Real Time Big Data aponta Lula com 38% e empate com Flávio Bolsonaro em 44%
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Pelo prisma de quem cobra accountability do governo e vê espaço para alternância, a rodada do Real Time Big Data registra a erosão da vantagem presidencial: em junho Luiz Inácio Lula da Silva chegou a abrir cinco pontos sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno, em julho a diferença caiu para três, com 45% a 42%, e agora os dois estão empatados em 44%. Nesta leitura, o dado mais relevante é que Ronaldo Caiado, com apenas 4% no primeiro turno, aparece numericamente à frente do presidente num confronto direto, por 45% a 43%, sinal de que existe demanda por um nome fora da polarização. A rejeição de 50% a Lula, somada ao desempenho de Flávio Bolsonaro no Sul, com 39% contra 27%, e ao empate numérico no Sudeste, é apresentada como teto de crescimento do governo.
Lida pelo prisma de quem enxerga a disputa como defesa de um projeto de proteção social, a pesquisa mostra um presidente que preserva a dianteira mesmo depois de um ano de desgaste: Luiz Inácio Lula da Silva abre nove pontos sobre Flávio Bolsonaro no primeiro turno, com 38% a 29%, e sustenta 56% de intenção de voto no Nordeste, região onde as políticas de renda e de transferência têm maior alcance.
O instituto Real Time Big Data divulgou em 1º de setembro de 2026 uma rodada de intenção de voto para a Presidência da República que mostra Luiz Inácio Lula da Silva na liderança do primeiro turno, com 38% no cenário estimulado que inclui Pablo Marçal, contra 29% de Flávio Bolsonaro.
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Toda a cobertura converge em três pontos: Lula lidera o primeiro turno com 38% contra 29% ou 30% de Flávio Bolsonaro; os dois empatam em 44% na simulação de segundo turno; e a rejeição é idêntica para ambos, com 50% dizendo que não votariam neles. Também há acordo sobre a metodologia, com 2.000 eleitores ouvidos entre 27 e 31 de agosto e margem de erro de 2 pontos percentuais.
A nova rodada do Real Time Big Data recolocou a disputa presidencial de 2026 num ponto de equilíbrio: Lula lidera o primeiro turno com 38%, mas empata com Flávio Bolsonaro em 44% no segundo. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre 27 e 31 de agosto e mostra ainda que os dois principais nomes têm o mesmo índice de rejeição, de 50%.
O instituto Real Time Big Data divulgou em 1º de setembro de 2026 uma nova rodada de intenção de voto para a Presidência da República, e o levantamento desenhou um quadro incomum: liderança confortável de um lado no primeiro turno, equilíbrio absoluto no segundo. No cenário estimulado com todos os nomes registrados, incluindo Pablo Marçal (PRTB), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 38% das intenções de voto, contra 29% do senador Flávio Bolsonaro (PL). O escritor Augusto Cury (Avante) se firma como terceira força, com 10%, seguido por Renan Santos (Missão), com 6%, e pelo ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 4%. No cenário sem Marçal, Lula mantém os 38%, Flávio Bolsonaro vai a 30% e Cury chega a 11%.
A simulação de segundo turno entre os dois primeiros colocados devolve 44% para cada um, com 9% de votos brancos e nulos e 3% de indecisos. O instituto testou ainda outros quatro adversários. Ronaldo Caiado aparece numericamente à frente do presidente, por 45% a 43%. Lula registra 43% contra 40% de Romeu Zema (Novo), 44% contra 40% de Pablo Marçal e 44% contra 37% de Renan Santos. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, os confrontos com Caiado, Zema e Marçal configuram empate técnico. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre 27 e 31 de agosto, por telefone e com entrevistadores humanos, tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03490/2026.
Toda a cobertura converge nos números e na metodologia, e também no ponto em que o levantamento é mais claro: os dois nomes que dominam a disputa carregam o mesmo peso de resistência. Metade do eleitorado, 50%, diz conhecer Lula e não votar nele, e exatamente os mesmos 50% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro. Há convergência ainda no retrato regional. No Nordeste, o presidente marca 56% contra 21% do senador. No Sul, a relação se inverte, com 39% para Flávio Bolsonaro e 27% para Lula. No Sudeste, maior colégio eleitoral do país, os dois ficam separados por 1 ponto, com 31% a 30% para o senador, e no Norte aparecem empatados numericamente em 37%.
A divergência está no que cada campo escolheu colocar em primeiro plano. A cobertura de centro relatou o levantamento pela série histórica do próprio instituto: em julho, Lula tinha 45% contra 42% no confronto direto, e em junho a vantagem chegou a cinco pontos, de modo que a rodada atual é apresentada como o momento em que essa dianteira desapareceu. Veículos de direita foram além e transformaram dois recortes em eixo de reportagem. O primeiro é o desempenho de Ronaldo Caiado, tratado como o único adversário que supera o presidente numa simulação de segundo turno, com o registro de que 65% de quem declara voto nele diz escolher o candidato considerado mais preparado. O segundo é a rejeição idêntica de 50%, lida como limite de crescimento para os dois lados caso um terceiro nome se consolide. Veículos de esquerda não deram tratamento próprio a esta rodada; a leitura habitual desse campo enfatizaria a liderança preservada de nove pontos no primeiro turno, o peso do Nordeste no resultado nacional e o fato de que Caiado, com 4% na disputa aberta, ainda é desconhecido de 16% do eleitorado, o que fragiliza os 45% que ele marca num cenário reduzido a dois nomes.
O que ainda não se sabe é considerável. O instituto não divulgou simulação de segundo turno entre Lula e Augusto Cury, justamente o nome que mais cresceu na rodada, o que deixa sem resposta a pergunta sobre o desempenho da terceira força num confronto direto. A pesquisa também não atribui causas ao contraste entre os 4% de Caiado no primeiro turno e os 45% no segundo, e não informa a margem de erro específica dos recortes por região, que é maior que a nacional e torna arriscada qualquer conclusão sobre diferenças de 1 ponto. Por fim, não há dado sobre a estabilidade da rejeição de 50% ao longo das rodadas anteriores, o que impede saber se o número é novo ou apenas se repete.
Pesquisa divulgada pelo Real Time Big Data mostra como está o cenário eleitoral no Rio de Janeiro para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Benedita, Crivella, Pedro Paulo e Jordy aparecem embolados na ponta; Portinho, Monica Benicio e Waguinho também estão na briga

Pesquisa ouviu 1.600 eleitores pernambucanos entre 29 de agosto e 2 de setembro; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Foram ouvidos 1.600 eleitores, entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa ouviu 1.600 eleitores pernambucanos entre 29 de agosto e 2 de setembro; margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Levantamento ouviu 2.000 eleitores do estado de São Paulo, entre os dias 6 e 7 de março. O índice de confiança é de 95%, com margam de erro de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo

Pesquisa divulgada pelo Real Time Big Data mostra como está o cenário eleitoral no Mato Grosso para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Pesquisa divulgada pelo Real Time Big Data mostra como está o cenário eleitoral em Sergipe para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Levantamento aponta a situação da corrida presidencial no primeiro turno em cada região

Presidente também aparece numericamente empatado com Flávio Bolsonaro (PL), ambos com 44% das intenções de voto

No primeiro turno, levantamento aponta Augusto Cury (Avante) em terceiro lugar, com 11%
Real Time Big Data divulgou pesquisa com cenários estimulados de primeiro e segundo turno com candidatos a presidente. Leia na Gazeta do Povo

Dado apontado no levantamento reforça cenário de polarização na corrida presidencial

Diferença do presidente para o candidato, porém, está dentro da margem de erro do levantamento

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