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Levantamentos das principais empresas de pesquisa do país mostram o presidente Lula (PT) em vantagem para a disputa presidencial de 2026, sustentada sobretudo pelo apoio do eleitorado feminino, que representa 52,8% dos aptos a votar. Nas simulações de 2º turno contra Flávio Bolsonaro (PL), Lula tem de 45% a 55% das intenções de voto entre as mulheres; entre os homens o cenário é mais equilibrado, com leve vantagem do senador ou empate técnico em alguns casos. O padrão se repete contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.
As pesquisas eleitorais mais recentes apontam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em vantagem para a disputa presidencial de 2026, e os levantamentos convergem num ponto central: essa dianteira se apoia sobretudo no eleitorado feminino. As mulheres representam 52,8% dos aptos a votar, o equivalente a cerca de 83,93 milhões de pessoas até maio de 2026, o que torna esse segmento decisivo para o resultado da eleição.
A cobertura de centro, encabeçada pela reportagem do Poder360 que serviu de base para boa parte do cluster, relatou que, nas simulações de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula obtém entre 45% e 55% das intenções de voto entre as mulheres. Os números foram compilados a partir de seis institutos: CNT/MDA, Nexus/BTG, Futura/Apex, PoderData, Datafolha e Quaest, todos registrados na Justiça Eleitoral. No caso da Datafolha e da Quaest, os dados são de maio, porque os relatórios completos de junho ainda não haviam sido divulgados. O mesmo padrão de vantagem feminina se repete nos cenários contra Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).
Uma pesquisa estadual reforçou a tendência. No Amazonas, o Instituto Direto ao Ponto, em levantamento registrado no TSE, mostrou Lula com 44% no cenário estimulado contra 35% de Flávio Bolsonaro, com vantagem ainda maior no interior do estado, onde o petista chega a 51% contra 32%. Na capital, Manaus, os dois aparecem tecnicamente empatados.
Veículos de esquerda destacaram que esse apoio feminino reflete a agenda de proteção social e de enfrentamento à violência contra a mulher priorizada pelo governo, além da memória da rejeição a Jair Bolsonaro em 2022. Para essa leitura, a adesão das eleitoras, especialmente nas regiões mais pobres do interior, aponta um eleitorado sensível a políticas de direitos e segurança.
Veículos de direita, por sua vez, enfatizaram os limites dessa vantagem. Lembraram que, entre os homens, Flávio Bolsonaro tem leve vantagem ou empate técnico, e que falas consideradas machistas de Lula no terceiro mandato já teriam reduzido parte da liderança feminina, segundo as próprias pesquisas. Ressaltaram ainda o alto índice de indecisos, que chega a 42% na pesquisa espontânea do Amazonas, e avaliações negativas do governo na economia e na segurança, fatores que poderiam corroer o favoritismo ao longo da campanha.
A cobertura de centro situou o fenômeno num arco histórico: Lula enfrentou forte resistência entre mulheres quando entrou na política, em 1989 tinha melhor desempenho entre homens, e a virada começou na campanha de 2002, com a estratégia 'Lulinha paz e amor' do marqueteiro Duda Mendonça. A pré-campanha de 2026 já transformou a segurança pública e o combate à violência contra a mulher em ativos disputados também pela direita.
O que ainda não se sabe é como esses números evoluem após a divulgação dos relatórios completos de junho de Datafolha e Quaest, qual será o desempenho exato de Lula entre os homens em cada cenário e se os pré-candidatos hoje testados de fato oficializarão suas candidaturas até o prazo de 15 de agosto. Com quatro meses até a eleição e um terço do eleitorado ainda indeciso em alguns recortes, o quadro permanece aberto.
Esquerda, centro e direita concordam que Lula lidera as pesquisas presidenciais de 2026 entre as mulheres, segmento que representa 52,8% do eleitorado, e que entre os homens o cenário é mais equilibrado.
1 fonte política
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Reportagem agregadora rigorosa com metodologia transparente, registros na Justiça Eleitoral e quatro cenários de 2º turno detalhados. Inclui contexto histórico e nota crítica a falas controversas de Lula, mantendo equilíbrio. CENTER claro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Segmento tem sido favorável ao petista e pode ser peça-chave na eleição; eleitorado feminino representa 52,83% do total. Leia no Poder360.
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