Quaest expõe divisão regional entre Lula e Flávio Bolsonaro na corrida de 2026
2 veículos de esquerda · 8 veículos de centro · 1 veículo de direita

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O instituto Quaest divulgou, entre 24 e 25 de agosto de 2026, uma sequência de pesquisas estaduais de intenção de voto para a Presidência da República. Os levantamentos mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com ampla vantagem no Nordeste, com 58% no Maranhão, 56% no Rio Grande do Norte e 44% em Alagoas, e o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente no Sul e em Rondônia, com 45% em Santa Catarina, 45% em Rondônia, 41% no Paraná e 34% no Rio Grande do Sul. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, os dois estão em empate técnico, com 30% e 29%. No Norte, o presidente lidera por margem curta no Amazonas (38% a 35%) e no Amapá (36% a 33%). As entrevistas foram feitas entre 20 e 24 de agosto, com amostras de 804 a 1.800 eleitores, margem de erro de dois a três pontos percentuais e registro na Justiça Eleitoral.
Para a leitura de esquerda, a rodada do instituto Quaest confirma que a base social construída no Nordeste segue sendo o alicerce mais firme do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): são 58% no Maranhão e 56% no Rio Grande do Norte, resultado associado ao alcance das políticas de renda, saúde e assistência nos estados mais pobres do país.
Na leitura de direita, os números do instituto Quaest mostram um governo em desgaste e uma candidatura de oposição competitiva onde a economia produtiva pesa mais. O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com folga em Santa Catarina (45%), no Paraná (41%) e em Rondônia (45%), estados de agronegócio e indústria, e aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo, o maior colégio eleitoral do Brasil, com 30% a 29%.
11 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Todos os lados reproduzem os mesmos percentuais e a mesma metodologia: campo entre 20 e 24 de agosto, amostras de 804 a 1.800 eleitores, margem de erro de dois a três pontos e registro na Justiça Eleitoral. Há convergência também sobre o desenho regional da disputa, com Lula forte no Nordeste, Flávio Bolsonaro forte no Sul e em Rondônia, e São Paulo em empate técnico dentro da margem de erro.
O instituto Quaest divulgou uma sequência de pesquisas estaduais de intenção de voto para a Presidência da República entre 24 e 25 de agosto de 2026. Os números mostram Lula com ampla vantagem no Nordeste, Flávio Bolsonaro liderando no Sul e em Rondônia, e um empate técnico em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Veja o que cada lado da cobertura destacou.
O instituto Quaest divulgou, entre 24 e 25 de agosto de 2026, uma sequência de pesquisas estaduais de intenção de voto para a Presidência da República que desenha um mapa eleitoral partido ao meio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com folga no Nordeste, com 58% das intenções de voto no Maranhão, 56% no Rio Grande do Norte e 44% em Alagoas. O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera no Sul e em Rondônia, com 45% em Santa Catarina, 45% em Rondônia, 41% no Paraná e 34% no Rio Grande do Sul. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores aptos, os dois aparecem em empate técnico: 30% para o senador e 29% para o presidente, diferença dentro da margem de erro. No Norte, o presidente lidera por três pontos no Amazonas, com 38% a 35%, e por três pontos no Amapá, com 36% a 33%.
Os levantamentos têm metodologia declarada e convergente. As entrevistas foram feitas presencialmente entre os dias 20 e 24 de agosto, com amostras que variam de 804 a 1.800 eleitores de 16 anos ou mais por unidade da Federação, margem de erro de dois a três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Todos os levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral e foram contratados por grupos de comunicação. Em vários estados, o instituto testou dois cenários, um deles com Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura mesmo inelegível e cuja aptidão para concorrer ainda será julgada pelo tribunal eleitoral.
A rodada chegou logo depois do primeiro debate presidencial, realizado no domingo, 23 de agosto, do qual Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema (Novo) não participaram. Estiveram no estúdio Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Em vídeo publicado nas redes sociais durante o encontro, o senador justificou a ausência dizendo que só pretende debater com o presidente, a quem chamou de seu adversário, e apresentou propostas de corte de impostos e de burocracia, tratamento de facções criminosas como organizações terroristas e maior respaldo jurídico a policiais em operações.
A cobertura de centro relatou os percentuais estado a estado, sem adjetivação, e acrescentou os blocos de aprovação e avaliação do governo federal medidos na mesma rodada: 54% de aprovação no Amazonas, 46% no Amapá e 35% em Rondônia, onde a desaprovação chega a 56%. Essa cobertura também registrou movimentações internas de campanha, com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumindo parte das funções de porta-voz na campanha do presidente à reeleição, e detalhou o percentual de eleitores que já consideram definitiva a escolha do voto, entre 74% e 80% nos estados do Norte medidos.
As divergências aparecem no ângulo escolhido para ler os mesmos números. Veículos de esquerda enfatizaram o equilíbrio em São Paulo e o contingente de eleitores ainda sem candidato definido, tratando o empate no maior colégio eleitoral como sinal de que a candidatura da oposição não tem vantagem consolidada, e deram destaque às disputas estaduais, como a do Rio Grande do Norte, onde Allyson Bezerra (União) tem 25%, Cadu de Lula (PT) tem 21% e Álvaro Dias (PL) tem 19%, com o candidato do PT à frente em um dos cenários de segundo turno testados. Veículos de direita destacaram a vantagem numérica do senador em São Paulo, a soma de 59% que os dois primeiros colocados concentram no estado e a distância de pelo menos 24 pontos sobre o terceiro colocado, quadro apresentado como confirmação da competitividade da candidatura do PL no território mais decisivo da eleição.
O que ainda não se sabe é como esses números se traduzem em cenário nacional. Nenhuma das pesquisas divulgadas nesta rodada apresentou simulação de segundo turno para a Presidência nos estados medidos, e não há comparação com levantamentos anteriores do mesmo instituto que permita afirmar tendência de crescimento ou queda. Também segue indefinido o julgamento do tribunal eleitoral sobre a candidatura de Pablo Marçal, cuja presença ou ausência altera a distribuição de votos em pelo menos dois estados, e não há medição posterior ao primeiro debate que permita avaliar o efeito da ausência dos dois principais candidatos naquele encontro.
A Quaest divulgou nesta terça-feira (25) os números da disputa presidencial 17 unidades federativas. As entrevistas aconteceram entre os dias 20 e 24 de agosto e foram encomendadas pela Globo e suas afiliadas nos estados. Luis Inácio Lula da Silva (PT) lidera com folga nos estados do Nordeste que aparecem na pesquisa. O candidato […]

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) foi encomendada pela Rede Amazônica. Margem de erro é de três pontos percentuais.

A pesquisa mostra um cenário equilibrado entre os eleitores paulistas

Senador aparece numericamente à frente, com 30%, contra 29% do presidente

Pesquisa Quaest no Amapá mostra Lula com 36% e Flávio Bolsonaro com 32% das intenções de voto para 2026, em cenário de empate técnico no estado.

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) foi encomendada pela Rede Amazônica. Margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Pesquisa Quaest no Amapá mostra Lula com 36% e Flávio Bolsonaro com 32% das intenções de voto para 2026, em cenário de empate técnico no estado.

Senador disse respeitar os demais candidatos, mas afirmou que sua disputa política é contra quem está no poder.

Ministro da Fazenda tornou-se um dos principais porta-vozes da equipe, após reformulações no entorno petista

Novos levantamentos do instituto mostram divisão regional na corrida presidencial, com vantagem para o petista no Nordeste e para o senador do PL na região Sul

O ex-prefeito de Mossoró e candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União), lidera a corrida eleitoral no estado com 25% das intenções de voto, segundo informações da pesquisa da…

Nesta matéria: perspectiva omitida.