Partido Liberal lidera número de candidaturas ao Congresso após prazo do TSE
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O prazo para registro de candidaturas às eleições gerais de 2026 terminou às 19h de sábado, 15 de agosto, e a campanha começou oficialmente no domingo, 16. Segundo a base do Tribunal Superior Eleitoral, o Partido Liberal registrou 1.624 candidaturas, o maior número entre as legendas, seguido por MDB, Republicanos, Novo e Podemos; o Partido dos Trabalhadores ficou em sétimo. O Partido da Causa Operária lidera as candidaturas a governador, com 18. Ao todo, 194 nomes disputam os governos dos 27 estados e 314 concorrem às 54 vagas em jogo no Senado. A Justiça Eleitoral adverte que a base ainda será atualizada por causa de contestações judiciais.
A leitura à direita destaca a capacidade organizativa demonstrada pelo Partido Liberal, que registrou 1.624 candidaturas e lidera as disputas por Câmara, Senado e assembleias estaduais, consolidando a estratégia de manter as maiores bancadas do Congresso.
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6 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Todas as coberturas partem dos mesmos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral e convergem em três pontos: o registro de candidaturas terminou em 15 de agosto, a campanha começou em 16 de agosto e o Partido Liberal é a legenda com mais candidatos nas urnas em 2026. Também há acordo de que a base ainda é provisória.
O Tribunal Superior Eleitoral fechou no sábado, 15 de agosto, o prazo de registro de candidaturas para as eleições de 2026, e a campanha começou oficialmente no domingo. Os dados preliminares mostram o Partido Liberal com o maior número de candidatos ao Congresso e às assembleias estaduais, enquanto o Partido da Causa Operária lidera as candidaturas aos governos estaduais.
O prazo para o registro de candidaturas às eleições gerais de 2026 se encerrou às 19h do sábado, 15 de agosto, e a campanha começou oficialmente no domingo, 16, quando os concorrentes passaram a poder pedir voto ao eleitor. Com a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidada logo depois do fim do prazo, o Partido Liberal (PL) apareceu como a legenda com mais candidaturas registradas no país, 1.624 no total.
O ranking nacional segue com MDB (1.386), Republicanos (1.286), Novo (1.284) e Podemos (1.212). O Partido dos Trabalhadores (PT) aparece em sétimo lugar, com 1.095 candidaturas. Veículos classificados à direita enfatizaram esse recorte quantitativo e acrescentaram que o PL foi também a sigla que mais recebeu recursos do fundo eleitoral: de quase R$ 5 bilhões distribuídos, cerca de R$ 881,7 milhões ficaram com o partido, que redistribui o dinheiro entre seus candidatos.
Os mesmos levantamentos mostram o PL na liderança das candidaturas a deputado federal, com 534 nomes, e ao Senado, com 33, além de deputado estadual e distrital, com 977, à frente de MDB (851), Republicanos (770) e Podemos (724). A leitura apresentada por essa cobertura é a de um partido que aposta na formação de bancadas no Congresso Nacional, onde já detém as maiores representações. No sentido inverso, o Partido da Causa Operária (PCO) é o que mais lançou candidatos a governador, 18 ao todo, seguido por Unidade Popular (UP) e PSTU, num padrão descrito como característico de siglas mais à esquerda. O PL registrou 13 candidaturas a governos estaduais e o PT, 12.
A cobertura de centro tratou o mesmo fato por outro ângulo, o de serviço ao eleitor, publicando as listas estado a estado. Segundo esse material, 194 candidatos disputam os governos das 27 unidades da federação e 314 concorrem às 54 vagas em jogo no Senado, de um total de 81 cadeiras. No Paraná, quinto maior colégio eleitoral do país, com 8,61 milhões de eleitores, oito nomes disputam o governo, entre eles Sergio Moro (PL), Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT). Pesquisa do instituto IRG divulgada em 13 de agosto apontou Moro com 40,2% no cenário estimulado de primeiro turno, contra 24,8% de Sandro Alex e 21% de Requião Filho, com margem de erro de 2,67 pontos percentuais. Em Pernambuco, sétimo colégio eleitoral, doze candidatos disputam o Senado, e levantamento do Real Time Big Data divulgado em 31 de julho apontou Marília Arraes (PDT) na liderança, com Humberto Costa (PT) somando 21% e Eduardo da Fonte (PP), 18%.
Há convergência entre as coberturas sobre os fatos centrais: a data-limite do registro, o início formal da campanha e a posição do PL no topo do volume de candidaturas. A divergência é de ênfase. Enquanto a cobertura de centro privilegia a lista completa de nomes e os números de cada estado, sem qualificar nenhum concorrente, os veículos de direita destacam a relação entre volume de candidaturas, tamanho de bancada e repasse do fundo eleitoral. Veículos de esquerda não publicaram cobertura própria do levantamento no período analisado, de modo que a leitura que costuma associar concentração de recursos públicos à desigualdade de condições na disputa não aparece no conjunto de matérias reunidas.
Resta em aberto o que a própria Justiça Eleitoral advertiu: a base de dados não é definitiva e será atualizada nos próximos dias, porque há contestações judiciais em curso e candidaturas podem ser indeferidas. Também não há informação sobre quantos registros foram impugnados, sobre o percentual exato atribuído à candidata apontada como líder na disputa pelo Senado em Pernambuco, nem sobre como o fundo eleitoral foi repartido entre as demais legendas do ranking. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e o eventual segundo turno, para 25 de outubro.
Sergio Moro (PL) disputa o pleito; tem como principais adversários Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT). Leia no Poder360.

Das 81 cadeiras da Casa Alta, 54 estão em disputa em 2026; são duas por unidade da Federação. Leia no Poder360

Campanha eleitoral começou oficialmente neste domingo, 16; veja o ranking por partido de cada uma das vagas

Sergio Moro (PL) disputa o pleito; tem como principais adversários Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT). Leia no Poder360.

A Justiça Eleitoral informou que a base não é definitiva e ainda será atualizada nos próximos dias

Prazo para registro das candidaturas encerrou às 19h de sábado (15.ago). Leia no Poder360.
