunda-feira, 17 de agosto de 2026, um levantamento sobre a disputa pelas duas vagas do Paraná no Senado Federal. O ex-procurador Deltan Dallagnol, do partido Novo, aparece numericamente à frente, com 34% das intenções de voto no cenário estimulado. Alexandre Curi soma 29,6%, a deputada federal Gleisi Hoffmann, do PT, tem 28,1%, e o deputado federal Filipe Barros, do PL, registra 26%. Como a margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado produz uma sequência de empates técnicos: Dallagnol com Curi na liderança, e Curi com Gleisi Hoffmann e Filipe Barros logo atrás. A jornalista Cristina Graeml, do PSD, tem 17,2%, e o ex-deputado federal Dr. Rosinha, do PT, 12,3%. Joaquim do MLB, Karen Guerreiro e Marcelo Marcelino ficam abaixo de 2% cada. Brancos, nulos e nenhum somam 7,8%, e 5,9% não souberam responder. Cada entrevistado pôde citar até dois nomes, porque cada estado elege dois senadores em 2026, e por isso a soma ultrapassa 100%.
Os dados metodológicos são idênticos em toda a cobertura: 1.520 eleitores ouvidos presencialmente em 65 dos 399 municípios paranaenses, entre 13 e 16 de agosto de 2026, com grau de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PR-09048/2026. O mesmo levantamento mediu a corrida ao governo estadual, com o senador Sergio Moro na liderança isolada, com 46,1%, à frente do deputado estadual Requião Filho, com 23,4%, e do deputado federal Sandro Alex, com 16,5%. No índice de rejeição para o Senado, Gleisi Hoffmann é a mais citada, com 42,2%, seguida por Dallagnol, com 13%, e por Dr. Rosinha, com 12,1%.
A cobertura de centro relatou os números com ênfase no empate técnico e foi a única a informar que a pesquisa custou 135,2 mil reais e foi paga pelo Partido Liberal, dado que muda a leitura sobre quem encomendou o retrato da disputa. Veículos de direita destacaram a liderança numérica de Dallagnol e o crescimento do ex-procurador, que passou de 28,1% em julho para 34% em agosto, além da rejeição elevada de Gleisi Hoffmann, apresentando a corrida como consolidação de nomes associados à Operação Lava Jato no estado. Até o fechamento desta edição, veículos de esquerda não publicaram cobertura própria sobre o levantamento, e a leitura crítica sobre o financiamento e o desenho da pesquisa ficou sem contraponto editorial no noticiário disponível.
O conjunto de matérias reúne ainda uma pesquisa distinta, do instituto Vox Brasil, divulgada no domingo, 16 de agosto, sobre a disputa pelo governo de São Paulo. Nela, o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, aparece com 53,7% no primeiro turno, contra 34% do ex-ministro Fernando Haddad, do PT. Em segundo turno simulado, Tarcísio tem 54,3% e Haddad, 35,2%, o que corresponde a 60,7% e 39,3% dos votos válidos. A gestão estadual é aprovada por 66,5% e desaprovada por 24,3% dos entrevistados. Essa sondagem ouviu 1.480 eleitores entre 11 e 13 de agosto, com margem de erro de 2,55 pontos percentuais, e a cobertura disponível não informou o número de registro na Justiça Eleitoral nem quem contratou o trabalho.
A divergência entre os lados é de ênfase e de vocabulário estatístico. Onde a cobertura de centro tratou o resultado paranaense como empate técnico entre dois nomes, veículos de direita trataram como liderança, escolha que altera a impressão sobre a distância real entre os candidatos. A rejeição da deputada petista, o número mais alto do levantamento, aparece com destaque maior nos veículos de direita e de forma mais lateral no noticiário de centro. O contratante da pesquisa, por sua vez, só apareceu na cobertura de centro.
Ainda não se sabe se os nomes testados serão confirmados nas convenções partidárias, etapa que costuma remodelar cenários de pesquisa. Também não há informação, na cobertura disponível, sobre o desempenho dos candidatos por região do estado, sobre a migração de votos entre eles desde julho, nem sobre quem contratou o levantamento paulista. Uma inconsistência permanece aberta: parte da cobertura identifica Alexandre Curi como deputado estadual do Republicanos, enquanto outra parte o descreve como filiado ao Avante e candidato à Presidência da República.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança da disputa pelo governo paulista nas eleições de

Quatro candidatos registram mais de 25% das intenções de voto, indica levantamento do Paraná Pesquisas

Sergio Moro (PL) segue na liderança da corrida para ser o novo governador do estado

Ex-procurador lidera corrida pelas duas vagas do estado, seguido de perto por Alexandre Curi, que não concorre, e Gleisi Hoffmann, que lidera índice de rejeição

A Paraná Pesquisa entrevistou 1.520 pessoas em 65 municípios do Estado. Leia no Poder360.

Candidato aparece numericamente à frente de Alexandre Curi (Republicanos), com 29,6%, e Gleisi Hoffmann (PT), que soma 28,1%

Nesta matéria: viés de centro.