Crise do STF entra na campanha com Lula e Flávio Bolsonaro em 41% na Quaest
5 veículos de esquerda · 18 veículos de centro · 6 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
5 veículos de esquerda · 18 veículos de centro · 6 veículos de direita

O confronto público entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, somado à exposição de vínculos entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, passou a ocupar a disputa presidencial a menos de um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que o episódio tira das candidaturas a prerrogativa de pautar a eleição e orienta o petista a se afastar de embates com a Corte, limitando-se a defender investigação ampla e reforma do Judiciário. O senador Flávio Bolsonaro adotou o caminho oposto e transformou a cobrança pela saída de Moraes em bandeira do ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista. As pesquisas do período mostram Lula à frente no primeiro turno e empate técnico no segundo.
A crise instalada no Supremo Tribunal Federal é lida como um problema de instituições que precisa de resposta institucional, e não de exploração eleitoral. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se apresenta como a figura capaz de arbitrar o momento, defende investigação sem exceções, critica vazamentos seletivos e propõe reforma do Judiciário como saída estrutural.
A exposição dos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro é tratada como escândalo de responsabilização institucional que respinga diretamente no governo. O senador Flávio Bolsonaro fez do confronto com o Supremo Tribunal Federal o eixo do seu 7 de Setembro, pediu a saída do ministro e prometeu indicar cinco nomes à Corte, enquanto seu vice falou em duas faces da mesma moeda ao associar o presidente ao magistrado.
29 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Todos os lados registram que o conflito entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes e a exposição dos vínculos com Daniel Vorcaro deixaram de ser assunto interno do Supremo Tribunal Federal e entraram na campanha presidencial. Há convergência também sobre o quadro numérico: Lula lidera o primeiro turno, e a distância para Flávio Bolsonaro é menor do que a registrada no mesmo período de 2022.
O conflito entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes e a exposição dos vínculos com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro saíram do Supremo Tribunal Federal e chegaram à eleição. Lula aposta na imagem institucional e na reforma do Judiciário; Flávio Bolsonaro fez do confronto com a Corte a bandeira do 7 de Setembro. As pesquisas mostram empate em 41% no segundo turno.
A crise aberta no Supremo Tribunal Federal pelo confronto público entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes entrou na disputa presidencial a menos de um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro de 2026. O estopim foi a exposição de vínculos entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-sócio do Banco Master, episódio que passou a ocupar o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, e do senador Flávio Bolsonaro, principal nome da oposição na corrida.
A campanha do presidente avalia que os episódios tiram das candidaturas a prerrogativa de pautar a eleição e orienta o petista a se afastar de embates com integrantes da Corte, inclusive de aproximações públicas. Nas manifestações que fez sobre o caso, Lula defendeu investigação, uma reforma do Poder Judiciário e criticou o que chamou de vazamentos seletivos, sem citar o nome de nenhum ministro nem o do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Em paralelo, dirigentes do Partido dos Trabalhadores tentam marcar contraste entre experiência e aventura e pressionam o Supremo a retirar o sigilo do caso Dark Horse, em que Flávio Bolsonaro pediu recursos a Vorcaro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. No pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão da noite de 6 de setembro, véspera do feriado da Independência, o presidente tratou de soberania, riquezas nacionais e do fim da escala 6x1, sem mencionar a crise.
O senador seguiu o caminho oposto e transformou o confronto com o Supremo em bandeira. No ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, aliados pediram a saída de Moraes, e Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, indicará cinco ministros ao tribunal. A manifestação reuniu 28,5 mil pessoas no horário de pico, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e da More in Common, número abaixo dos 42,2 mil registrados em 2025 e dos 45,4 mil de 2024 pela mesma metodologia. Em Brasília, o desfile cívico-militar acompanhado pelo presidente teve estimativa de 70 mil pessoas, sem medição independente.
Os números da corrida ajudam a medir o efeito da crise. Na Quaest divulgada em 7 de setembro, Lula e Flávio Bolsonaro apareceram empatados com 41% no cenário de segundo turno; no primeiro turno, o presidente tinha 36% e o senador, 29%. Na mesma rodada, a aprovação do governo caiu de 45% para 43% e a desaprovação subiu de 48% para 50%, enquanto o tema da corrupção passou de 14% para 20% entre as preocupações do eleitorado em cinco dias. Levantamentos anteriores mostravam o presidente com 38% contra 33% em 3 de setembro e com 39% contra 33% em 31 de agosto.
É na leitura desses fatos que a cobertura se separa. Veículos de esquerda destacaram a liderança do presidente em todos os levantamentos recentes e a comparação com o mesmo período de 2022, sem tratar da crise no Supremo como fator eleitoral. A cobertura de centro relatou o cálculo de bastidores da campanha governista, a orientação para evitar associação pública com ministros da Corte e a leitura técnica de que o desgaste aparece na aprovação do governo antes de aparecer na intenção de voto. Veículos de direita enfatizaram o custo político da proximidade atribuída ao presidente e ao ministro sob escrutínio e a cobrança pela saída dele, mas também registraram o flanco aberto do senador, com o patrocínio de ao menos R$ 65 milhões de Vorcaro ao filme sobre seu pai e uma rejeição de 55%, a mais alta entre os principais candidatos.
O que ainda não se sabe é como os aportes ao filme foram efetivamente gastos e se houve desvio, se o sigilo do caso Dark Horse será retirado, qual será o desfecho do processo liberado para julgamento envolvendo Moraes e Vorcaro e se algum pedido de impeachment de ministro chegará a tramitar no Senado, presidido por Davi Alcolumbre. Também não há medida do efeito da crise sobre o voto: o eleitorado que se declara independente, cerca de um terço do total, segue majoritariamente indeciso ou inclinado a anular.
Dados oficiais mostram inflação dos alimentos mais de quatro vezes maior sob Bolsonaro e desmontam a versão de Flávio

Entre partidos, PL e PT destinaram maior quantidade de recursos a presidenciáveis; prestação parcial de contas deve ser enviada à Justiça Eleitoral até domingo (13)

Apelo da ex-primeira-dama ao público feminino se dá em meio a dúvidas sobre sua participação real na corrida do senador à Presidência

Empate técnico com Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas também aumenta preocupações internas

Em paralelo, ampliou críticas internas de letargia, de que passou da hora de partir para o confronto

Entre partidos, PL e PT destinaram maior quantidade de recursos a presidenciáveis; prestação parcial de contas deve ser enviada à Justiça Eleitoral até domingo (13)

Na maioria das conversas dos políticos cresce a sensação de que o presidente Lula entrou em rota descendente diante da guerra dentro do Supremo Tribunal Federal, especialmente esta semana, com o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Enquanto Flávio Bolsonaro explora a crise no STF contra Moraes, a campanha de Lula avalia distanciamento do ministro e adversários como Caiado e Zema reagem.

Ex-primeira-dama gravou vídeo para as redes sociais após idas e vindas na relação com o filho 01 de Jair Bolsonaro

Site utiliza IPCA acumulado durante três anos e meio em cada governo para realizar comparação de preços

Relatório mostra como uma vitória do presidente ou do senador pode mudar a preferência por setores e ações na Bolsa brasileira

O publicitário avalia o impacto do caso Master e lamenta o nível atual da propaganda no Brasil

Coordenação diverge sobre resposta à repercussão envolvendo caso Master, Moraes e Mendonça

Campanha de Flávio Bolsonaro prepara ofensiva contra Lula no TSE

PL planeja apresentar mais de seis ações por suposto abuso de poder político e econômico e mira carnaval, publicidade oficial e medidas do governo

Candidato fez críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e defendeu a saída dele da Corte.

A corrida presidencial chega à última rodada da pesquisa Meio/Ideia antes do primeiro turno com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tecnicamente empatados em três indicadores centrais da disputa. É a primeira vez que isso acontece nos nove meses da série histórica do levantamento, divulgado nesta quarta-feira, 9. A pesquisa foi a campo entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. No primeiro turno espontâneo, quando nenhum nome é apresentado ao
Nova rodada do levantamento mostra que o presidente petista e o senador do PL estão colados nas intenções de voto espontâneas e estimuladas de primeiro turno e também na rejeição, além do já registrado empate no segundo turno. André Mendonça afasta diretor-geral da PF e aprofunda crise no STF. Após enchentes, Nepal cobra compensações climáticas de países ricos. Ladrões roubam quatro obras de Renoir de museu na França. Austrália passa a permitir que usuários desativem algoritmos das redes sociais
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Nova rodada do levantamento mostra que presidente petista e senador do PL estão colados nas intenções de voto espontâneas e estimuladas de primeiro turno e também na rejeição, além do já registrado empate no segundo turno. André Mendonça afasta diretor-geral da PF e aprofunda crise no STF. Após enchentes, Nepal cobra compensações climáticas de países ricos. Ladrões roubam quatro obras de Renoir de museu na França. Au
Presidente visita escola e obras do VLT em Teresina; senador faz motociata em Minas Gerais, enquanto Caiado e outros candidatos cumprem compromissos em São Paulo

Aliados de Flávio Bolsonaro temem que investigações sobre emendas e o filme “Dark Horse” afetem sua pré-candidatura ao Planalto.


Já senador questiona capacidade do adversário em combater o crime organizado

Candidato à Presidência pelo PL afirma que Andrei Rodrigues era

Ato na Paulista teve público menor que nos últimos 7 de Setembro, enquanto crise envolvendo Moraes avança para o centro das estratégias de Flávio e Lula na reta final da eleição

Tema da corrupção cresceu de 14% para 20% entre as preocupações do eleitorado em um intervalo de apenas cinco dias

Conflito entre ministros do STF Mendonça e Moraes foi comentado pelo presidente e candidato à reeleição por vídeo nas redes sociais que pede reformas no Judiciário e critica

Campanha petista redireciona rota e tenta reforçar imagem de Lula "presidente"

Pesquisas de Quaest, Datafolha e BTG/Nexus mostram Lula à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno da eleição de 2026.

Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.